Posts com Tag ‘irmão da maranata’

Olá,

É com pesar que li alguns comentários. De ambos lados vi um certo rancor (devo ressaltar que alguns comentários são edificantes). Não entendo como irmãos discutem de forma tão degradante. Este blog, creio eu, é para alertar e auxiliar; porém, muitos o utilizam para ofender. Sou membro da icm há mais de uma década. vi coisa erradas, mas vi diversas corretas. Sofri com algumas atitudes, mas esqueci. Fui diversas vezes auxiliada por irmãos e pastores e sou grata. Estas coisas eu guardo.

Como sou do DF não sei como exatamente estaõ as coisas, apenas sei o que vi na imprensa e na internet. Sofro com o ocorrido e espero justiça, inclusive divina. Oro todos os dias para que o Senhor mostre seu poder e retire os lobos que se passamm por ovelhas.

me sinto indignada quando penso o quanto diversas ovelhas e pastores sofreram para cumprir “orientações” descabidas do PES. Por isso não entendo o porquê das brigas, é hora de unirmos nossas forças contra aqueles que de fato estão errados. É difícil para nós membros sairmos, especialmente pessoas que como eu, já presenciaram outras dificuldades em outras denominações. Mesmo porque, como já citado, tenho vivido coisas boas na ICM.

Acho que muitos se entregaram a igreja como se esta fosse Deus. sempre acreditei que Deus estivesse presente na ICM, porém tenho membros de minha família de outras denominações e sei que DEus não é exclusivo nosso. Gosto da organização da igreja, mas isto não me faz escrava dela. sei que há vida fora dela e estou aguardando em Deus uma orientação, pois não há como continuar em uma igreja onde o lider não vive o que prega.

um lugar que o presidente foi no mínimo, extremamente relapso com o que era de Deus (04 ANOS MEUS DEUS), como podemos crer que Deus o usará para revelar-nos algo? não que seja impossível perdoar (quem sou eu para julgá-lo?), mas ele se quer assumiu que errou. Irmaõs da ICM meditem: como ser guiado por alguém com tal conduta?

Sei que é dificil, mas vamos aguardar Deus nos mostrar, mas temos que nos disponibilizar a ver o que de fato está acontecendo. não somos marionetes, somos servos de um Deus vivo e ele nos guiará. E irmãos que sairam e se sentem indignados, nos auxiliem, mas com escárnio e ironia não por favor. estamos cheios disso.

Obrigada. E que Deus tenha misericódia de nós.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/apaixonei-me-pela-obra-e-agora/

Eu confesso que errei!

Publicado em junho 24, 2012
igreja cristã maranata - eu confesso que errei

igreja cristã maranata – eu confesso que errei – Frederico Fiuza

Um dia na minha história, algo maravilhoso aconteceu. Encontrei a Jesus Cristo e pela primeira vez na minha vida, pude sentir o peso do pecado sendo arrancado de mim. Senti a alegria em seu fulgor e as lágrimas desse momento era a expressão máxima da minha alma para o meu Salvador Jesus.

Sem pestanejar abracei o evangelho e me entreguei a Cristo. Creio que todos que encontraram a Jesus viveram algo semelhante talvez até mais intenso que isso. Porém não estou aqui para relatar esse grande início, estou aqui para falar como perdi o foco em Jesus durante um período, e deixo claro que a culpa foi única e exclusivamente minha!

Eu vinha do chamado “mundo”, com a alma dilacerada e extremamente faminta! Jesus me via morto nos meus pecados e me chamou para a sua Luz, o chamado foi irresistível e me entreguei ao meu Salvador. Porém, como já mencionei acima, houve um período no qual perdi meu foco em Jesus e voltei o foco para a denominação.

Meu primeiro grande erro foi abster-me da minha consciência me tornando assim alguém facilmente manipulável. Aceitava tudo o que me era ensinado sem questionar, afinal na minha mente prevalecia que todos os homens da denominação eram íntregos, principalmente os líderes da mesma, e só queriam o meu bem. Com essa brecha aberta, os conceitos mais absurdos foram paulatinamente sendo implantados em minha mente por pessoas que eu julgava serem idôneas.

O primeiro conceito que foi ensinado abertamente ou não era que a salvação estava restrita a certo grupo de pessoas da denominação, a igreja fiel que tinha o apelido de “obra”. Com isso passei a considerar todos os demais irmãos, de qualquer outra denominação, como “religiosos” que não possuíam a salvação. Meu ímpeto nesse conceito não ficava apenas no campo da ideologia, eu era um valente dessa “obra” e fazia questão de “evangelizar” os irmãos de outras denominações. Em eventos promovidos pela minha igreja eu tive a audácia de adentrar numa denominação, na qual um grupo estava ensaiando, e os convidar para participar do evento da minha denominação. Quando trabalhava com algum irmão, fazia questão de mostrar que a minha denominação era melhor do que a dele, e sempre que podia tentava desmerecer as denominações alheias. Afinal, engoli a falácia da salvação restrita a esse pequeno grupo chamado de “obra”.

Com o pensamento cauterizado, outros conceitos absurdos foram facilmente incorporados. O pior considero eu, era que a minha salvação dependia de uma série de ritos (revelações), que eu deveria cumprir. Se eu não fosse fiel às revelações provenientes do governo da igreja, eu estaria com minha salvação em risco. Vocês não tem ideia de como se sente alguém que teve a culpa removida por Cristo voltar a sentir culpa novamente. Tudo era motivo para me culpar! Nos dias estipulados pela liderança que eu não conseguia ir orar na igreja as 6:00, eu me sentia péssimo. Eu dizia que aquilo acabava com meu dia e os que escutavam isso, ao invés de aliviar a culpa, diziam que se sentiam assim também, pois foram desobedientes ao Senhor. Tudo era motivo para me sentir culpado! As mensagens pregadas torturavam a minha alma com mais e mais culpa. Quando eu ia orar, sempre me ajoelhava com tristeza, pois, pensava eu estar desapontando a Deus, pensava estar causando a ira de Deus. As reuniões com os obreiros (salva raras exceções com um pastor específico que prefiro não identificar) eram massacrantes. Reuníamos-nos para ouvir que estávamos mais errados e que Deus não nos abençoaria enquanto não voltássemos a ser obediente em tudo o que Deus supostamente revelava a esses líderes. Era um ciclo sem fim, vivia me esforçando para não falhar em nada, pois não queria voltar para a garra do diabo e muito menos aborrecer a Deus com minha “desobediência”. De maneira magistral, foi ensinado que quem rompesse com tudo era um caído, e fui fortemente desencorajado a quiçá cumprimentar a esses. Além disso, todos que deixavam ou questionavam esse modelo seriam acometidos de tudo quanto é maldição.

Além disso, aprendi que tudo lá era santo, menos eu! Por mais que me esforçasse, jamais seria santo. Porém o altar era santo, as flores do altar eram santas, o chão era santo, tudo naquele espaço físico era santo, menos eu. Os instrumentos musicais eram “consagrados”, os bancos, as portas, tudo menos eu. Santificação das coisas, dos ritos e do lugar. Reverenciava todas essas coisas “santas”, não ousava tocar nas flores do púlpito, não emprestava o instrumento a ninguém que não fosse da igreja, pois ele era consagrado! Se não bastasse, a bíblia era para mim apenas um mero livro que carecia da “revelação” dada pelos meus líderes. Sendo assim, não interessava o que a bíblia dizia, mas sim o que era interpretado/revelado pela liderança.

Com tudo isso, me tornei um perfeito servo, não de Deus, mas da minha denominação. Comecei a cumprir tudo o que me mandavam e com isso o meu ego foi sendo alimentado e com o ego superinflado me tornei um soberbo! Não importava o que me diziam, sempre eu estava com a razão. Comparava a minha espiritualidade com os demais e sempre me sentia por cima. Só que essa espiritualidade não tinha nada de espiritual, era apenas uma comparação de quem tinha cumprido mais o que haviam mandado, e por tempos eu fui muito bom nisso. Aprendi a pregar os mesmos conceitos que me foram ensinados, e eu era bom nisso! Aprendi a evangelizar de forma errada, essa evangelização consistia em tentar argumentar que minha denominação é a fiel e era melhor do que as outras, e evangelizava dizendo o que minha igreja era privilegiada, pois cumpria tudo o que Deus mandava, e mais uma vez eu era bom nisso.

Sentia muito orgulho quando na rua alguém do mesmo lugar me via vestido de acordo com o uso e costume que era passado na maior hipocrisia. Dizia-se que não pregavam, mas cobrava-se e eu não queria ser tido como desarrumado. O pior era a hipocrisia quando eu dizia para os demais que a dita “obra” não era apenas na minha denominação, eu poderia até dizer, mas no meu interior eu não acreditava e nem fui encorajado a acreditar que havia operação de Deus em outro lugar. Tornei-me um perfeito formatado e manipulável.

Porém, mesmo depois disso tudo a culpa não me abandonava, e por mais que eu me esforçasse continuava a me sentir super culpado quando falhava em algo. Algo tentava abafar Cristo em minha vida, algo que me fazia sentir culpado e por fim descobri o que era. Era o farisaísmo que imperava em mim e em grande parte das pessoas da minha denominação, digo grande parte porque sempre notei alguns que nunca foram, e por mais que estivessem ali, viviam o evangelho de Cristo, por Cristo e para Cristo.

Jesus de maneira maravilhosa abriu meus olhos, mas isso foi aos poucos, gradativamente todos os conceitos errados foram caindo por terra, foram dando espaço ao evangelho genuíno e todo o meu farisaísmo foi sendo tragado no poder de Cristo! Quando em meio isso tudo, descobri a Graça de Deus, foi como se eu tivesse me convertido de novo. Quando Jesus me ensinou que meus esforços não me salvariam e que eu apenas deveria confiar a Ele a minha salvação, TODA A CULPA foi removida mais uma vez da minha vida! Numa primeira vez Jesus removeu a culpa do pecado e dessa segunda vez e não menos pior, Jesus removeu a culpa que a religiosidade impôs sobre minha vida! A graça e somente a graça pela fé em Jesus era o alento que minha alma precisava em meio a tanta dor. Mas não foi fácil, e ainda não é fácil romper com tudo, sei que tenho muito, mas muito ainda o que aprender, voltei ao “leitinho” que o Apóstolo Paulo falava, porém agora é diferente, sei que tudo o que tenho que aprender e mudar será Deus que irá fazer e não eu. Deus vai completar em minha vida a obra que Ele começou a fazer sem ser necessário o menor esforço meu. Deus iniciou, Ele que conduz, e será Ele que irá concluir, eu aprendi que sou apenas o expectador mais interessado naquilo que Deus está fazendo e irá fazer em mim.

Já aprendi que a Graça por meio da fé é a única condição para a salvação, não sendo necessário que eu cumpra nenhuma revelação, ordem ou lei para isso! Aprendi que o corpo de Cristo são todos os salvos do Senhor, aprendi que a santidade está nas pessoas e não nas coisas, de forma que, aonde quer que eu vá, devido ao Espírito Santo que habita em mim, o local será santo não pelo local em si, mas pelo o Espírito Santo que está em mim, seja o púlpito, minha casa, a sala do cinema, o estádio de futebol para assistir o Fluzão, seja aonde eu for, o local será santificado por conta do Espírito Santo que mora em mim. Aprendi que tenho amigos que não são convertidos (ainda), mas não deixam de serem amigos, aprendi a ver os irmãos de outras igrejas como verdadeiros irmãos e como eu amo os meus irmãos! Aprendi que se um irmão padece todo o corpo padece e por isso eu choro quando vejo alguém padecendo, mesmo aqueles que de fato caíram, são ovelhas que precisam de ajudadores e não de julgadores, aprendi que o perdão não carece de justificativa, muito contrário, quando se tenta justificar o erro você não está pedindo perdão, sendo assim o para o perdão necessita-se apenas de confissão, por isso resolvi escrever essa confissão, para pedir perdão a todos os que ofendi com minha soberba e arrogância no tempo em que o farisaísmo imperava em minha vida.

Não me considero perfeito, não mais, muito menos considero melhor do que alguém, não mais. Não quero que ninguém se ofenda com essa confissão, como disse há muitos irmãos verdadeiros onde eu encontrei Jesus e peço que por gentileza, se um dia o fariseu que havia em mim, tentar voltar, me avise para que juntos, com o Senhor, possamos colocar ele no seu devido lugar.

RESPIRANDO POR APARELHOS!

Meus irmãos,

Comparo um grande grupo de icemitas como doentes da UTI que estão respirando por aparelhos! Explico:

A igreja deveria ser lugar de descanso, paz, comunhão com o Altíssimo, ninho de amor, ajuda ao próximo, cumplicidade, enfim, de “lavagem dos pés”, como é o tema deste artigo, contudo, na ICM, há muito tempo, e eu acredito que desde sempre, o retrato é de cobrança, competição, falta de amor, ódio, desprezo, facciosismo, favorecimento indevido, injustiça, humilhação, ou seja, tudo que afasta o conceito bíblico que expressa o bom convívio entre os irmãos, e que faz a diferença para a bem-aventurança (felicidade) do servo.

Quando ainda na icm, era procurado por jovens, senhoras, varões, que estavam juntos conosco ali todos os dias, mas tinham dificuldades tremendas em suas vidas, e que me confidenciavam coisas de cortar o coração. Lembro de uma irmã que me contou ainda amar o seu ex-marido, do qual já havia separado há 20 ANOS! Esse ex-companheiro já havia constituído outra família, mas a querida irmã mantinha as esperanças de reconstruir o seu lar e com o seu grande amor! Chorei! Choramos juntos!

“Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram” (Romanos 12:15).

Após ouvir, disse que não havia mais nada a fazer senão orar, e orei, chorando, com ela.

O assustador é que eu estava atuando como diácono naquela igreja por menos de um ano, portanto a irmã não me conhecia há muito tempo, e pôde confiar em mim, simplesmente porque eu me colocava à disposição para ouvir.

Nessa “obra” maranática, quem faz o básico de assistência tem feito a diferença. Isso é uma triste constatação!

Mas a igreja não tem pastor? Tem, está no maanaim, viajando, em reunião, ocupado, não pode atender, não tem tempo, afinal ele tem muitas igrejas, e tem que assistir as outras. Mas e o seu capitão de grupo? Ele não é pessoa confiável, e além disso, não nos dá atenção, vive em reuniões, assistências em outras igrejas da “obra”. Fala sério! Como diz o nosso amigo Pastor Eduardo: ISSO É UM HOSPÍCIO! Ou ainda como se diz no Rio, “aqui, o filho chora e a mãe não vê”.

Se alguém sério queira fazer um bom trabalho na icm, terá que vencer um enorme obstáculo de compromissos, e ainda assistir (lavar os pés) dos irmãos, mesmo porque sabemos que “não teremos parte com Jesus”, se assim não procedermos, não é mesmo?

“Simão, filho de Jonas, amas-me?…Apascenta as minhas ovelhas” (3 vezes nos versos 15, 16 e 17 do Evangelho de João, no capítulo 21).

Aí, eu pergunto aos icemitas: qual foi a última vez que teu pastor visitou a tua casa? Ou o grupo de intercessão? Ou até mesmo seu grupo de assistência (sem contar as que foram só para alimentar o SGI – SISTEMA que GEDELTI INVENTOU)? As pessoas de frente da igreja, dentre elas o pastor, conhecem o teu problema e acompanham em oração e conselhos? Já ficaste doente? Alguém foi te visitar? Alguém se ofereceu para ajudar, com relação a tua filha que precisava de cuidados, enquanto estava no hospital? Você recebe algum auxílio desta “obra”, que é rica devido às contribuições dos irmãos, para que não passe necessidades na tua casa?

Não precisa responder para mim nem para esse blog, mas seja sincero(a). Muitos aqui mesmo já responderam com seus testemunhos essas perguntas. Eu até acredito que ainda há raras exceções, mas no geral o quadro não é bom.

O que te prende então a um lugar que desconhece totalmente a tua causa, e te despreza? Achar que é o único lugar que leva à salvação? Achar que todos os outros servos cristãos, de outras denominações, não recebem bençãos e vivem infelizes? Achar que tem que ir aos cultos todos os dias? Achar que é necessário fazer madrugadas, jejuns coletivos, para supostamente receber Graça do Senhor? Achar que a Palavra precisa ser revelada, para trazer efeito de Vida Eterna no homem? Achar que você, se decidir sair, vai morrer, vai ficar doente crônico, o cachorro vai lamber tua boca, etc…? Achar que é Deus que está revelando todas as necessidades dos servos da igreja, e um dia vai dar direção para a tua vida, só na maranata?

Essas coisas já foram massantemente combatidas neste espaço. Permita-se investigar.

Se você acha isso tudo. Eu te alerto, pode estar respirando por aparelhos. E te dou um conselho: aprenda a respirar por si só, analisando todas as coisas, e estudando a Palavra de Deus, do contrário, quando alguém puxar a tomada da parede, e o grande aparelho denominado “obra” for desligado da tua vida, você poderá sucumbir. Cuidado!

Pense nisso!

Um abraço fraternal a todos!

Um ótimo final de semana!

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/04/lavando-os-pes/#comment-12840