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Duas pessoas morrem e pastor é ferido em conflito de traficantes

16/06/2014 – 18h15 – Atualizado em 16/06/2014 – 19h00

O tiroteio aconteceu no bairro Joana D’arc. O motivo do tiroteio, segundo a polícia, é o controle do tráfico de drogas na região

ES - Vitória-  Tiroteio com 2 mortos na rua Luiz Pereira de Melo em Joana D'arcDuas pessoas morreram após uma troca de tiros entre traficantes rivais em Joana D’arc, em Vitória, na tarde desta segunda-feira. Um tenente da reserva foi baleado. Ele é pastor da igreja Maranata do bairro. Testemunhas disseram que chegaram a ouvir mais de 60 tiros. O motivo do tiroteio, segundo a polícia, é o controle do tráfico de drogas na região.

IGREJA CRISTÃ MARANATA: MPE suspeita de uma Organização Criminosa

“Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.” Mateus 7:20

Membros do conselho presbiterial (os inventores de revelagens divinas…) fazem parte do esquema de contrabando de armas e drogas.

E o que fazia a EU-BRALAT no leste europeu que recebeu mais de 300 milhões em dízimo.

Muito pouco é divulgado ou nada nestes casos!

É só a ponta do iceberg!

Fomos atacados quando publicamos que o “sagrado” pedaço de terra, o maanaim de Domingos Martins (propriedade do gueiros) era usado para armazenar armas de fogo… está aí mais um prova de nossas denúncias:

trafico de armas maranata

NOTÍCIAS DA ICM – INTERNACIONAL.

Jornal Português.

http://ojornal.com/pt-pt/portuguese-brazilian-news/2012/11/igreja-maranata-suspeita-de-desviar-dizimo-de-imigrantes/#axzz2E8Ifxn00

REMESSAS

“As remessas de dinheiro feitas pela ICM dos Estados Unidos para a sede da igreja no Brasil foram alegadamente realizadas de forma irregular, usando empresas que se beneficiam de doleiros.

Assim, o dinheiro dos dízimos dos fiéis pode estar sendo usado para ‘lavar’ o dinheiro do crime organizado.

Segundo o desembargador Fausto DeSanctis, do Tribunal Pleno do Tribunal Regional Federal, o dinheiro enviado do exterior para o Brasil sem constar o nome do banco pagador é uma forma de permitir ao doleiro ‘lavar’ o dinheiro sujo.”

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Com certeza, Receita Federal deve estar fazendo investigações a respeito.

Não somente os da cúpula do palácio da rainha desfigurada, mas Ben Kennedy e a Vera, sua mulher (ambos de confiança de Gedelti), devem explicar como esta fortuna circula por lá… até na mala…

CV.

Publicado pelo Cavaleiro Veloz em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/comment-page-2/#comment-50555

Bom dia!

Essa Vera é velha conhecida… da antiga.

Esteve à frente da Tesouraria do PES (década de 80). No Manaaim ela era a pessoa de confiança do GG e da cúpula. Quando ela foi mandada pra fora do Brasil esquema já estava montado, a lavagem de dinheiro e toda essa pilantragem que hoje estamos vendo. Parece que estas malas de dinheiro que circulavam por lá (ou por aqui) eram entregues a ela e seu marido Ben Kennedy. Coisa de mágicos. Um sistema frauduloso muito bem arquitetado aqui por GG e seus comparsas para desviar dinheiro que deveria estar no cofre (banco) da igreja.

Lembrando das aulas no Mannaim, nos ensinaram a não comprar DVDs piratas, pois estávamos usando o nosso dinheiro pra financiarmos o crime organizado… e agora quem continua dando seus dízimos nessa empresa lucrativa?

Quando o seu dinheiro cai na mão de bandidos o que estará financiando? Armas, tráficos de crianças, matadores profissionais para exterminar, de alguma maneira, pessoas que um dia tiveram a infelicidade de pertencer a algum sistema corrupto e por algum motivo tomou conhecimento de algo irregular e passou a ser ameaça para a organização criminosa.

O seu dinheiro está sendo usado para subornar pessoas, para pagar meias verdades publicadas em A TRIBUNA, para compras de imóveis, iates, para despesas de custas de processos em Vila Velha, Vitória, São Paulo, Brasília; pagar honorários advocatícios caros para a defesa dos meias-solas da cúpula envolvidos em crimes (em tese); pagar funcionários para destruir documentos… pagar meia-sola para fazer blogs onde espalham heresias maranáticas e atacam os que DENUNCIAM os engodos e meditras do PES… e muito mais, devido ao mau caratismo do comando da ICMPES debaixo do jugo imposto pelo mentiroso que diz: TÁ TUDO CERTO!!!

Gente, quanta mentira!!! E além de exigirem com o seu dinheiro suado, ainda exigem jejum e oração a favor deles – PES – é vc paga a conta, acreditando em meias verdades para beneficiar lobos gulosos a terem uma vida luxuosa, enquanto muitos irmãos passam necessidades mas seu dizimo está la todo mês.

Para limpeza da igreja tínhamos que fazer vaquinhas e até comprar papel higiênico. Lembro-me que havia um obreiro que morava mais próximo a igreja quantas vezes ele teve que sair e ir na sua casa buscar papel higiênico pois havia acabado, e olha que a situação financeira dele não era a das melhores, enquanto a cúpula enchia os bolsos, cada dia mais seus bens se multiplicando… é muita avareza dessa cúpula.

Pensem nisso irmãos, você quer que o seu dízimo seja usado para lavar dinheiro sujo? Você sabia que você pode estar participando indiretamente de sangue de inocentes assassinados como queima de arquivo?

Paz!

Publicado pela Cavaleira da Verdade em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/comment-page-2/#comment-50561

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA

O resumo da ópera é o seguinte:

Monta-se a estrutura do “discipulado” aqui no Brasil, com planejamentos, metas, objetivos a serem alcançados, formas de gerenciamento, levando em conta todas as diferenças na cultura, legislação, para que não haja furo, e aí então enviam-se os gerentes da obra para fora do país.

A roupagem externa, claro, não pode ser a realidade, sob risco de serem desacreditados, então as pessoas que irão tocar o negócio no exterior, inclusive na Terra do Tio Sam,  são escolhidas a dedo, e devem apresentar alguns requisitos básicos, que nunca poderão ser deixados de lado: a) avareza; b) pacto de fidelidade estreito com o líder, e c) ter entendimento de obra, para transmitir a “novidade” para alguns incautos que se acheguem à fachada do negócio, ou seja, uma suposta “igreja”. O resto é de menor relevância, visto que até a língua não era tão necessário assim que se conhecesse, pois foram destacados até professores de inglês, daqui do Brasil mesmo, para que fosse garantida a transmissão das heresias, devidamente traduzidas para o idioma citado.

Know-how desses gerentes internacionais também é importante, por isso é sempre bom que estes façam um bom estágio aqui mesmo no país do futebol por algum período razoável de tempo. Provando a capacidade de gerenciamento, conforme os moldes estabelecidos e atingimento de metas estipuladas pela obra, além do cumprimento dos rituais de fidelidade, o gerente internacional vira “missionário” da obra, quando poderá exercer com tranquilidade e supremacia o posto de representante do gedeltismo no exterior.

Como bons representantes, nada da postura do seu líder é descartado, então a forma de tratamento da membresia, a falta de transparência nas decisões, os acertos entre os chegados, e outras cositas mais vão se repetindo aos montes também na “obra no exterior”.

Outra estratégia ótima para a promoção falaciosa do negócio chamado “obra” ou “work”, utilizada constantemente pelo comando central da seita, foi a de mandar “soldados” daqui do Brasil, todos cúmplices e com bom entendimento de obra, para que pudessem compor maioria, mesmo lá no exterior. Qualquer um que tentasse se contrapor ou até mesmo questionar, seria engolido pela maioria, que agia com extrema harmonização em suas práticas hereges, tais como, bibliomancia, “mistério além da letra”, “não toqueis nos meus ungidos”, “ministério está acima dos dons”, “esta obra é filho único, por isso não precisa de você”, e por aí vai, ou foi esse tempo todo, parecendo que agora não está colando mais tanto assim…

A combinação fortíssima da LNP-Linguagem do Não-Pensamento com o famigerado jargão “OSSINHORREVELÔ” garantem uma sólida estrutura do negócio, e por um bom tempo, questão de décadas, os lucros são certos e bem partilhados entre os que gerenciam o sistema.

O curioso é que nos EUA, aqueles que ficariam como responsáveis, representantes do clero gedeltiano naquele país, gerenciando duas unidades locais, uma predominantemente de  brasileiros e outra de maioria americanos, seriam os kennedys, brasileiros que carregam um nome familiar para os norte-americanos!

Então é vera: os bens da obra na terra do Kennedy sempre foram gerenciados pelos kennedys!

O problema é que, segundo informações seguras, parece-me que estão gerenciando, no quesito pessoas formatadas, apenas uma “meia-dúzia” de gatos pingados, dada a avalanche de retirantes, que tomaram as estradas. Quanto a recursos, eu não saberia dizer se ainda estão movimento grande quantidade, pois a obra é meio confusa nesse aspecto, haja vista a ausência de contabilidade no pes há mais de quatro anos, portanto se valores daqui são mandados para lá e vice-versa, só Deus e os órgãos investigativos poderiam saber se ocorrem.

Termino com uma paródia, em inglês, da música de Louis Armstrong, um clássico, denominado “What a wonderful world” (Que mundo maravilhoso!).

O novo nome será “What a wonderful work”, com pitadas de humor, utilizando traduções ao pé-da-letra:

What a Wonderful Work

(Que obra maravilhosa)

I see notes of “green”, wood faces too
(Eu vejo notas do “verdin”, caras-de pau também)
Seeing the “boom” by me and you
(É visto o crescimento estrondoso por mim e por ti)
And I think to myself, what a wonderful work
(E penso com meus botões, que obra maravilhosa)
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I see lies so true and rains of “white”
(Eu vejo mentiras tão verdadeiras e chuvas de “prata”)
The fighty blessed days, the dark sacred nights
(Os dias abençoados de luta, as sagradas noites escuras)
And I think to myself, what a wonderful work
(E aí penso comigo, que obra maravilhosa)
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The disciples of the temple, so pretty in the lie
(Os discípulos do templo, tão encantadores na mentira)
There is also a lot of races of people saying “bye”
(Há uma série de corridas de pessoas que estão dizendo “adeus”)
I see friends turning the faces, asking, “what did you do?”
(Eu vejo amigos virarem os rostos, dizendo “o que você fez?)
They’re not showing, “I love you”
(Eles não estão demonstrando, “eu te amo”)
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I hear babies cry, I watch them grow
(Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer)
I’ll pray much more, so they’ll really know
(Vou orar muito mais, para que eles realmente tomem conhecimento)
And think about themselves, what a wonderful work
(E pensem consigo mesmos, que obra maravilhosa)
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Yes, We think to ourself, what a wonderful work!
(Sim, Nós pensamos conosco, que obra maravilhosa!)
Segue o link da música original, para acompanhamento, por quem puder, com a nova letra:
Mas em inglês ou português, a mensagem é clara de ironia: “Que obra maravilhosa, hein?”.
Jesus Lord’s Peace for everybody! (A Paz do Senhor Jesus a todos!)
Alandati.