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Vidas continuam hoje mesmo em graves riscos de vida. Pessoas que adoecem de repente, vitímas das mais estranhas enfermidades repentinas. Vigilias de membros de emergência. O destruidor está passando pelo palácio dos servos do $iô, e o sangue das vitimas só aumentando. Ai de vós servos infieis, ai de vós mercenários que escolhestes os favores de outro evangelho, de outros $enhore$. Vossa hora está chegando, a hora em que o Senhor da Vinha irá acertar contas com cada um de vós pessoalmente, e vos questionar pelas vossas decisões….ai de vós presbiteros iluminadissímos com a revelação “além da letra” e suas doutrinas além do Mestre jesus…..de tanto clamarem já se sente o cheiro do sangue….sim do sangue, mas não o de Cristo, antes o sangue das ovelhas que sacrificaste a mamon e baal……..e espante-se….está sobre vossas vestes, em vossas mãos….espante-se o mundo por aquilo que está para vir…mais um poucochinho e certamente está chegando…

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/06/desertores-quem-sao-e-onde-estao/#comment-12204

Após denúncias de fraude milionária em dízimos, toda a liderança da Igreja Maranata é investigada por crimes federais

Após as denúncias de desvios milionários de dízimos da Igreja Maranata, toda a cúpula da denominação, incluindo seu presidente, Gedelti Gueiros, estão sendo investigados pelo Ministério Público Federal por uma série se crimes, incluindo estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e crime contra a ordem tributária.

Entre as irregularidades investigadas pelo MPF estão compra de equipamentos de videoconferência de forma irregular em outros países, e o envio de remessas de dólares para o exterior. As denúncias envolvendo compra irregular de dólares aparecem até mesmo na investigação feita pela própria Maranata no final do ano passado. Já os equipamentos de videoconferência, que compõe um sistema que interliga os templos no Brasil e no exterior teriam sido comprados nos Estados Unidos e no Paraguai e trazidos para o Espírito Santo de forma irregular, na mala dos fiéis.

De acordo com os depoimentos, os pastores da igreja alegam que o dinheiro, que era levado para fora do país na mala dos fiéis, serviria para ajudar os “irmãos no exterior”.

De acordo com o Gazeta Online, o autônomo Julio Cesar Viana foi flagrado transportando rádios e projetores estrangeiros sem nota fiscal, dentro de uma mala. Viana, cujo nome aparece na descrição de vários documentos de caixa da Maranata, chegou a ser denunciado, mas apenas pelo transporte dos equipamentos.

A Igreja declarou-se tranquila sobre o caso e publicou uma nota na qual afirma que se antecipou e já procurou tanto a Receita Federal quanto a Receita Estadual solicitando que apurassem as possíveis irregularidades na compra dos equipamentos de videoconferência. Sobre as denúncias de envio de dólares para o exterior na mala de fiéis, o texto da nota afirma que desconhecem o assunto. A nota diz que “não há registro oficial na Igreja Cristã Maranata de envio de recursos financeiros para o exterior”.

Fonte: Gospel+

fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/cupula-igreja-maranata-investigada-crimes-federais-31926.html

foto: Bernardo Coutinho
Elcio Alvares, deputado estadual pelo DEM, junto com a mesa diretora, anuncia a devolução do dinheiro que não foi usado na última gestão - Editoria: Política - Foto: Bernardo Coutinho
O deputado Elcio Álvares doou R$ 860 mil  à instituição nos últimos seis anos

Vilmara Fernandes e Letícia Cardoso

Um total de 1,8 milhão de recursos públicos foi destinado por deputados estaduais para a fundação da Igreja Cristã Maranata. Entre os parlamentares que destinaram os recursos para a fundação Ademar Passos de Barros – no período de 2005 a 2011 – estão Elcio Álvares, Aparecida Denadai, Geovani Silva e Jurandy Loureiro. Os três primeiros são fiéis da igreja; e o último, amigo pessoal do presidente da instituição, Gedelti Victalino Gueiros.

Os valores foram entregues para compra de ambulâncias, subvenções sociais, apoio a entidades filantrópicas, compras de equipamentos e até para melhorias no atendimento. Quem mais fez doações no período foi Elcio (R$ 860 mil), seguido de Aparecida (R$ 450 mil), de Geovani (R$ 410 mil) e, por último, Jurandy (R$ 80 mil).

A fundação leva o nome do primeiro presidente da Maranata, Manoel dos Passos Barros, sogro do atual líder da igreja, Gedelti. Hoje é administrada por Nilson Ladeira. O administrador anterior era Antônio Tarcísio Correa de Mello, cujo nome aparece em um dos muitos documentos relativos ao esquema de fraude montado por membros da instituição.

Crédito

O documento – um comprovante de crédito em conta corrente – teria sido feito por uma parente de José Gomes Filho. De acordo com ele, o valor refere-se ao pagamento de um empréstimo que conseguiu com Antônio Ângelo Pereira dos Santos, o vice-presidente afastado pela igreja e apontado como cabeça do esquema de desvios. “Fui orientado por Antônio Ângelo a depositar na conta de Tarcísio como pagamento de parte de um lote em Domingos Martins”, diz José Gomes, no mesmo documento.

Também participava da diretoria da fundação o coronel reformado da Polícia Militar Renato Duguay Siqueira. Ele foi um dos militares que comandaram a “rebelião de coronéis contra o ex-secretário de Segurança Pública, Rodney Miranda, após a publicação do livro “Espírito Santo”. A obra relata a participação de militares, incluindo coronéis, na morte do juiz Alexandre Martins Filho.

Desvio

O desvio de recursos na Maranata contava com a participação de pastores, diáconos e até fonecedores, segundo investigações da igreja. Estimativas iniciais apontam para um rombo de R$ 21 milhões. A igreja recorreu à Justiça, pedindo ressarcimento de R$ 2,1 milhões. Além do vice-presidente, o contador Leonardo Meirelles de Alvarenga foi afastado.

A Maranata, por meio de sua assessoria, informou que Tarcísio e Duguay não atuam na fundação há um ano e que as transações que envolvem ao nome deles são particulares.

Ex-deputado não se arrepende de ter apoiado doações

O deputado Élcio Alvares (DEM), a ex-deputada Aparecida Denadai (PDT) e os ex-deputados Geovani Silva e Jurandy Loureiro (PSC) foram procurados por A GAZETA para comentar sobre as emendas parlamentares que apresentaram na Assembleia Legislativa a favor de repasses financeiros do Estado para a Fundação Manoel Carlos de Barros. Somente o ex-deputado Geovani Silva atendeu às ligações.

Ele afirmou que não se arrepende de ter apoiado a doação de recursos à fundação, coordenada pela Igreja Maranata. “Se a igreja está com problemas isso não significa que as emendas também estão. Não há nenhum problema e prova alguma que diga o contrário. Não fiz nada errado”, defende-se Geovani Silva.

Prevenção

Ao todo, entre 2005 e 2011, foram mais de R$ 1,8 milhão destinados para ações sociais. Segundo o ex-deputado Geovani Silva, parte dessa verba, aprovada pela Assembleia Legislativa, foi destinada a programas de prevenção ao câncer de pele. “Visitei os espaços ajudados pela fundação e vi para onde parte do dinheiro foi. Entre os locais está o Cacon (Centro de Alta Complexidade em Oncologia)”, disse.

O ex-deputado frisou que acredita na palavra do presidente da Igreja Maranata, Gedelti Gueiros. “Por ele, boto a minha mão no fogo”, frisou Geovani Silva. Ele, o deputado Elcio Álvares e a ex-deputada Aparecida Denadai são membros da igreja. O ex-deputado Jurandy Loureiro é amigo de Gueiros. (Maurílio Mendonça)

Presidente da Maranata não comparece à delegacia e novo advogado assume o caso

O depoimento do presidente da igreja Maranata, Gedelti Victalino Gueiros, à Delegacia de Defraudações e Falsificações, em Vitória, foi adiado. Ele foi intimado a comparecer no local às 10 horas desta quinta-feira (09), mas o advogado que assumiu a defesa da igreja referente ao inquérito criminal, Homero Mafra, pediu prazo ao delegado Gilson Gomes para analisar o caso.

Nesta sexta-feira (10) o delegado deve se reunir com o advogado. Ainda não há nova data para o depoimento do representante da igreja. Gueiros deve prestar informações sobre um esquema de desvio de dinheiro na igreja.

O inquérito policial foi aberto há três dias, segundo o delegado, com base em reportagens publicadas sobre o assunto. “E já conta com três volumes”, assinalou Gomes, na tarde de ontem, acrescentando que tem recebido diversas denúncias e informações de fiéis. A polícia também recebeu um ofício do juiz da 8ª Vara Cível, Robson Albanez, solicitando que investigasse o caso.

Albanez – denunciado pela Operação Naufrágio por venda de sentenças – decretou, a pedido da Maranata, segredo de Justiça na tramitação do processo. Até o fim da noite de ontem, não estava confirmada a ida de Gedelti à delegacia.

Pastor omitiu bens em sua declaração de imposto

O nome de Antônio Ângelo Pereira dos Santos, o homem que ocupava a vice-presidência da Igreja Cristã Maranata, aparece em documentos de compras de imóveis que não foram declarados ao Imposto de Renda. Ele foi afastado de suas funções – administrativas e religiosas – após ter sido acusado de montar um esquema de desvio de recursos do dízimo.

Um desses imóveis é um apartamento localizado em Valparaíso, na Serra, comprado em 2007. No mesmo município, há outro imóvel em um condomínio fechado que ainda não foi declarado ao Fisco.

No mesmo município e das mesmas construtores, outro membro da igreja comprou imóveis bem semelhantes, que juntos totalizam mais de R$ 600 mil. Essa pessoa – que em 2009 declarou ser solteira e ter como profissão “pavimentador” – passou para Antônio uma procuração com amplos poderes. Há indícios de que essa pessoa seria um dos laranjas do vice-presidente afastado, apontado como o responsável pelo desvio de recursos do dízimo.

Em casa

Há documentos que mostram a movimentação financeira de Antônio Ângelo e que revelam que ele vendeu à própria igreja uma área em Serra-Sede. Documentos mostram, ainda, que Antônio Ângelo atuava nas empresas que prestavam serviço para o Presbitério de Vila Velha. Uma delas é uma empresa de serviços elétricos que o contratou como consultor. Pelo serviço “extra”, praticado em 15 horas semanais, recebia R$ 12 mil por mês.

Há ainda dezenas de cheques e transferências para contas correntes, todas nominais, que foram creditadas na conta de Antônio Ângelo por diversas empresas. Todas prestaram depoimento na investigação feita pela Maranata, revelando que, do faturamento que obtiveram, até 70% eram destinados a Antônio Ângelo.

defesa

O advogado José Luiz Oliveira de Abreu – que defende Antônio Ângelo e o contador Leonardo Meirelles de Alvarenga, também acusado pelos desvios – diz que todo o material obtido pela investigação da igreja não tem relevância e que boa parte dos documentos são anônimos. Acrescenta que seus clientes não tiveram o direito de se defender junto à igreja e que só podem ser considerados culpados após julgamento.

Preocupação com malha fina nos EUA

Uma troca de e-mails entre pastores revela que a remessa de dólares para o exterior chamou a atenção do Banco Central dos Estados Unidos. O comunicado foi feito pelo pastor americano Ben Kennedy a Antônio Ângelo Pereira dos Santos, o pastor que ocupava a vice-presidência da Maranata e que foi afastado após ser apontado como o cabeça do esquema desvio de recursos.

Todo mês, Kennedy enviava a Antônio um relato sobre as remessas de recursos destinados ao Leste Europeu. Em março de 2011, relatou ter recebido um telefonema do representante do Banco Central norte-americano.

“A impressão que tive foi de que estamos em alguma malha fina da auditoria do governo americano, que sempre procura indícios de lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo”, diz Kennedy, em seu e-mail. E orienta: “Talvez seja interessante considerar fazer estas transferências pela Europa”.

A Maranata informou que desconhece irregularidades nesse sentido. Caso tenha ocorrido, terá sido mais uma atitude irregular do antigo gestor. Diz que mantém seu compromisso de apurar as denúncias e exigir, pelos meios legais, a punição dos responsáveis e o ressarcimento do que lhe foi subtraído.

fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/02/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/1111561-r-1-8-milhao-doados-a-igreja.html

Maranata: líder da igreja é investigado

A análise de documentos e de depoimentos ao Ministério Público revela que tudo o que acontecia na igreja passava pelo pastor Gedelti Gueiros

Quarenta dias após ter sido divulgado um esquema de corrupção na Igreja Cristã Maranata, o Ministério Público Estadual abriu um inquérito criminal para investigar o desvio de recursos provenientes do dízimo doado por fiéis. O presidente da instituição, Gedelti Gueiros, que não era apontado como um dos responsáveis pelo crime, é agora alvo da investigação junto com o restante da cúpula da igreja. Estimativas iniciais apontam que o rombo pode superar R$ 21 milhões.

Entre os crimes já identificados estão estelionato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, formação de quadrilha e crimes contra a ordem tributária. O trabalho é conduzido pelos promotores do Grupo Especial de Trabalho de Proteção à Ordem Tributária (Getpot) e pelo Grupo Especial de Trabalho Investigativo (Geti).

Outra realidade

A Maranata, em uma apuração interna feita em outubro do ano passado, apontou como responsáveis pelo desvio três pastores e um diácono. Mas em uma ação movida na Justiça, a igreja acusou como cabeças do esquema o seu vice-presidente, o pastor Antônio Ângelo Pereira dos Santos, e o contador e diácono Leonardo Meirelles de Alvarenga, ambos afastados de suas funções.

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As investigações dos promotores mostram, porém, uma realidade diferente. A análise de documentos e até os depoimentos de fiéis e empresários que eram fornecedores da igreja revelaram que Gedelti Gueiros é tido como um líder absoluto, uma espécie de mito que detém o controle da Maranata. Ele está na cúpula da igreja desde a sua fundação e há cinco anos é seu presidente.

A gestão da Maranata estava nas mãos dele e de seus assessores diretos – vice-presidente, diretores, secretários, assessores e membros do conselho presbiterial. Juntos nomeavam e delegavam poderes e cargos estratégicos, aprovavam e avalizavam contas e condutas. Isso, segundo as investigações, indica que Gedelti sabia de tudo o que acontecia na igreja, não só no âmbito religioso, mas também administrativo.

Essa competência está prevista no estatuto da igreja que vigorava até o final do ano, quando foram feitas as denúncias de fraude. Ao presidente, segundo o documento, cabe: “Convocar e presidir reuniões, representar a igreja e indicar assessoria administrativa, econômica, jurídica e outras”.

Concentração

Outra conclusão dos promotores é de que a administração de toda a estrutura da igreja está centralizada no Presbitério, localizado em Vila Velha. De lá parte todo o comando administrativo e espiritual seguido com rigor pelos pastores nos mais de cinco mil templos no Brasil e exterior.

É também no Presbitério que está o caixa único da igreja, que recebe os recursos oriundos do dízimo de todos os templos. A Maranata não informa quanto arrecada por mês, mas sabe-se que é a segunda em número de evangélicos no Estado e uma das que mais cresce no país. Foi dessa conta que os recursos foram desviados.

A Gazeta 
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A investigação indica que os autores do desvio podem ter praticado fraudes que caracterizam estelionato, e que o crime seria semelhante ao dos dirigentes da Igreja Universal do Reino de Deus, vista pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) como “uma organização criminosa que se valia da estrutura da igreja e de empresas vinculadas para arrecadar vultuosos valores, ludibriando os fiéis”.

Esquema

O esquema seria viabilizado por intermédio da emissão de notas fiscais frias fornecidas por um grupo de empresas que prestavam serviços – que não existiam ou eram superfaturados – para a Maranata.

Na investigação realizada pela própria igreja diversos empresários chegaram a dar depoimentos confirmando a emissão de notas frias. Um deles é o proprietário de uma pequena papelaria localizada em São Torquato, Vila Velha. A Maranata chegou a pagar mais de R$ 941 mil por materiais que nunca foram entregues.

Havia ainda a criação de empresas falsas, a utilização de laranjas para adquirir bens ou constituir as sociedades comerciais. Atos que configuram, segundo os promotores, em outro crime, o de falsidade ideológica.

A possível associação entre os pastores que administravam a igreja para efetivar os crimes é caracterizada como formação de quadrilha, com viés de organização criminosa. O objetivo de tudo, segundo o que indicam as investigações, seria o enriquecimento ilícito. Algo que foi identificado a partir de movimentações financeiras discrepantes e pela ostentação de bens e patrimônio sem comprovação.

Carros e imóveis

Nos depoimentos há relatos de que os recursos desviados eram usados na compra de carros, imóveis, terrenos, apartamentos e no pagamento de contas pessoais. Outra parte do dinheiro era investida na compra de dólares, enviados para o exterior na mala dos fiéis.

Foram constatadas ainda provas de fraude ao fisco, com a emissão de notas fiscais frias e falsas, além da falsificação de dados em livros contábeis, que eram lavrados de forma ilícita para justificar os gastos que eram desviados da igreja. Para o Ministério Público Estadual isso constitui crimes contra a ordem tributária e de lavagem de dinheiro.

Parte das informações obtidas durante o processo de investigação vai ser encaminhada para o Ministério Público Federal. Dentre elas, a compra de equipamentos de videoconferência, que teriam entrado no Brasil de forma irregular. Os equipamentos eram adquiridos no Paraguai e nos Estados Unidos e trazidos para o Espírito Santo na mala de alguns fiéis.

Prazo

A investigação tem prazo de 90 dias para ser concluída, podendo ser prorrogada conforme a necessidade dos promotores. A partir de agora, todos os que supostamente teriam participado das ações ilícitas serão intimados a prestar depoimento.

O inquérito criminal tramitará com restrições a publicidade dos fatos apurados, o que significa que parte das informações não será divulgada. O objetivo, segundo os promotores, é não atrapalhar o andamento das investigações.

Igreja diz que “busca a justiça”

“Buscar sempre a justiça”. Esse sempre foi o objetivo da Maranata, segundo nota emitida pela igreja e assinada pelo advogado responsável por sua defesa criminal, Homero Mafra. Nela destacam que prova disso foram as medidas adotadas, como a realização de um procedimento interno de investigação e contratação auditoria independente para apurar as irregularidades cometidas contra a instituição. “Tudo por iniciativa da própria igreja”, diz a nota.

Houve ainda, segundo a nota, a troca dos membros do Conselho Prebiteral, que solicitaram ao Ministério Público Estadual e à Receita Federal que apurassem as possíveis irregularidades. “Vamos aguardar a apuração de todos os fatos e a responsabilização dos envolvidos”. Acrescentam que a igreja “utilizará de todos os meios disponíveis para preservar o seu rebanho e seus valores éticos, morais e espirituais”.

Na Justiça a igreja move uma ação contra o vice-presidente Antônio Ângelo Pereira dos Santos e o contador Leonardo Meirelles de Alvarenga, ambos já afastados de suas funções. O processo estava nas mãos do juiz Robson Albanez, que na última semana suspendeu o segredo de justiça e se deu por impedido para julgar a causa, alegando “questões de foro íntimo”. O caso foi transferido para o juiz da 7ª Vara Cível, Marcos Assef.

O caso também está sendo investigado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações. O presidente da Maranata, Gedelti, chegou a ser convidado a depor, mas não compareceu.

fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/03/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/1144923-maranata-lider-da-igreja-e-investigado.html