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Pastores da Maranata faziam negócios com a própria igreja

Em cinco anos, advogado chegou a receber R$ 2,8 milhões ao servir à instituição

Cláudia Feliz | cfeliz@redegazeta.com.br
Operação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) no Presbitério da Igreja Maranata

Pastores e membros da cúpula da Igreja Cristã Maranata, descumprindo o estatuto da própria instituição, estabeleceram relação de negócios com a igreja, por meio de suas empresas, segundo revela o requerimento de ação penal pública encaminhado pelo Ministério Público Estadual à Justiça. Um dos advogados e pastor da Maranata teria recebido da igreja, em cinco anos, um total de R$ 2.895.319,18.

No documento, assinado por nove promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), 19 pessoas são denunciadas por estelionato, formação de quadrilha, apropriação indébita e duplicata simulada, conforme A GAZETA divulgou ontem, com exclusividade.

No estatuto anterior ao atual – este datado de 10 de dezembro de 2011 –, já havia restrição para que membros da diretoria mantivessem serviços e negócios comerciais com a entidade. O atual deixa isso bem claro, ressaltando o fato de que na igreja tudo deve ser feito em caráter de voluntariado.

Mas não é isso o que se vê na denúncia. Numa relação de membros da Maranata cujas empresas receberam valores do Presbitério, há pelo menos cinco membros da antiga diretoria. As transações comerciais das empresas dessas pessoas com a instituição totalizam, segundo o MP, R$ 915,9 mil. Mas a lista, com 23 nomes, indica uma movimentação de R$ 24,8 milhões, envolvendo transações comerciais de empresas de propriedade de outros pastores, diáconos e obreiros.

Comércio de papéis e de soluções tecnológicas, serviços de transporte, saúde, seguros, engenharia e cursos, além de serviços advocatícios, integram o rol de negócios e serviços. No período investigado, que começa em 2008, promotores afirmam ter constatado uso do dinheiro da igreja, proveniente do dízimo dos fiéis, em benefício da cúpula dirigente.

Para a promotoria, agia na Maranata “uma verdadeira organização criminosa”, tendo no “vértice da pirâmide do crime” o pastor fundador e atual presidente do Conselho Presbiteral da igreja, Gedelti Gueiros.

Os denunciados, segundo os promotores, “obtiveram vantagem indevida valendo-se de artifícios fraudulentos – ora utilizando-se de empresas já constituídas, ora mediante constituição de empresas simuladas – visando a justificar emissão de notas fiscais superfaturadas para possibilitar a saída de dinheiro do Presbitério”.

Defesa: “Agindo serenamente”

A defesa de Antônio Ângelo Pereira dos Santos – ex-vice presidente do presbitério da Maranata – e de Leonardo Alvarenga – que atuava como contador da igreja – afirmou que está “agindo serenamente” diante da denúncia apresentada pelo MPES.

Além de estarem entre os 19 denunciados, ambos estão entre os apontados como “responsáveis e negligentes” em relatório da própria igreja, em 2011.

“No início, apenas ambos eram acusados, mas estamos contentes porque a verdade está aparecendo. Sempre nos portamos de modo a colaborar com as investigações”, disse o advogado José Luiz Oliveira de Abreu.
Outro advogado que atua no caso, Rodrigo Horta confirmou que defende denunciados, mas se negou dizer quem são e não se pronunciou. A GAZETA tentou contato com outros advogados e denunciados, sem sucesso. (Elton Lyrio)

Interventor diz: contratos com 26 empresas foram suspensos

A denúncia do Ministério Público e a “preservação da idoneidade” da Igreja Cristã Maranata levaram o administrador judicial da instituição, Julio Cezar Costa, a publicar ontem uma instrução de serviço na qual suspende o pagamento de 26 empresas com contratos firmados com a igreja.

Da lista fazem parte as empresas Angular Administradora e Corretora de Seguros, Carlos de Souza Advogados, Carlos Itamar Coelho Pimenta, CM&T Clínica Médica e do Trabalho, Comércio, Serviços e Transportes Amorim, Cubus Engenharia, Daniel Amorim de Oliveira, J.E. Scabelo Comércio de Papéis, J.S. Pneus e Serviços, José Gomes Filho, Leonardo Meirelles de Alvarenga, M2 Soluções Tecnológicas, Meneghel Soluções Tecnológicas.

E ainda: Moraes e Barcellos Advogados Associados, Paulo Pinto Cardoso Sobrinho, Peniel Atividades de Cobranças e Serviços de Construções, Petter Serralheria, Pharmalógica Farmácia de Manipulação, Pulso Corretora e Administradora de Seguros, S.O.S. 24 Horas Remoções, Urquisa Braga Neto, Vilamed Gastro Clínica, Voyager Viagens e Turismo, Wellington Neves da Silva, WW Cursos e Treinamentos e Zborlini Prestação de Serviços.

Das 26 empresas, 25 são citadas na denúncia do MP Estadual. O interventor diz que já havia suspendido contratos de cinco empresas em 11 de abril deste ano, com base numa instrução de serviço que veda contratação de empresas e particulares, além de operações de compra que não atendam ao estatuto da Maranata.

Dissidente afirma que ainda há fatos a ser investigados

Dissidente da Igreja Cristã Maranata desde 2009 e “líder” de um grupo de pessoas que apresentaram denúncias em vários órgãos para pedir a apuração do desvio do dízimo, o advogado Leonardo Lamego Schuler disse ontem que “o que se busca é que se tire o mal de dentro daquele lugar que sempre foi bom”.

Para Schuler, “era absolutamente previsível” o pedido de instauração de ação penal pública incondicionada, acompanhada de denúncias de 19 pessoas, que foi apresentada à Justiça pelo Ministério Público Estadual e que aguarda agora decisão do juiz da 8ª Vara Criminal de Vitória.

“As provas são óbvias”, diz Schuler, que afirma ter sido, inicialmente, contratado gratuitamente para representar um grupo de cerca de 120 pessoas, insatisfeito com o que acontecia na Maranata. Denúncias dessas pessoas, inicialmente, foram levadas à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal.

Para o advogado, a Maranata “sempre foi exemplo de dedicação e organização”. E ele faz questão de frisar: “Nossa batalha não é contra a Maranata, mas contra as pessoas que tomaram posse daquele lugar, que sequestraram a nossa fé e fizeram muito mal às nossas famílias”.

Firme na decisão de “buscar a apuração da verdade, doa a quem doer”, Schuler diz que ainda há fatos a serem investigados em relação ao grupo apontado como responsável por desvios de recursos na igreja. “Como advogado, sempre disse que não deveríamos denunciar sem ter provas”, argumenta ele.

Fonte: A Gazeta

fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/05/noticias/cidades/1440293-pastores-da-maranata-faziam-negocios-com-a-propria-igreja.html

ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO:

PM da maranata com apelido de maramáfia

PM da maranata com apelido de maramáfia

A Área de Santa Inês (Vila Velha/ES), que compreende os Pólos de Santa Mônica, Santos Dumont e Araçás, está recheada de PM’s se apresentam de farda e arma na cintura nos eventos das unidades locais e dos maanains.

Batismos, ceias, reuniões de pastores e obreiros, grandes convocações, seminários (inclusive nos seminários de crianças que estão acontecendo agora em março) são alvo da “proteção” desses servidores públicos que fazem uso de suas atribuições para satisfazer interesses privados e para evitar que pessoas “indesejadas” compareçam aos eventos.

Ora, Jesus não veio para os doentes?

Por que policiais ficam nos portões das igrejas ICM para impedir a entrada dos mendigos, dos moradores de rua e dos viciados?

Será porque o desejo do fundador da ICM sempre foi criar uma casta de evangélicos soberbos, uma elite espiritual?

Ele só esqueceu o seguinte: a soberba precede a queda!

O Tsunami só está começando!!

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/03/o-preco-da-seguranca/#comment-51837

PMs ganhavam R$ 50 para fazer segurança da Maranata

Valor era pago por dia, e serviço era feito nos Maanains, locais de retiro espiritual, com policiais de farda e arma

Vilmara Fernandes
vfernandes@redegazeta.com.br
Vinícius Valfré
vpereira@redegazeta.com.br

Policiais militares chegavam a ganhar R$ 50 por dia para fazer a segurança nos Maanains – locais de retiro espiritual – da Igreja Cristã Maranata. Lá alguns deles trabalhavam, em seus dias de folga, fardados e com arma que pertence à Polícia Militar. Essa é uma das muitas revelações das testemunhas que prestaram depoimentos ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que investiga desvios de recursos do dízimo doado pelos fiéis da igreja.

Em depoimento, uma testemunha relata que as “armas eram utilizadas em caráter pessoal”. E mais: que os policiais respeitavam nos setores da Maranata “a mesma hierarquia obedecida na Polícia Militar”. Disse, ainda, que “o Comando da PM já tinha sido informado”. O pagamento dos policiais, segundo outra testemunha, eram viabilizado com notas fiscais frias.

Foto: Vitor Jubini – GZ

 Vitor Jubini - GZ

Pastores da Igreja Maranata são alvo de investigação do Ministério Público

Cheques

Outro detalhe é que os pagamentos eram feitos, inicialmente em dinheiro. Mas, como aumentou o número de policiais trabalhando na igreja, a quitação dos valores passou a ser feita em cheques.

A presença de militares que atuavam na igreja chegou a intimidar até algumas testemunhas. Uma delas relata que emitiu notas fiscais frias a pedido dos pastores, ação que continuou mantendo porque temia a reação dos militares. “Havia muitos policiais, não sei se trabalhavam para o Presbitério. Um deles, convertido há pouco tempo, já havia praticado vários homicídios em Vila Velha”, segundo o relato em um depoimento.

Polícia Militar

O corregedor da Polícia Militar, coronel Marcos Celante, informou que policiais não podem usar farda nem as armas em trabalhos particulares. O uso da arma em dias de folga só pode ocorrer – acrescentou ele – em situações que ponham em risco a vida do policial.

Celante desconhecia o fato de que PMs atuavam, em suas folgas, fazendo a segurança de unidades da Maranata, como os Manaains. O coronel avaliou que, nesse tipo de situação, pode haver indícios de irregularidades, mas que precisam ser apurados “caso a caso”.

Pastores recebiam salário de R$ 8 mil

Nos depoimentos prestados ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), há pastores que afirmam receber até R$ 8 mil por mês. A informação contradiz os relatos de pastores e da própria Maranata, que afirmam não ser remunerada a atividade de pastor na igreja.

Um deles, em seu depoimento, diz que atuou em várias regiões no interior de um estado brasileiro e lá chegou a “receber R$ 8 mil por mês”, pagos pelo Presbitério de Vila Velha, a sede administrativa da igreja.

Fraudes

Os depoimentos das testemunhas reforçam que as supostas fraudes praticadas no caixa da igreja eram feitas por intermédio de notas fiscais frias, e que as ações tinham o propósito “de ajudar irmãos no exterior”.

Há ainda relatos de que alguns pastores tinham a função de viabilizar contatos no meio político. Há citações, inclusive, de que um deles “indicava candidatos a serem apoiados nas eleições”.

Outras informações dão conta de que alguns pastores chegaram a receber R$ 30 mil por mês por serviços prestados à Igreja, como assessoria jurídica. Um desses pastores teria, inclusive, articulado as irregularidades, postas em prática com notas fiscais frias.

Outro ponto frisado por várias testemunhas é que todas as decisões precisavam do aval do líder da igreja, afastado pela Justiça no final do ano passado.

Há relatos de pessoas que, ao discordarem das irregularidades que supostamente foram praticadas na igreja, acabaram sendo perseguidas ou demitidas. “Nas reuniões falavam mal dos que foram excluídos da igreja por deficiência espiritual”, relata uma testemunha.

Igreja diz que parou de contratar PMs

A Igreja Cristã Maranata, por intermédio de sua assessoria de imprensa, informou que a contratação de policiais militares para atuar na segurança dos Maanains foi feita por um ex-integrante da igreja, o pastor Mário Moraes.

Garante ainda que a contratação do serviço não está sendo mais utilizado pela igreja, assinalando que “foi extinto logo após identificadas as irregularidades por ele cometidas”, se referindo ao pastor Moraes.

Hoje, a segurança dos Maanains é feita por uma empresa privada. Por isto não seria mais necessária a contratação de policiais militares que faziam, em sua folga, a segurança destes locais.

Remuneração

A Maranata informou ainda que pastores da igreja não recebem remunerações. Porém, algumas pessoas, além de pastores, também prestam serviços ao Presbitério de Vila Velha, a sede administrativa da igreja. Citam como exemplo os advogados, que recebem pelos serviços prestados, não pelo pastoreio.

O pastor Mário Moraes informou, ontem, que a contratação dos policiais militares foi feita há muitos anos por ordem direta do ex-presidente da igreja, Gedelti Gueiros, afastado pela Justiça no final do ano passado. “Havia policiais, inclusive, que faziam a segurança pessoal dele e de sua família”, pontuou Mário.

Moraes, que deixou a Maranata e fundou uma nova igreja, a Louvai, afirma ter sido ele o responsável pela contratação da empresa de segurança privada. “Minha assinatura está no contrato feito com a empresa. Desafio a provarem o contrário”.

Prisão

Os quatro pastores da Maranata presos na última terça-feira continuam presos. O ex-presidente Gedelti Gueiros está em prisão domiciliar, em sua casa. O atual presidente, Elson Pedro dos Reis, e Amadeu Loureiro Lopes estão no Centro de Detenção Provisória de Viana II. Carlos Itamar Coelho Pimenta teve o pedido de habeas corpus negado ontem.
Matéria Maranata - Os detidos: Gedelti, Elson Carlos Itamar e Amadeu Loureiro

 

Relembre o caso

 

> Bens de pastores da Maranata crescem 6 vezes
> Pastor briga para retomar a liderança da igreja Maranata
> Operação apreende documentos em sedes da Igreja Maranata
> Fraude derruba toda a cúpula da Igreja Maranata
> Igreja Maranata: dízimo desviado em fraude milionária
> Pastor usou ‘visão’ para justificar desvio
> Envolvido em compras foi preso pela federal
> R$ 1,8 milhão doados à igreja
> Igreja contratou sobrinho de presidente
> Maranata: “uma igreja que surgiu da luta pelo poder”
> Maranata pagou R$ 941 mil em materiais nunca entregues
> Maranata: líder da igreja é investigado
> Crimes federais investigados

fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/03/noticias/cidades/1419593-pms-ganhavam-r-50-para-fazer-seguranca-da-maranata.html

Maranata: o Senhor Jesus saiu

Não percebem que as investigações não têm como objetivo atacar a igreja, mas sim defender os verdadeiros cristãos que têm sua fé explorada

“Bom senso” tardio

 

testemunhas contra a seita maranata eram intimadas com arma pelos fundadores e cúmplices

testemunhas contra a seita maranata eram intimadas com arma pelos fundadores e cúmplices

Diz a Bíblia no livro de Mateus: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, ali estarei Eu no meio deles”. Já as páginas policiais têm escrito uma verdade nada bíblica: quando o nome de Deus é usado para atender interesses de alguns engravatados, nem mesmo milhares reunidos tornam o momento Divino.

Ironicamente, a Igreja Maranata comemorou seus 45 anos em plena Praça do Papa, na semana do conclave! Lá estavam 130 mil fiéis renovando seus laços de fé.

A megaestrutura dava inveja a qualquer Edir Macedo: 9.500 voluntários, palcos gigantes, coral infantil de 1.500 crianças, adulto com 1.200 vozes, transmissão via internet para 97 países e 2.200 ônibus de fiéis. Na frente uma enorme faixa anunciava: “O Senhor Jesus vem!”. Segundo as más línguas, Cristo quase ficou preso nos engarrafamentos caóticos que surgiram na cidade.

bonecos da obra maranata

bonecos da obra maranata

As falas e orações diziam que Jesus estava voltando. Mas quem chegou foi a Polícia Federal. Dois dias após o megalouvor, quatro pastores da mais alta cúpula da igreja foram presos acusados de intimidar os fiéis que denunciaram a corrupção dos “homens de bens”.

As ameaças se davam de toda forma. E é curioso observar que, em seus atos, os tais “pregadores” contradizem a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse.

No Salmo 22, Cristo é o pastor que conduz seu rebanho no caminho seguro. Já na Maranata, os pastores detidos conduziam os fiéis ao cartório, para mudarem seus depoimentos. No Salmo, o rebanho não teme o vale tenebroso. Já na Maranata, é o temor quem opera a mudança. Diziam: “Para o seu próprio bem, é melhor alterar seu depoimento”. Deu certo: dos vinte ameaçados, sete já mudaram suas declarações.

O Salmo 41 também anda riscado das escrituras: “O Senhor o sustentará em seu leito de enfermidade, e da doença o restaurará”, diz. Já na Maranata, os pastores visitam o “leito de enfermidade”, mas a restauração anda longe. Um membro de 62 anos afirma ter sido ameaçado na UTI, após uma cirurgia de ponte de safena, e até mesmo onde as visitas eram proibidas. Médico, o pastor Amadeu Loureiro foi de branco anunciar a boa nova.

A carta aos Efésios também foi arrancada das Bíblias que carregam debaixo do braço. No capítulo 6, o apóstolo Paulo escreve sobre a “armadura de Deus”, composta pelo “cinturão da verdade, couraça da justiça, sapatos do evangelho, escudo da fé e capacete da salvação”. Já na Maranata, a evangelização tem uma nova arma: a de fogo. Uma testemunha relatou que, ao chegar para conversar com seus líderes, foi recepcionada com uma arma que esperava em cima da mesa.

A Maranata manifestou-se. Em nota, a Diretoria negou tudo, falou de “cruzada religiosa” e disse confiar que “a Verdade prevalecerá”. Alguns fiéis acreditaram. Na internet, disseram que “a perseguição se dá porque as obras de Deus estão incomodando as forças do mal” e que “130 mil pessoas louvando a Jesus faz com que o inimigo se levante contra a Igreja do Senhor”. Não percebem estes que as investigações não têm como objetivo atacar a igreja, mas sim defender os verdadeiros cristãos que têm sua fé explorada.

Igualmente sem sentido é alegar que as prisões são “uma reação ao evento” de domingo. As denúncias de ameaças datam de janeiro. Curioso, na verdade, é a igreja comemorar os 45 anos em março, sendo que seu aniversário é apenas em outubro. Acaso?

Os fiéis que realmente amam sua igreja deveriam dar uma chance à lucidez e apoiar que a Maranata seja liberta daqueles que sujam seu nome. Se hoje as lideranças se reúnem em “dois ou mais” para rasgar os ensinamentos que pregam, cabe aos membros lutar para que “o Senhor Jesus venha”, antes de qualquer coisa, para a instituição.

Em toda essa história, os denunciantes é que têm dado exemplo de fé. Uma das testemunhas disse: “Morro, mas o que está escrito vai continuar, pois disse a verdade”. Vê-se, pois, que sua convicção carrega consigo a maior certeza do cristianismo, afinal, “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”.

Gabriel Tebaldi, 20 anos, é estudante de História da Ufes.

 

Fonte: A Gazeta

fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/03/noticias/colunas/1419414-maranata-o-senhor-jesus-saiu.html