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O GGLEÃO DA MONTANHA DE DINHEIRO: SAÍDA PELA DIREITA!

A obra não é de valentes? Onde está a valentia da sua majestade?

Meus irmãos, a operação conjunta entre os órgãos oficiais, deflagrada no dia 26/11/2012, batizada de “Entre Irmãos”, deu pano para manga.

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Quem não tinha noção da dimensão da coisa, chamada obra, pôde ser testemunha ocular, em um só dia, de inúmeras pessoas, dentre elas policiais, visitando todas as sedes administrativas da icm e ainda as residências dos envolvidos no possível esquema de subtração de dízimos da maranata.

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Na Torquato Laranja, em Jaburuna, no Maanaim de Domingos Martins, na Fundação, enfim em todo lugar que se poderiam encontrar indícios do possível esquema citado, relacionados aos crimes, em tese, apurados sobre o caso nas esferas estadual e federal.

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Ressaltamos mais uma vez que, a partir desta data, 26/11/2012, TODOS AS PESSOAS DA CÚPULA DA ICM-PES, POR DECISÃO JUDICIAL, FORAM DESTITUÍDOS DOS POSTOS QUE OCUPAVAM NA INSTITUIÇÃO, E NÃO PODEM ENTRAR EM NENHUMA SEDE DA MESMA!

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Bem, mas a primeira observação que fazemos é a respeito da mentira que os defensores da obra tentaram incutir na cabeça da membresia, como que questionando a operação, após a sua deflagração, visto que afirmavam que o pes nunca se negou a oferecer informações, dar acesso a documentos, etc. Como que o judiciário iria usar uma medida extrema, que é a de mandado judicial de busca e apreensão se os documentos tivessem sido disponibilizados, como eles insistiram em dizer?

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É óbvio pensar que eles jamais deixariam à vista dos investigadores do caso documentos, informações, dados, que pudessem ser comprometedores, e a ação conjunta foi necessária, visto que foram obtidas, segundo temos conhecimento, várias peças importantes que poderiam fechar o quebra-cabeça chamado obra do ES (estado da federação).

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Mas, um fato curioso, naquele dia, que chegou ao meu conhecimento, despertou meu instinto irônico para escrever esse artigo.

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Chegou aos meus ouvidos a informação de que, na casa do presidente da seita, enquanto os homens da lei chegaram, a sua majestade e a primeira dama não se faziam presentes, e segundo declaração de olheiros, os dois teriam saído, de madrugada, na presença de dois “seres”, adentraram no veículo blindado, e se evadiram do local. Mais tarde, também foram vistos no Aeroporto de Vitória, tomando uma aeronava que os levaria até o RJ.

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Na residência, ficaram a sua filha e o seu genro, e essas pessoas que receberam os executores do mandado de busca e apreensão.

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A pergunta que eu faço então é a seguinte: o que ele teme tanto?

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Se os defensores declaram que nada está em oculto, que tudo está sendo disponibilizado, que ninguém coloca óbice algum para que se tenha acesso aos dados, por que fugir? Ele não seria preso, pois, segundo consta, ninguém naquela operação deveria ser detido, e por que não ficou, para prestar esclarecimentos?

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Eu me lembro ainda que, quando esse escândalo começou a estourar nas redes sociais, e-mails, etc, ele mesmo foi até o púlpito do maanaim, com aquela carinha de santo e levou um monte de papéis, no intuito de provar que seria uma pessoa de bem, que não deveria nada à justiça, que sempre manteve uma conduta ilibada e sem qualquer suspeita, mas por que, agora, quando da presença dos homens a serviço da lei em sua casa ele foge e deixa a sua querida filha e seu genro na berlinda?

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A obra não é de valentes? Onde está a valentia da sua majestade?

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Por isso, eu uso essa personagem de Hanna-Barbera, chamada “Leão da Montanha”, que, diante de um perigo iminente, não fazia muita cerimônia não, declarava para a câmera, apavorado de medo: “SAÍDA PELA DIREITA”, fazia um turno de 90 º, derivando o seu corpo para a direita, e VAZAVA…

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Usando um pouco de maranatês, nós podemos promover o retrato da cena, ajudando os defensores com seu próprio remédio, mas que não engana ninguém mais:

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Os dois capangas que acompanharam o casal que se evadiu eram dois anjos, que representavam também comunhão, pela quantidade que apareceram. Sobre o carro blindado, tiramos da arca o entendimento, simbolizando o betume, assim como revestia a embarcação, o veículo, que simboliza a obra na vida da família, tinha que ser também revestido, para que se consiguisse ter o escape de todo mal!

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Não me pergunte por que ele não confiou somente na arma infalível do clamor pelo poder do sangue de jesus, como ele mesmo prega e conta testemunhos, que eu não teria resposta para isso! Não faça pergunta difícil! Talvez só ele possa responder…

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Mas, ainda dentro do mesmo uso dos alegorismos e comparações, próprios do MAL – MISTÉRIO ALÉM DA LETRA, peculiares ao meio maranático, eu gostaria de lembrar um texto da Palavra de Deus, e que ilustra bem a atitude do grã-mestre do malabarismo.

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“E pôs as servas e seus filhos na frente, e a Lia e seus filhos atrás; porém a Raquel e José os derradeiros.”

Gênesis 33:2

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O texto citado descreve a disposição do grupo que estava do lado de Jacó, quando do seu reencontro com seu irmão Esaú. O medo era tanto, visto que Esaú o perseguira de morte, após perceber que teria sido passado para trás na negociação da primogenitura, que fez com que ele se “escondesse” por trás de sua família.

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Os discípulos do gedeltismo poderiam bem usar esse texto para justificar a atitude de seu líder, não é mesmo? Ele fez exatamente isso: fugiu e deixou sua filha no local, para receber a todos, e colocar a cara na frente da situação, um pouco constrangedora sim, é bem verdade, mas que não foi criada por mais ninguém senão por ele mesmo, e portanto, não deveria ser passada por mais ninguém a não ser ele mesmo! Ao menos naquele endereço, não! Estou errado?

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Fazer o que quiser esses anos todos, esbravejar para lá e para cá, posar de bom moço, e quando tem oportunidade de esclarecer pessoalmente, foge! Francamente! Cadê aquela bravura toda, representada no teatro dos seminários “abençoados” da vida?

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Que obra maravilhosa, hein ggleão da montanha?

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A Paz do Senhor Jesus a todos!

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Alandati.

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PS: Ah, tinha me esquecido, a saída para a direita pode representar a destra de deus (com letra minúscula, é claro!). Tá tudo explicado, não é mesmo?

fonte: http://diganaoaseita.wordpress.com/2012/12/27/o-ggleao-da-montanha-de-dinheiro-saida-pela-direita/comment-page-1/#comment-2116

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Citando um capitulo interessante do blog OBRA MARANATA – SEITA E HERESIAS:

http://obramaranata.wordpress.com/2011/06/27/refutando-a-icm-valentes-da-obra/

11- Os valentes da Obra também são assim:

  • A irmã que enfrenta o marido não crente todos os dias.
  • O jovem que se dedica ao serviço no Maanaim.
  • Os que abrem mão do conforto fazendo as madrugadas.
  • A irmã que entende a revelação e abre mão da calça comprida.
  • Os pastores e obreiros que viajam.
  • Os trabalhadores do Maanaim, etc.
  • Os que se gastam pela Obra.

MALIGNO!

Essa, sem dúvida nenhuma, é a passagem mais tenebrosa que vemos nesse estudo. Puramente maligna! Um fruto concreto de uma mente idólatra, pervertida, enferma e gananciosa para com o sistema e império ICM, sem nenhum compromisso de amor para com o próximo, tampouco para o Reino de Deus. São diretrizes impostas aos amados irmãos efetivados nesse sistema, as quais não produzem nenhum fruto espiritual para suas vidas; senão resultados destruidores, tanto espirituais, quanto emocionais. O ardil maligno expressado nesses sete tópicos converge na “Teologia da Prosperidade da ICM”. Como?

Gostaríamos de agradecer aos autores do blog do fundo dos nossos corações por iluminar nosso caminho e de ajudar muitos que estavam presos nesta obra maligna a saírem e superar o medo de acontecer algo de mau com eles ou com alguém amado da família.

Analisando ou pouco estas ferramentas malignas que  fazem parte dos valentes da obra e são em parte justificadas como revelações do Espírito Santo, chegamos á conclusão que os chamados valentes da obra não passam nada alem de mecanismos para os servos do PES-ICM reconhecerem o avanço desta obra maligna na cabeço das vitimas.

“A irmã que entende a revelação e abre mão da calça comprida” sem fundamento bíblico algum, simplesmente um dos primeiros passos para reconhecer na mulher o progresso da obra de Gedelti e cia.. Uma obra oca – sem coração, sem amor é incapaz de reconhecer o amor do fiel e necessita destas ferramentas!

“A irmã que enfrenta o marido mão crente todos os dias” – esta foi criada por uma mente muito doente, maligna, perversa!  Ela suga de um casamento que muitas vezes já sofria com problemas, ás vezes fácil de resolver com um pouco de mais diálogo entre marido e mulher, o amor que ainda restava entre o casal e torna a vida de ambos em um holocausto. Tudo para matar o perigo da razão que o marido poderia usar para refutar maioria das heresias fáceis de encontrar. O casamento entre uma valente da obra e um marido não crente terá que passar pela prova mais infernal que existe na face da terra – será que esta obra veio de Deus? Esta obreira tem Cristo no coração?

Outra função do “projeto” valentes da obra é levar a vitima á exaustão – ela não pode parar, deve estar o máximo do tempo envolvida com a obra. Quando não está trabalhando para sustentar o lar ou a família estará ocupada com serviços para obra maligna, em cultos de manhã e á noite, em grupos, nos finais de semana no maanaim, em seminários sendo atormentados – tudo a fim de afastar a possibilidade da razão voltar á vida destes infelizes.

Resumindo os valentes da obra somente tem os seguintes principais objetivos:

  • Mecanismos para controlar o progresso silêncio desta obra maligna na cabeça da vitima.
  • Afastar a razão da vida do servidor
  • Ocupar o servidor o máximo com a obra, fazendo dele em parte um escravo da obra.