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Publicado por Tribunal Regional Federal da 2ª Região

1ª Vara Federal Cível

Boletim: 2017000048

FICAM INTIMADAS AS PARTES E SEUS ADVOGADOS DAS SENTENÇAS/DECISÕES/DESPACHOS NOS AUTOS ABAIXO RELACIONADOS PROFERIDOS PELO MM. JUIZ FEDERAL ALEXANDRE MIGUEL

2006 – MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL/TRIBUTÁRIO

44 – 0037065-10.2016.4.02.5001 (2016.50.01.037065-4) (PROCESSO ELETRÔNICO) AMADEU LOUREIRO LOPES E OUTROS (ADVOGADO: ES005868 – LUCIANA MARQUES DE ABREU JÚDICE DESSAUNE, ES010077 – RODRIGO FRANCISCO DE PAULA, ES016617 – DIEGO GOMES DUMMER, ES006282E – DANIELA GARCIA DE OLIVEIRA, ES012722 – CAROLINE WEBER SANTOS, ES025101 – RACHEL FREIXO, ES020251 –RODRIGO GOMES DOS ANJOS LIMA.) x DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VITÓRIA / ES. SENTENÇA TIPO: A – Fundamentação individualizada REGISTRO NR. 000690/2017 Custas para Recurso -Réu: R$ 0,00. . PROCESSO Nº 0037065-10.2016.4.02.5001 (2016.50.01.037065-4) / MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL/T RIBUTÁRIO / CLASSE 2006 / 1ª VARA FEDERAL CÍVEL IMPETRANTE: AMADEU LOUREIRO LOPES E OUTROS

IMPETRADO: DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VITÓRIA / ES

A – Fundamentação individualizada

SENTENÇA

Trata-se de mandado de segurança, com pedido de liminar, ajuizado por AMADEU LOUREIRO LOPES, ANTÕNIO CARVALHO PEIXOTO, ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES DE OLIVEIRA, AUGUSTO KOHLS FILHO, GEDELTI VICTALINO TEIXEIRA GUEIROS E WALACE ROZETTI, contra ato apontado coator do Sr. DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VITÓRIA– ES, partes devidamente qualificadas nos autos, através do qual pugna, em síntese, pelo reconhecimento de seus direitos líquidos e certo de não sofrerem o arrolamento de seus bens e direitos em decorrência dos créditos tributários constituídos nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586-720.576/2015-15, determinando a anulação dos Termos de Arrolamento de Bens e Direitos então lavrados.

Os impetrantes alegam, em síntese, na inicial, o que se segue:

Que a IGREJA CRISTÃ MARANATA (CNPJ nº 27.056.910/0001-42) passou por uma ação fiscal deflagrada com base no MPF nº 07.2.01.00-2014-00074-1, por solicitação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo, através do Ofício OF/GAECO/Nº 169/2015, que encaminhou cópia integral do Procedimento Investigatório Criminal nº 005/2012, então em trâmite na Vara de Inquéritos Criminais da Comarca de Vitória;

Que Os créditos tributários constituídos deram origem ao Processo Administrativo Fiscal nº 15586720.576/2015-15 e a autuação chegou ao vultoso valor de R$ 37.594.820,11 (trinta e sete milhões, quinhentos e noventa e quatro mil, oitocentos e vinte reais e onze centavos);

Que os créditos tributários constituídos deram origem ao Processo Administrativo Fiscal nº 15586720.576/2015-15 e a autuação chegou ao vultoso valor de R$ 37.594.820,11 (trinta e sete milhões, quinhentos e noventa e quatro mil, oitocentos e vinte reais e onze centavos);

Que foram cientificados da lavratura de Termo de Arrolamento de Bens e Direitos em decorrência da constituição dos referidos créditos tributários (Doc. 04), sem que, todavia, fosse levado em consideração que, uma vez somados os bens e direitos de todos os sujeitos passivos, principalmente os do contribuinte (a IGREJA CRISTÃ MARANATA), não se cumpre um dos requisitos para se proceder ao arrolamento, qual seja, a exigência de que a soma dos créditos tributários ultrapasse 30% (trinta por cento) do patrimônio conhecido de todos eles;

Que apresentaram recurso administrativo, por meio do qual requereram a anulação dos Termos de Arrolamento de Bens e Direitos lavrados, sob o fundamento de que o arrolamento não teria cabimento, uma vez que o patrimônio conhecido da IGREJA CRISTÃ MARANATA supera, em muito, o valor dos créditos tributários que ainda estão em fase de constituição, cujo somatório não ultrapassa 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido;

Que os recursos, todavia, foram indeferidos, com a alegação de que embora o art. 2º, caput, da Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil – IN/RFB nº 1.565/15, estabeleça que devem ser somados os bens e direitos de todos os sujeitos passivos para fins de se apurar se os créditos tributários ultrapassam 30% (trinta por cento), como requisito para se proceder ao arrolamento, o seu § 2º determina que “no caso de responsabilidade tributária com pluralidade de sujeitos passivos, serão arrolados bens e direitos daqueles cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente, os limites mencionados no caput;

Que a legislação estatui dois requisitos para que se faça o arrolamento, quais sejam, o valor da dívida tributária deve ser superior [i] a 30% (trinta por cento) do patrimônio conhecido; e [ii] a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais);

Que tais disposições inovam, em flagrante violação ao princípio da legalidade, o quanto disposto no art. 64, caput, da Lei nº 9.532/97, ao determinar que seja considerado individualmente o limite de 30% do patrimônio conhecido de cada sujeito passivo, em confronto com a soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade, para que seja determinado o arrolamento de seus bens e direitos;

Que quanto à relação entre o valor da dívida e o patrimônio conhecido, somente a IGREJA CRISTÃ MARANATA, autuada na condição de contribuinte nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586720.576/2015-15, tem patrimônio conhecido que supera, em muito, o valor dos créditos tributários que ainda estão em fase de constituição, cujo somatório não ultrapassa 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido.

Com a inicial vieram a procuração e os documentos de fls. 12/217. Guia de recolhimento de custas à fl. 223.

Decisão de fls. 226/228 postergando a análise do pedido de liminar e determinando a intimação da parte impetrante para emendar a inicial indicando corretamente o valor da causa.

Às fls. 233/245 a autoridade impetrada apresentou informações, acompanhada dos documentos de fls. 246/253 alegando, em resumo:

Que conforme temos de arrolamento de bens e direitos, foi constatado que a soma dos créditos tributários de responsabilidade dos sujeitos passivos ultrapassava R$ 2.000.000,00 e, concomitantemente, 30% do patrimônio conhecido;

Os termos de arrolamento de bens e direitos, que deram origem a presente discussão, foram formalizados em 2016, com base nos arts. 64 e 64-A da Lei 9.532 de 10 de dezembro de 1997 e no art. 2º da IN RFB nº 1.565 de 11/05/2015;

Que os arts. 64 e 64-A da Lei 9.532/97 dispõem sobre o arrolamento administrativo de bens e direitos do sujeito passivo, pessoa jurídica ou física, quando o valor dos créditos tributários de sua responsabilidade for superior a 30% do seu patrimônio conhecido. Realizado o procedimento, o termo de arrolamento é encaminhado aos competentes registros imobiliários, órgão ou entidades e cartórios de títulos e documentos e registros especiais para necessária averbação;

Que a IN RFB nº 1.565 de 2015, determina em seu art. 2º que o arrolamento de bens e direitos para acompanhamento do patrimônio suscetível de ser indicado como garantia de crédito tributário deverá ser efetuada sempre que a soma do crédito tributário lançado exceder a trinta por cento do patrimônio conhecido e, simultaneamente, for superior a R$ 2.000.000,00;

Que na hipótese de responsabilidade tributária com pluralidade de sujeitos passivos, serão arrolados os bens e direitos cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente;

Que na ocasião do lançamento do crédito tributário objeto do processo administrativo do auto de infração nº 15586.720.576/2015-15 foi observado que soma do valor do valor deste crédito tributário com os valores dos demais créditos tributários de responsabilidade dos sujeitos passivos administrativos pela SRF, excedia, simultaneamente e individualmente, a 30% do patrimônio conhecido de cada um dos impetrantes, e R$ 2.000.000,00;

Que o arrolamento é medida de acompanhamento do patrimônio do sujeito passivo da obrigação tributária, não se tratando de infração ou penalidade aplicada aos contribuintes. Também não se trata de medida de privação de bens;

Que o intuito dessa providência se resume a monitorar o patrimônio do contribuinte que, no futuro, em havendo necessidade, seria suscetível de ser indicado como garantia do crédito tributário sob sua responsabilidade;

Que o caput do art. 64 da Lei 9.532/97 por si só já confere legalidade necessária ao arrolamento exigido pela RFB em face dos impetrantes, porquanto figuram na relação jurídica tributária como responsáveis solidários e, por conseguinte, como sujeitos passivos da obrigação principal;

Que no caso de haver créditos tributários sob a responsabilidade de mais de um sujeito passivo, serão arrolados os bens e direitos daqueles cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente, os limites previstos na legislação;

Que o crédito do processo nº 15586-720.576/2015-15 superou com folga o limite de R$ 2.000.000,00 a partir do qual a lei prevê o arrolamento dos bens, no caso concreto, o crédito ainda superou 30% do patrimônio conhecido das pessoas físicas, considerando individualmente (a responsabilidade é solidária, sem benefício de ordem). Deste modo, estavam presentes as condições para o arrolamento dos bens;

Considerando que o aludido débito ultrapassa os dois milhões de reais e excedia 30% do patrimônio de cada um dos impetrantes, lavraram-se os termos de arrolamento de bens e direitos em face deles, com base na legislação de regência;

Que não há excesso nos arrolamentos dos bens e direitos, que foram efetuados nos termos e limites previstos na legislação que trata da matéria;

Que o cancelamento do arrolamento somente é cabível no âmbito da RFB ou da PGFN respectivamente, se constatada a liquidação do c rédito antes do seu encaminhamento para inscrição em Divida Ativa da União ou se constatada a liquidação ou garantia do crédito depois do encaminhamento para inscrição e, como se pode observar, os arrolamentos em questão não se enquadram em nenhuma das hipóteses de cancelamento, previstas nas normas vigentes, o que evidencia a carência de embasamento legal para o deferimento do pleito dos impetrantes.

A parte impetrante emendou a inicial às fls. 257/258 adequando o valor da causa.

Guia de custas complementares à fl. 259.

À fl. 262 a União Federal requereu o ingresso no feito.

O Ministério Público Federal manifestou-se à fl. 264 afirmando não haver neste processo nenhum interesse individual ou coletivo apto a ensejar a sua intervenção, nos termos do art. 82 do Código de Processo Civil e do art. 5º, inc. XXII, da Recomendação nº. 16/2010, do Conselho Nacional do Ministério Público.

Vieram-me os autos conclusos para sentença.

É o relatório. Passo a decidir.

1 – MÉRITO

Conforme relatado, pugnam os impetrantes pelo reconhecimento de seus direitos líquidos e certos de não sofrerem o arrolamento de seus bens e direitos em decorrência dos créditos tributários constituídos nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586-720.576/2015-15, determinando a anulação dos Termos de Arrolamento de Bens e Direitos então lavrados.

O arrolamento de bens questionado na presente ação está previsto na Lei 9.532, de 10 de novembro de 1997, que assim dispõe em seu artigo 64 e seguintes. Vejamos:

Art. 64. A autoridade fiscal competente procederá ao arrolamento de bens e direitos do sujeito passivo sempre que o valor dos créditos tributários de sua responsabilidade for superior a trinta por cento do seu patrimônio conhecido.

  • 1º Se o crédito tributário for formalizado contra pessoa física, no arrolamento devem ser identificados, inclusive, os bens e direitos em nome do cônjuge, não gravados com a cláusula de incomunicabilidade.
  • 2º Na falta de outros elementos indicativos, considera-se patrimônio conhecido, o valor constante da última declaração de rendimentos apresentada.
  • 3º A partir da data da notificação do ato de arrolamento, mediante entrega de cópia do respectivo termo, o proprietário dos bens e direitos arrolados, ao transferi-los, aliená-los ou onerá-los, deve comunicar o fato à unidade do órgão fazendário que jurisdiciona o domicílio tributário do sujeito passivo.
  • 4º A alienação, oneração ou transferência, a qualquer título, dos bens e direitos arrolados, sem o cumprimento da formalidade prevista no parágrafo anterior, autoriza o requerimento de medida cautelar fiscal contra o sujeito passivo.
  • 5º O termo de arrolamento de que trata este artigo será registrado independentemente de pagamento de custas ou emolumentos:

I – no competente registro imobiliário, relativamente aos bens imóveis;

II – nos órgãos ou entidades, onde, por força de lei, os bens móveis ou direitos sejam registrados ou controlados;

III – no Cartório de Títulos e Documentos e Registros Especiais do domicílio tributário do sujeito passivo, relativamente aos demais bens e direitos.

  • 6º As certidões de regularidade fiscal expedidas deverão conter informações quanto à existência de arrolamento.
  • 7º O disposto neste artigo só se aplica a soma de créditos de valor superior a R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). (Vide Decreto nº 7.573, de 2011)
  • 8º Liquidado, antes do seu encaminhamento para inscrição em Dívida Ativa, o crédito tributário que tenha motivado o arrolamento, a autoridade competente da Secretaria da Receita Federal comunicará o fato o registro imobiliário, cartório, órgão ou entidade competente de registro e controle, em que o termo de arrolamento tenha sido registrado, nos termos do § 5º, para que sejam anulados os efeitos do arrolamento.
  • 9º Liquidado ou garantido, nos termos da Lei nº 6.830, de 22 de setembro de 1980, o crédito tributário que tenha motivado o arrolamento, após seu encaminhamento para inscrição em Dívida Ativa, a comunicação de que trata o parágrafo anterior será feita pela autoridade competente da Procuradoria da Fazenda Nacional.
  • 10. Fica o Poder Executivo autorizado a aumentar ou restabelecer o limite de que trata o § 7o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)
  • 11. Os órgãos de registro público onde os bens e direitos foram arrolados possuem o prazo de 30 (trinta) dias para liberá-los, contados a partir do protocolo de cópia do documento comprobatório da comunicação aos órgãos fazendários, referido no § 3o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 12.973, de 2014)
  • 12. A autoridade fiscal competente poderá, a requerimento do sujeito passivo, substituir bem ou direito arrolado por outro que seja de valor igual ou superior, desde que respeitada a ordem de prioridade de bens a serem arrolados definida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, e seja realizada a avaliação do bem arrolado e do bem a ser substituído nos termos do § 2o do art. 64-A. (Incluído pela Lei nº 13.043, de 2014)

Art. 64-A. O arrolamento de que trata o art. 64 recairá sobre bens e direitos suscetíveis de registro público, com prioridade aos imóveis, e em valor suficiente para cobrir o montante do crédito tributário de responsabilidade do sujeito passivo. .(Incluído pela Medida Provisória nº 2158-35, de 2001)

  • 1o O arrolamento somente poderá alcançar outros bens e direitos para fins de complementar o valor referido no caput. (Incluído pela Lei nº 12.973, de 2014)
  • 2o Fica a critério do sujeito passivo, a expensas dele, requerer, anualmente, aos órgãos de registro público onde os bens e direitos estiverem arrolados, por petição fundamentada, avaliação dos referidos ativos, por perito indicado pelo próprio órgão de registro, a identificar o valor justo dos bens e direitos arrolados e evitar, deste modo, excesso de garantia. (Incluído pela Lei nº 12.973, de 2014)

A IN SRF n° 1.565, de 11 de maio de 2015 e que estabelece procedimentos para o arrolamento de bens e direitos e representação para propositura de medida cautelar fiscal, assim dispõe:

Art. 2º O arrolamento de bens e direitos de que trata o art. 1º deverá ser efetuado sempre que a soma dos créditos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), de responsabilidade do sujeito passivo, exceder, simultaneamente, a:

I – 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido; e

II – R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).

  • 1º Não serão computados na soma dos créditos tributários os débitos confessados passíveis de imediata inscrição em Dívida Ativa da União (DAU).
  • 2º No caso de responsabilidade tributária com pluralidade de sujeitos passivos, serão arrolados os bens e direitos daqueles cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente, os limites mencionados no caput.
  • 3º Na situação prevista no § 2º, o somatório dos valores de todos os bens e direitos arrolados dos sujeitos passivos está limitado ao montante do crédito tributário, e a parcela em que há responsabilidade será computada uma única vez.
  • 4º Nas hipóteses de responsabilidade subsidiária ou por dependência, previstas no inciso II do art. 133 e no art. 134 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 – Código Tributário Nacional (CTN), somente serão arrolados os bens e direitos dos responsáveis se o patrimônio do contribuinte não for suficiente para satisfação do crédito tributário.

Na hipótese dos autos, o valor da dívida consolidada através do processo administrativo nº 15586720.576/2015-15 totaliza, segundo os próprios impetrantes, a quantia de R$ 37.594.820,11, portanto, superior ao limite de R$2.000.000,00 estabelecido pela supracitada Instrução Normativa e, no momento, o crédito tributário apurado no citado processo administrativo n° 15586-720.576/2015-15 se encontra com a sua exigibilidade suspensa em razão da impugnação administrativa apresentada.

Neste contexto, é importante destacar inicialmente que pelo que se depreende da leitura dos parágrafos 3° e 4° do art. 64 da Lei 9.532/97, a finalidade do arrolamento de bens é acautelatória, a despeito de não representar efetivo gravame ou restrição ao uso, alienação ou oneração dos bens e direitos do contribuinte, mas sim meio de resguardar a Fazenda contra interesses concorrentes de terceiros, quanto à satisfação de seus créditos. Permite, assim, conferir maior garantia aos créditos tributários de que a União Federal seja titular, facilitando eventual excussão de bens para fins de satisfação do débito fiscal.

A medida produzirá efeitos até a liquidação do débito (§ 8º do art. 64 da Lei 9.532/97), com a extinção do crédito tributário (art. 156 do CTN), permanecendo como medida acautelatória para o fim de resguardar a Fazenda.

O arrolamento apenas se destina a viabilizar o acompanhamento da evolução patrimonial do sujeito passivo da obrigação tributária. O sujeito passivo se mantém no pleno gozo dos atributos da propriedade, mormente levando-se em conta que os bens arrolados podem ser transferidos, alienados ou onerados, independentemente da concordância da Fazenda Pública.

Assim, ao contrário do procedimento cautelar fiscal previsto na Lei nº 8.397/92, o arrolamento não enseja restrição à livre disponibilidade do patrimônio, porquanto não impede o uso, gozo, alienação ou oneração dos bens e direitos pelo contribuinte, sendo desnecessária, por essa razão, a prévia constituição do crédito tributário.

Nesse sentido já decidiu o STJ:

RECURSO ESPECIAL Nº 689.472 – SE (2004/0133103-7) RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : MARIA CLÁUDIA GONDIM CAMPELLO E OUTROS RECORRIDO : IMEDIATA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA ADVOGADO : VÍTOR HUGO MOTTA E OUTRO EMENTA TRIBUTÁRIO. ARROLAMENTO DE BENS E DIREITOS DO CONTRIBUINTE EFETUADO PELA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA. ARTIGO 64, DA LEI 9.532/97. INEXISTÊNCIA DE GRAVAME OU RESTRIÇÃO AO USO, ALIENAÇÃO OU ONERAÇÃO DO PATRIMÔNIO DO SUJEITO PASSIVO. DESNECESSIDADE DE PRÉVIA CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. LEGALIDADE DA MEDIDA ACAUTELATÓRIA. 1. O arrolamento de bens e direitos do sujeito passivo da obrigação tributária pode ocorrer: 1) por iniciativa do contribuinte, para fins de seguimento do recurso voluntário interposto contra decisão proferida nos processos administrativos de determinação e exigência de créditos tributários da União (Decreto nº 70.235/72) ou, em se tratando de Programa de Recuperação Fiscal – Refis, para viabilizar a homologação da opção nos termos da Lei nº 9.964/00; e 2) por iniciativa da autoridade fiscal competente, para acompanhamento do patrimônio passível de ser indicado como garantia de crédito tributário em medida cautelar fiscal. 2. O arrolamento de bens de iniciativa da Administração Tributária encontra-se regulado pela Lei 9.532/97, na qual foi convertida a Medida Provisória nº 1.602, de 14 de novembro de 1997, podendo ocorrer sempre que a soma dos créditos tributários exceder 30% (trinta por cento) do patrimônio do contribuinte e, simultaneamente, for superior a quantia de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). A finalidade da referida medida acautelatória é conferir maior garantia aos créditos tributários da União, assegurando a futura excussão de bens e direitos do sujeito passivo suficientes à satisfação do débito fiscal. 3. Efetivado o arrolamento fiscal, deve o mesmo ser formalizado no registro imobiliário, ou em outros órgãos competentes para controle ou registro, ficando o contribuinte, a partir da data da notificação do ato de arrolamento, obrigado a comunicar à unidade do órgão fazendário a transferência, alienação ou oneração dos bens ou direitos arrolados. O descumprimento da referida formalidade autoriza o requerimento de medida cautelar fiscal contra o contribuinte. 4. Depreende-se, assim, que o arrolamento fiscal não implica em qualquer gravame ou restrição ao uso, alienação ou oneração dos bens e direitos do contribuinte, mas apenas, por meio de registro nos órgãos competentes, resguarda a Fazenda contra interesses de terceiros, assegurando a satisfação de seus créditos. 5. Ademais, a extinção do crédito tributário ou a nulidade ou retificação do lançamento que implique redução do débito tributário para montante que não justifique o arrolamento, imputa à autoridade administrativa o dever de comunicar o fato aos órgãos, entidades ou cartórios para que sejam cancelados os registros pertinentes. 6. Tribunal de origem que entendeu desarrazoado o arrolamento de bens procedido pela Fazenda Pública, enquanto pendente de recurso o processo administrativo tendente a apurar o valor do crédito tributário, uma vez que não haveria crédito definitivamente constituído. 7. A medida cautelar fiscal, ensejadora de indisponibilidade do patrimônio do contribuinte, pode ser intentada mesmo antes da constituição do crédito tributário, nos termos do artigo 2º, inciso V, “b”, e inciso VII, da Lei nº 8.397/92 (com a redação dada pela Lei nº 9.532/97), o que implica em raciocínio analógico no sentido de que o arrolamento fiscal também prescinde de crédito previamente constituído, uma vez que não acarreta em efetiva restrição ao uso, alienação ou oneração dos bens e direitos do sujeito passivo da obrigação tributária, revelando caráter ad probationem, e por isso autoriza o manejo da ação cabível contra os cartórios que se negarem a realizar o registro de transferência dos bens alienados. 8. Recurso especial provido.

(STJ, Relator Ministro Luiz Fux, julgado em 05/10/2006, 1ª Turma, publicado em 13/11/2006)

Feitos tais esclarecimentos, e especificamente no que diz respeito ao argumento autoral de que é ilegal a consideração individual do limite de 30% do patrimônio conhecido de cada sujeito passivo, em confronto com a soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade, para que seja determinado o arrolamento de seus bens e direitos, não assiste razão aos impetrantes.

Isto porque não existe qualquer ilegalidade para que a avaliação do limite para o arrolamento seja feita individualmente, ou seja, para cada responsável tributário. Tal providência t em por fundamento legal a Instrução Normativa 1.565/15 que assim autoriza de forma expressa em seu art. 2º, §2º. Não há, repita-se, o contrário do que sustenta a parte impetrante, qualquer ofensa ao principio da legalidade. Tais disposições legais não contrariam a Lei 9.532/97 que apenas estabelece normas gerais acerca do procedimento de arrolamento, sendo que competiu à Instrução Normativa acima referida regulamentar de forma pormenorizada o citado procedimento.

Ademais, conforme bem ressaltou a autoridade impetrada em suas informações, o caput do art. 64 da Lei 9.532/97 por si só já confere legalidade necessária ao arrolamento exigido pela RFB em face dos impetrantes, porquanto os mesmos figuram na relação jurídica tributária como responsáveis solidários e, por conseguinte, como sujeitos passivos da obrigação principal e o crédito do processo nº 15586720.576/2015-15 superou com folga o limite de R$ 2.000.000,00 a partir do qual a lei prevê o arrolamento dos bens.

Ainda, no caso concreto, de acordo com a autoridade impetrada, o crédito superou em muito 30% do patrimônio conhecido das pessoas físicas considerado individualmente (a responsabilidade é solidária, sem benefício de ordem). Deste modo, estavam presentes as condições para o arrolamento dos bens.

Também conforme consignado pela autoridade, no direito brasileiro, em razão do que dispõem os arts. 275 do CC e 125 do CTN, no caso da solidariedade passiva, a dívida pode ser cobrada em sua totalidade de qualquer um dos devedores, sendo que a solidariedade não comporta benefício de ordem, ou seja, cabe ao credor escolher, dentre os sujeitos passivos, de quem irá cobrar a satisfação da obrigação tributária.

Desta forma, não se sustenta o argumento da parte impetrante no sentido de que, quanto à relação entre o valor da dívida e o patrimônio conhecido, somente a IGREJA CRISTÃ MARANATA, autuada na condição de contribuinte nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586-720.576/2015-15, tem patrimônio conhecido que supera, em muito, o valor dos créditos tributários que ainda estão em fase de constituição, cujo somatório não ultrapassa 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido. Ora, se o crédito pode ser cobrado individualmente de qualquer devedor solidário (principal e responsável), cabe, por ilação logica, o arrolamento dos bens de cada um dos responsáveis individualmente.

 

Desta forma, repita-se, não há qualquer ilegalidade no arrolamento levado a efeito pela autoridade impetrada. O seguinte excerto, oriundo do E. TRF da 3ª Região corrobora o entendimento acima, no sentido de que é plenamente legal a previsão contida no art. 2º da Instrução Normativa 1.565/15 no sentido de que o arrolamento de bens e direitos deve ser efetuado levando-se em conta o valor do patrimônio individual do responsável apurado individualmente. Vejamos:

DIREITO TRIBUTÁRIO. AGRAVO INTERNO. ARROLAMENTO ADMINISTRATIVO DE BENS. RESPONSÁVEIS TRIBUTÁRIOS SOLIDÁRIOS. MEDIDA PREVENTIVA. MANDADO DE SEGURANÇA. APELAÇÃO NO EFEITO DEVOLUTIVO. DECISÃO NÃO AGRAVADA. VIA ELEITA INADEQUADA. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE PROBABILIDADE DE DIREITO. AUSÊNCIA DE PERIGO DE DANO IMINENTE. AGRAVO INTERNO IMPROVIDO. – Com efeito, os requisitos autorizadores do deferimento das liminares em medidas cautelares são o risco de dano e a plausibilidade do direito invocado, entretanto, tendo em vista a característica de instrumentalidade das cautelares, o risco que deve ser demonstrado pelo requerente não necessita de comprovação cabal, porque muitas vezes trata-se de risco litigioso, que somente será comprovado e declarado no processo principal. – Consoante o artigo 800, parágrafo único, do Código de Processo Civil, “As medidas cautelares serão requeridas ao juiz da causa; e, quando preparatórias, ao juiz competente para conhecer da ação principal. Parágrafo único. Interposto o recurso, a medida cautelar será requerida diretamente ao tribunal”. – Assim, interposto o recurso de apelação, em tese, cabível o expediente adotado, cuja competência para processamento e conhecimento da ação cautelar incidental é afeta ao Tribunal. – Faz-se necessário para o deferimento do provimento liminar a presença conjunta e concomitante da plausibilidade do direito alegado e da situação objetiva de perigo. – É certo que o provimento liminar pleiteado objetiva eficácia da prestação da tutela jurisdicional satisfativa que se embasa no justo receio de dano e da situação de perigo objetivo. – No caso dos autos, as decisões proferidas em momentos anteriores foram no sentido de que, quando do recebimento da apelação interposta pelo Juiz Singular, deveriam os recorrentes terem se utilizado de agravo de instrumento para pleitear o efeito suspensivo à apelação. – De fato, sob a vigência do CPC/1973, o agravo de instrumento, nos termos do art. 527, II, era o recurso cabível para discutir a possibilidade de danos derivados dos efeitos em que a apelação fosse recebida. – O ajuizamento da presente cautelar é medida inadequada ao caso, vez que o pedido nela realizado poderia ter sido feito em sede de agravo de instrumento, obtendo-se o resultado almejado pelos recorrentes, já que o recurso em questão comporta tanto a concessão de tutela antecipada, como de efeito suspensivo. -Portanto, não procedem as afirmações trazidas em sede de agravo interno quanto a adequação da via eleita. Precedentes: CAUINOM 00265742120124030000, DESEMBARGADORA FEDERAL VESNA KOLMAR, TRF3; CAUINOM 00153797320114030000, DESEMBARGADORA FEDERAL ALDA BASTO, TRF3; AGRESP 201000547027, CASTRO MEIRA, STJ. – Contudo, visando analisar outros possíveis deslindes a causa, foi determinado a fls. 185 que os agravantes fizessem prova do direito alegado, ou ao menos, da plausibilidade do direito alegado, trazendo aos autos o contrato social da contribuinte BAXTER HOSPITALAR LTDA ou outros documentos aptos a comprovar a ausência de responsabilidade solidária quanto aos débitos contraídos pela pessoa jurídica. – Nesse sentido, imperioso reconhecer que o auto de infração lavrado possui presunção de legitimidade, a qual somente pode ser elidida com base em provas contrárias. Precedentes: AGARESP 201500135040, HUMBERTO MARTINS, STJ – SEGUNDA TURMA e AGRESP 201303348989, HUMBERTO MARTINS, STJ. – Diante dessa determinação, os agravantes nada trouxeram aos autos, limitando-se a opor embargos de declaração para questionar a aplicação do arrolamento de bens. – Fato é que o arrolamento de bens, nos termos da Instrução Normativa n. 1.565/2015 tem lugar sempre que a soma dos créditos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal, de responsabilidade do sujeito passivo, exceder simultaneamente a trinta por cento do patrimônio conhecido e dois milhões de reais. Esse é o caso dos autos, conforme demonstrado a fls. 44. Além disso, a referida IN, no art. 2º, §2º autoriza, na existência de pluralidade de sujeitos passivos, o arrolamento de bens dos sujeitos cuja soma de créditos tributários sob sua responsabilidade exceder os limites supracitados. – Portanto, com base nos elementos colacionados a estes autos, não se verifica qualquer ilegalidade no procedimento adotado pela Delegacia da Receita Federal do Brasil. – Por fim, ressalte-se que autoridade fiscal pode, a qualquer tempo, nos autos de processo administrativo de verificação de crédito, proceder ao arrolamento de bens pertencentes ao contribuinte-devedor, como providência cautelar incidental passível de assegurar a satisfação preferencial da Fazenda Pública. – Trata-se de ato impositivo e auto-executável da Administração com base na supremacia do interesse público sobre o privado. O arrolamento de bens e direitos, como previsto na legislação “acarreta ao sujeito passivo da obrigação tributária o ônus apenas de informar ao Fisco quanto à celebração de ato de transferência, alienação ou oneração de bens ou direitos arrolados”, sob pena de indisponibilidade por medida cautelar fiscal. Portanto, o arrolamento administrativo não restringe direito de propriedade, mas impõe ônus. – Assim, não se mostra evidenciado nenhum perigo de dano capaz de ensejar o afastamento da medida, vez que o procedimento efetuado apenas atribui ônus aos agravantes, não obstando a disponibilidade ou demais direitos que possuem sobre os bens. – Agravo interno improvido. (CAUINOM 00305278520154030000, DESEMBARGADORA FEDERAL MÔNICA NOBRE, TRF3 – QUARTA TURMA, e-DJF3 Judicial 1 DATA:05/10/2016 ..FONTE_REPUBLICACAO:.)

Desnecessários, portanto, maiores comentários, resta claro que o ato apontado como coator não feriu direito liquido e certo dos impetrantes.

 

2 – DISPOSITIVO

Pelo exposto, DENEGO A SEGURANÇA, e, por via de consequência, JULGO EXTINTO O PROCESSO com resolução do mérito, nos termos do art. 487, I, do CPC/15.

Quanto aos honorários, deixo de aplicá-los, à vista da orientação pretoriana da Súmula 105 do Colendo STJ e da Súmula 512 do Excelso STF, e nos termos do art. 25 da Lei 12.016, de 07 de agosto de 2009.

Defiro o ingresso da União no pólo passivo (art. 7°, II, da Lei 12.016/2009), sendo que a sua intimação deverá observar o disposto no art. 20 da Lei 11.033/2004.

Custas “ex lege”.

Transitada em julgado, arquivem-se os autos.

P.R.I.

Vitória, 06 de julho de 2017.

ASSINADO ELETRONICAMENTE

ALEXANDRE MIGUEL

Juiz Federal

brf

Andamento do Processo n. 0037065-10.2016.4.02.5001 – 13/07/2017 do TRF-2

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a obra da eternidade

a obra da eternidade

As decisões finais acerca da administração da Maranata (ICM-PES), Fundação Passos Barros (FMPB) e Maanaim’s sempre foram de Gedelti Gueiros. Decisões gedeltianas aparecem em parcerias entre a ICM e Hospital Metropolitano (HM) cujas cotas foram adquiridas com dízimos recolhidos dos membros da ICM-PES. Esta parceria (ICM-HM) abertamente atendia interesses pessoais de Gedelti, especialmente na pessoa de sua filha Jurama Gueiros, então recém-formada no curso de Medicina, cujo pai queria inseri-la no mercado de trabalho.

Aspectos da ideologia aqui Deus fala… obra como forma de vida… portal da esperança… projeto de salvação…

Havendo indícios de malversação de dinheiros públicos, a pedido do Ministério Público de Contas (TC-ES) iniciou-se auditoria na FMPB. Infelizmente, na construção da FMPB dinheiro gasto pertence à ICM-PES; local onde a FMPB funciona pertence à ICM-PES; lembrando que a FMPB está subordinada à ICM-PES, pois todos os pagamentos, compras e contratações passavam pelo crivo da Diretoria, cuja palavra final era a de Gedelti Gueiros.

Para agravar o avareza dessa babilônia despudorada criou-se a possibilidade de remessa de recursos públicos em benefício e custeio da entidade após regularização dos documentos da FMPB. E assim, com a emenda parlamentar do então Deputado Geovani Silva R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) foram destinados neste sentido. A porta foi aberta para Élcio, Denandai etc.

Na prestação de contas em relação à construção/reforma da edificação da FMPB observam-se notas fiscais que nada guardam relação com a construção/reforma, pois esses documentos frios visavam justificar o gasto do dinheiro com a emenda parlamentar.

Pasmem: a avareza de Gedfelti permitiu que a entidade que lembra o nome o sogro Manoel dos Passos Barros recebesse quase R$2.000.000,00 (dois milhões) de reais entre 2005 e 2011. Quer dizer, nem o sogro ele respeita…

Neste sentido a pergunta do CV é pertinente: Judas, cadê o dinheiro?

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/11/a-babilonia-prostituida/#comment-12331

Ministério Público denuncia ex-secretário de Saúde por fraudes em convênios

Promotoria pediu o bloqueio dos bens de Anselmo Tozi (atual diretor da Cesan) e de mais nove pessoas por irregularidades no repasse de emendas parlamentares à entidade ligada à Igreja Maranata
seita maranata - destruindo famílias

seita maranata – destruindo famílias

Nerter Samora

08/09/2013 15:31 – Atualizado em 08/09/2013 09:54
O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou o ex-secretário estadual de Saúde e atual diretor da Cesan, Anselmo Tozi, e mais nove pessoas pelo suposto desvio de verbas públicas em convênios entre a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e a Fundação Manoel dos Passos Barros, entidade ligada à Igreja Cristã Maranata.

A promotoria apontou desvio de finalidade nos repasses em até R$ 762 mil, entre os anos de 2004 e 2008. No período, o governo estadual repassou R$ 1,9 milhão à fundação por meio de emendas parlamentares.
De acordo com a denúncia, ajuizada no final de julho deste ano, os recursos públicos seriam destinados a investimentos em projetos na área de saúde, mas acabaram sendo utilizados de forma irregular no pagamento de despesas regulares da entidade. A promotora de Justiça, Patrícia Calmon Rangel, que assina a ação, cita que as irregularidades foram detectadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), mas foram omitidas pela cúpula da Sesa durante a aprovação das prestações de contas dos convênios.

Para a promotora, os ex-dirigentes da entidade – entre eles, pastores da igreja que também figuram na ação de improbidade – teriam utilizado as verbas também para “atender aos interesses políticos da fundação”. Entre as irregularidades estariam o pagamento de despesas de terceiros, aquisição de equipamentos subutilizados ou até mesmo não utilizados. Em valores atualizados, o rombo aos cofres públicos ultrapassa a casa de R$ 1 milhão.

“Os fatos se tornam mais graves quando constatamos que a lesão ao erário teve por objeto recursos destinados à saúde – política pública tão precária e tão carente de verbas em nosso País. […] Ou seja, enquanto os cidadãos do Estado do Espírito Santo padeciam nos superlotados chãos dos corredores dos hospitais públicos pela ausência de leitos ou pela ausência de medicamentos, as autoridades públicas, em conluio com a direção da fundação, destinavam recursos públicos a fins que em nada ou quase nada beneficiaram à população”, narra a ação.

Além do ex-secretário Anselmo Tozi e a pessoa jurídica da Fundação Manoel dos Passos Barros, foram denunciados ex-conselheiros da entidade (Marildo Pagotto Cozer, Gilberto Ribeiro dos Santos, Marco Antônio Lopes Olsen, Luiz Eugênio do Rosário Santos, Marcos Motta Ferreira, Antonio Tarcísio Corrêa de Mello e Renato Duguay Siqueira) e a ex-subsecretária de Saúde, Maria de Lourdes Soares – esta que teria sido responsável pela aprovação de uma das contas prestadas pela fundação.

Entre os pedidos de ação, a representante do MPE pediu a condenação de todos os envolvidos ao ressarcimento do prejuízo aos cofres públicos. A promotora Patrícia Rangel também pediu a decretação de liminar para o bloqueio dos bens de todos os envolvidos. Entretanto, o juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Gustavo Marçal da Silva e Silva, postergou o exame do pedido de liminar para após o recebimento da defesa prévia de todos os denunciados.

O caso faz parte da série de escândalos recentes envolvendo a cúpula da Igreja Maranata, que chegou a ser alvo de uma intervenção judicial após denúncias da suspeita de desvio de dízimo. Em março deste ano, quatro integrantes da igreja, entre eles, o fundador, pastor Gedelti Gueiros, chegaram a ser presos pela suposta coação a testemunhas no inquérito que apurava os supostos crimes. Em junho, dez membros foram presos sob alegação de que continuariam participando da administração da igreja.

No mês de maio, o Ministério Público formalizou a denúncia contra 19 membros da Igreja Cristã Maranata, incluindo pastores, pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e duplicata simulada. Eles teriam praticado desvio de dízimo da igreja, envolvendo uma movimentação financeira de R$ 24,8 milhões, segundo o próprio MPE.

fonte: http://www.seculodiario.com.br/12781/9/ministerio-publico-denuncia-ex-secretario-de-saude-por-fraudes-em-convenios-1

Carros de luxo foram comprados com dízimo oferecido à Maranata

Ministério Público diz que “havia engenhoso esquema de desvio de doações”

Cláudia Feliz | cfeliz@redegazeta.com.br
Operação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) no Presbitério da Igreja Maranata

Uma verdadeira organização criminosa foi identificada atuando na Igreja Cristã Maranata, denuncia o Ministério Público Estadual, com base em quebra de sigilos bancário e fiscal, interceptação telefônica dos envolvidos e depoimentos de testemunhas.

Na denúncia, consta que Gedelti Gueiros, Antônio Angelo Pereira, Arlínio Rocha, Mario Luiz de Moraes, Wallace Rozetti, Amadeu Lopes, Antônio Carlos Peixoto, Antônio Carlos Rodrigues de Oliveira, Jarbas Duarte Filho e Leonardo Alvarenga, “em conluio, estabeleceram um engenhoso esquema de desvio de doações, dízimos e contribuições oferecidas à Maranata, em benefício próprio”.

Outros denunciados teriam fornecido duplicatas simuladas. “Acusados se valiam ora da constituição fraudulenta de empresas, ora da utilização de outras já constituídas, contratando serviços por valores acima dos padrões de mercado, além de confabular a escrituração de notas fiscais superfaturadas de empresários que também eram ou são membros da igreja”. E o montante pago a essas empresas teria chegado a R$ 24.823.688,19.

Sobre Gedelti Gueiros, pastor fundador da instituição, pesa a acusação de “ocupar o vértice da pirâmide do crime”, com o “auxílio direto de outros denunciados, entre os quais Antônio Angelo, “cuja função na quadrilha era solicitação de notas fiscais superfaturadas”.

Gastos

Na denúncia, o MPES aponta que todos os mais de 6 mil templos Maranata no Brasil usam lâmpadas fornecidas por uma empresa cujo sócio é pastor da instituição, que gastos com jardinagem em um Maanain baixaram de R$ 6,58 mil em um mês a R$ 350,00, no mesmo período, após mudança de gestão. Indica, ainda, que houve uso de caixa dois para pagamento de pensão de cerca de R$ 7 mil à viúva de um pastor.

Há casos de fornecedor que admitiu ter deixado bloco de notas da sua empresa com funcionário do almoxarifado da igreja e de “uso de notas fiscais inidôneas” para pagar policiais militares em dias de folga na segurança de Maanains.

Carros de luxo teriam sido comprados pela igreja, mas usados por membros da diretoria. Uma testemunha teria recebido um Renault Symbol, e Gedelti Gueiros teria apropriado-se de bens pertencentes à instituições.

“Gedelti não fez nada de ilícito”

A defesa do ex-presidente e fundador da Igreja Cristã Maranata, Gedelti Gueiros, afirmou que, até ontem à noite, ele não havia tomado conhecimento oficialmente do teor da denúncia. De acordo com o advogado de Gedelti, Gustavo Varela Cabral, todas as informações usadas pelo Ministério Público Estadual foram fornecidas pela própria igreja.

“O Ministério Público entrou numa linha de responsabilizar Gedelti por ele ser líder espiritual da igreja e com base nos depoimentos de algumas pessoas. Isso é muito frágil. Ele não fez nada de ilícito. Não existe a responsabilidade por ser liderança espiritual no processo penal brasileiro”, afirmou o advogado.

Varela afirmou que Gedelti acredita que o curso do processo vai mostrar quem tem responsabilidade sobre os desvios apurados na igreja. Segundo o advogado, três pessoas já estão sendo processadas pela instituição por apropriação indébita.

O advogado também defende outro denunciado, Amadeu Loureiro Lopes, que é médico e pastor da Maranata. “Ele prestava serviços à igreja. Se foi escolhido porque era membro da igreja isso pouco importa, porque é uma instituição privada. Ele prestou serviço e recebeu por eles” , disse. (Elton Lyrio)

Acusados demonstram surpresa

Entre os 19 denunciados pelo Ministério Público estão pessoas que prestaram serviços à Igreja Maranata e estão sendo denunciadas por duplicata simulada, o que significa emitir nota ou duplicata que não corresponda à mercadoria vendida ou ao serviço prestado. Alguns demonstraram surpresa com as denúncias.

O empresário Ricardo Alvim disse não ter conhecimento da denúncia do Ministério Público Estadual. Acrescentou que há quatro anos não presta mais serviços para a igreja. Ele atua na área de tecnologia de informação.

Novidade

Já o eletricista Paulo Pinto Cardoso Sobrinho garantiu que não sabia da denúncia, que o fato para ele era novidade. Ele confirma ter prestado serviços para a instituição e diz estar tranquilo. “Nego qualquer irregularidade. Nunca tive nada a esconder. Prestei serviço, mas da minha parte estou com a consciência tranquila.”

Outro denunciado, o contabilista Urquisa Braga Neto, afirmou que somente vai se pronunciar sobre a denúncia em juízo.

A GAZETA tentou entrar em contato com os demais denunciados, incluindo pastores e antigos fornecedores da Maranata, mas não conseguiu localizá-los ou seus advogados de defesa. (Elton Lyrio, com informações de Letícia Gonçalves)

Igreja diz confiar em muitos dos denunciados

Após o Ministério Público Estadual (MPES) ter oferecido denúncia contra 19 pessoas – entre elas pastores que atuavam no comando da Igreja Cristã Maranata –, a atual direção da instituição afirmou que acredita na idoneidade de muitos dos denunciados.

Para o interventor da instituição, coronel aposentado da PM nomeado para a função Júlio Cezar Costa, a denúncia “é apenas o primeiro passo e não uma condenação”.

O coronel, que também é pastor, está no comando da Maranata desde o início do mês passado, após ter o nome aceito pela Justiça, que em março decidiu intervir na igreja.

Ele é responsável pela gestão administrativa da instituição e não tem comando sobre as atividades espirituais dirigidas pelo conselho do presbitério, de que faz parte Gedelti Gueiros, um dos denunciados.

Na declaração enviada pela assessoria de comunicação da igreja, o coronel Julio Cezar ressaltou que não existe na denúncia citação contra a instituição religiosa e que, por isso, a igreja não teria motivo para se manifestar.

“(O coronel) Afirma ainda que não tem dúvida da idoneidade de muitos dos denunciados e que, ao final, caberá ao Poder Judiciário dizer se a denúncia procede ou não”, diz o texto enviado pela assessoria. O coronel Julio Cezar Costa concluiu a declaração, afirmando que a Igreja Cristã Maranata continua sendo uma organização de fé, muito respeitada e frequentada pela sociedade”. (Elton Lyrio)

 

 

Fonte: A Gazeta

fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/05/noticias/cidades/1439830-carros-de-luxo-foram-comprados-com-dizimo-oferecido-a-maranata.html

Boa Noite!

maranata - contra fatos nao ha argumentos

maranata – contra fatos nao ha argumentos

Após a primeira nomeação do Interventor Jerry Ricaldi Rocha para estancar sangria vergonhosa do dinheiro pelos lalaus da ICM-PES, o Gedelti Gueiros mandou que imediatamente fossem pagos diversos valores simulados e fictícios a serviço de honorários advocatícios espalhados pelo País para com o dinheiro do dízimo perseguir testemunhas e colaboradores da Justiça.

Transferiram 1.600.000,00 para uma conta bancária em Divinópolis para alimentar o reduto de PICCONE em complemento a outras que se acumulam na mesma conta no valor total de mais de 22.000,00 e várias de 15.000,00 para advogados de diversas bancas para defender os interesses e falcatruas da cúpula maldita.

Os fiéis estão sendo usados para custear a morte dos defensores da verdade e pagar a defesa dos bandidos.

Acorda MARANATA!

É para isso que seu dízimo está sendo usado.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/04/depoimento-de-gedelti-victalino-teixeira-gueiros/#comment-52635

A iniquidade permanece…

“Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho.”  (2 Jo. 1.9)  

 A IMPLOSÃO da ICM-PES é fato histórico.

Afirmei que este evento havia começado eao responsável pelo DESMONTE dei o nome: Gedelti Gueiros. Conclamo à leitura do artigo escrito há uns três anos.

Apostasia, caixa único, destruição de provas, enriquecimento ilícito, espantalhos, falta de transparência, filhos enganados, fraudes contábeis, instigação do ódio religioso, manobras de cartório, mentiras, meias-solas-laranjas, negócios de seguros, notas frias, organização criminosa, quadrilhas, perseguição, profetadas, remendos em declaração de imposto de renda, repetição das mentiras para não esquecerem que mentiram, saques de dinheiro com cartão sem limites, traição… e até espaços em cemitério…

Com este quadro sombrio pergunta que não quer calar: e agora?!

Corrupção!!!

Crentes honestos e sinceros estão espantados com a manobra palaciana que apresenta o coronel-pastor-interventor. Não me admirei.

Denunciei!!!

Estamos diante da indisfarçável realidade: essencialmente autodefensivo, avarento, confuso e dissimulador, o gedeltismo nos traiue instituiu a mediocridade.

Este eclesiasticismo herético, maçônico, manipulador, místico, profano, pseudocarismático que há quarenta e cindo anos domina o rebanho com o olhar caolho, é só tristeza e vergonha.

O astuto encantador de formatados conseguiu enganar esta geração de icemitas apertada no beco sem saída e no rumo da escatológica“operação do erro”.

O gedeltsimo influiu nesta geração de icemitas de tal maneira que a verdade está com vergonha de ser verdade… e fugiu enquanto espera o tempo da verdade.

ninho está sujo. Para a banda podre da Maranata quanto mais sujo melhor…

poder camaleônico criou esse gigantismo onde cada unidade local é ardilosamente atrelada ao emissário do dominador do rebanho de Deus: o exclusivo formador de meias-solas do PRD (palácio da rainha desfigurada). O gedeltismo como forma de vida fomentou o poço de iniquidades agora escancarado aos olhos da Sociedade. Quando mais oMinistério Público investiga, mais aparece para investigar.

O sumo sacerdote do sinédrio (ainda que afastado por ordem judicial) manipula a liberdade de expressão e a morte dos EstêvãosO império do medo desenboca no  voto de cabresto. Os emissários do PRD obedecem à hierarquia institucionalizada: o monarca manda no clero superior que manda no clero inferior que manda na membresia nasunidades locais: e roda a vida… não! Roda da morte para morte…

Os icemitas não percebem; mas a formatação de indivíduos com base em experiência de Obra e imposição do DON (Doutrina, Ordens eNormas à moda ossorrevelô) indisfarçavelmente resultou emresistência ao Espírito de Cristo Jesus. Os resultados ai estão…

Os membros do MP-ES já identificaram cinco tipos de crimes na banda podre enraizada na Maranata: crime contra a ordem tributária, estelionato, falsidade ideológica, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Se o leitor se lembra daquela aula a mão de Deus operando (onde se fala dos cinco ministérios), aqui encontramos a mão dos meias-solasgerados no sistema operando com os cinco dedos de Judas.

Sequentemente, dois textos de hoje, 03/04/2013:

1. Não podemos negar o óbvio.

“O currículo religioso do coronel reformado da PM, Julio Cezar Costa, mostra imparcialidade para exercer o cargo de interventor da Maranata? Tem certeza?

– 19 anos como pastor da Maranata.

Não são 19 dias nem 19 meses. São 19 anos. Uma vida inteira respirando obra, almoçando obra, jantando obra, dormindo obra e atendendo a todas as orientações do Gedelti, do Amadeu e do PES.

Alem disso, ele exerce a função de coordenador do Maanaim de Domingos Martins, o que representa um dos cargos de maior confiança na Maranata, Esse pastor coronel foi escolhido a dedo por Gedelti para substituir o pr Mario Morais, o antigo coordenador do Maanaim.

Ademais, o coronel ministra aulas nos seminarios. Ministrar aula em seminarios da Maranata equivale ao estatus de mestre, de doutrinador. Não se trata apenas de difundir a fé cristã, mas de ensinar e promover uma doutrina exclusiva da seita Maranata. O coronel pensa como um Maranata, age como um Maranata, fala como um Maranata, xinga…

E pra piorar, o coronel já começou com o discurso errado, dizendo que a igreja tem mais de 1 milhão de fieis e que representa 83 países.

Mentira! O Censo de 2010 mostrou que a Maranata tem pouco mais de 300 mil membros e alguns gatos pingados nos EUA, Europa e Japão. O Leste Europeu é uma propaganda enganosa. Fizeram alguns contatos (e muitas viagens pra lá) e agora saem por ai dizendo que igrejas, já existentes outrora, agora fazem parte da obra. Esse tipo de discurso agrada ao chefe muito religioso da Maranata.

Também já saiu defendendo a icm dizendo que ela não vive de arrecadar dinheiro por ser uma igreja simples e humilde.

Ora, a icm pode ser simples (e eficiente) na maneira de arrecadar dinheiro em lugares humildes e de pessoas humildes pelo Brasil afora, mas a motivação da sua origem se revelou complexa: ela foi o resultado de uma disputa ardilosa pelo poder na Igreja Presbiteriana nos idos anos 60. A família Gueiros perdeu a eleição na IPB Vila Velha e GG iniciou a Igreja Crista Presbiteriana, que mais tarde se chamou ICM.

Hoje, precisamos ver pessoas imparciais com competência para desvendar os mistérios de uma gestão autocrata e sem transparência desde a sua existência (45 anos).

A escolha do coronel para interventor da Maranata, mal comparando, é a mesma coisa que escolher um nazista dentro do Nazismo, para resolver questões morais e éticas deles, ou seja, não vai dar em nada e o Führer vai continuar liderando.

Tinha que ser alguém de fora para essa tarefa de interventor. Não vejo nada de simples nessa missão e o coronel ja começou mal… contradizendo-se e negando o óbvio. Decepção!

Autor: Rendido estou.

2.   Só não enxerga quem não quer.

“Bom dia irmãos!

Pessoas direitas e honestas ainda da seita estão indignadas com a nomeação do Coronel Boca Suja para ser o interventor. Ele é odiado por muitos membros devido à ditadura estabelecida no Maanaim de D. Martins.

Extremamente arrogante e prepotente, tratava os irmãos com muita falta de respeito e educação. Quem viu a reportagem dele na defesa do amigo que estava na sua casa bebendo e foi pego na blitz sabe do que estou falando!

Os membros não sabem a força que tem. Deveriam rebelar e EXIGIR novo interventor apesar de que a ICM-PES hoje, a meu ver, não tem mais saída, está literalmente num beco sem saída.

O papagueiros construiu um império gigantesco nesses 45 anos mas conseguiu DESTRUIR A FÉ, deu amplo apoio ao falso profetismo e destruiu milhares de famílias vidas. Só não enxerga quem não quer.

Se eu fosse um pastor dessa seita eu teria muita vergonha porque omaior escândalo na história do Evangelho foi essa da maranata, e muito mais virão. Não sei o que esses membros estão esperando pra sair. O estrago vai ser grande.

Nós retirantes que saímos há mais tempo ainda estamos nos curando das feridas, maus tratos e mazelas da seita. Sofremos por termos parentes lá dentro agrilhoados ao gedeltismo. E olha que saímos a tempo, às vezes nos deparamos tristes e abatidos mas não derrotados. Não temos prazer em ficar denunciando essas coisas terríveis da maranata, gostaríamos mesmo de ver uma virada nisso, que se levante algum homem de Deus e intervenha também. Paz!”

Autoria: Cavaleria da Verdade.

Milhões em diamantes, dólares, euros e libras passando de conta em conta (e até de mala em mala) em bancos estrangeiros ao sabor das ordens dos grandes ladrões do templo; enquanto milhares de icemitas aqui no Brasil padecem necessidades primárias. Que Obra é essa? E tem gente apoiando e defendendo a OBRA: clamor dobrado, contribuição com dízimos, frequência imposta, obediência, ofertas e oração a favor da OBRA… e se dizendo pronto para ser arrebatado ao ressoar da quarta trombeta

Não duvide e exigimos resposta: Judas, cadê o dinheiro?

 Nesse contexto de iniquidades acreditar que este interventor enfrentará as DENÚNCIAS do Blog e dará resposta às questões apresentadas no artigo  O CLAMOR PÚBLICO, é coisa a deixar dúvidas…

Por oportuno, entendo que a iniquidade permancerá e nesse enquadre reporto-me ao texto OPERAÇÃO “BARATA VOA” NA MARANATA!

Os retirantes continuam debaixo de perseguições e reprimendas. Muitos enfrentam indiferença e até oposição dentro da família.

“Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.

Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?

Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.” 

2 Co. 15-17

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/04/a-iniquidade-permanece/

OPERAÇÃO “BARATA VOA” NA MARANATA!

Até o momento, os promotores estaduais já identificaram cinco tipos de crimes: estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e crime contra a ordem tributária.

As denúncias de compra de dólares aparecem até mesmo na investigação feita pela própria Maranata no final do ano passado. O argumento dos pastores, segundo os depoimentos, era de que o dinheiro serviria para ajudar os “irmãos no exterior”. Os valores eram levados para o exterior na mala dos fiéis.

Já os equipamentos de videoconferência teriam sido comprados nos Estados Unidos e no Paraguai e trazidos para o Espírito Santo de forma irregular, na mala dos fiéis.
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/03/noticias/a_gazeta/dia_a_dia/1146308-crimes-federais-investigados.html

O agente público trabalha em órgão federal e intui que a movimentação de funcionários desvendando o crime. Contrabando! Escutas telefônicas, esquemas da quadrilha que inclui religiosos, quebra de sigilos e a montagem da operação policial (na “Operação Duty Free” descobriu-se o envolvimento de 16 dezesseis pessoas, pastores inclusive).

O cumprimento dos mandados de prisão, o escândalo e o espanto: “Como?! Nessa Obra não! Aqui é tudo por revelação!” Mas o Ministério Público Federal entra em cena, a Justiça Federal aceita a denúncia e outra SENTENÇA!

O desespero entrou no coração de muitos sofredores.
O mal já está determinado… e já vem.
Os retirantes enchem as estradas.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/11/fuja-crente-nao-seja-cumplice/

Publicado pelo Cavaleiro Veloz em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/10/negocios-nebulosos-seguros/comment-page-1/#comment-20593

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA:

Eu sempre tive um curioso interesse nos nomes que se batizam as operações policiais.

Nomes de deuses gregos, de ramos da biologia, de personagens de filmes, e muitos ainda baseados em cenas e personagens bíblicas.

Todas as operações contam com agentes criativos, que, diante daquilo que observam nos procedimentos dos envolvidos, levam a uma série de raciocínios lógicos que fazem lembrar um detalhe, em uma espécie de insight, e aí pronto: sai o nome da operação.

Sobre o escândalo maranata, eu gostaria dar uma de agente público e tentar batizar essa “operação” com o nome “BARATA VOA”! Calma, eu vou explicar abaixo os motivos:

Vocês já viram um lugar infestado de baratas? Elas estão em uma verdadeira vida comunitária naquele local, mas uma hora ou outra, aparece uma para conseguir comida, e alguém mata, e depois outra, mas há o núcleo delas em algum lugar, ou em outras palavras, o NINHO.

Para acabar com essa peste, o remédio é inseticida, mas daquele especial, que acaba com os ovos da bicha. Se você usar um veneno que venha atacar somente as espécies adultas, essas irão morrer, mas em pouco tempo, outras emergirão dos ovos que já foram depositados naquele local, para que se consiga garantir a proliferação da comunidade, e a área, considerada favorável à instalação das mesmas, continue tomada por elas.

Aliás, falando sobre os ovos: já repararam como eles tem uma camada espessa para proteger o seu conteúdo? Por isso, o inseticida que penetre nessa camada, para que atinja o seu interior, é algo extremamente necessário, para que se consiga evitar a continuidade da infestação.

A barata é um bicho sujo, que anda em lugares mais diversos de podridão, esgotos, lixos, cemitérios, enfim, a presença desse inseto em sua residência pode indicar claramente que o ambiente não está bom, fugindo ao saudável.

Bem, na Torquato Laranja, foi estabelecido um ninho de “baratas”! Muitos sofreram com a infestação dessa peste, cujo agente é sujo e transmite “doenças”! Alguns tentaram usar inseticidas que atacam o bicho adulto, mas como havia vários ovos, a comunidade continuou crescendo, e se espalhando pelo mundo. Estranho pensar que o ES estaria exportando “baratas” para o exterior, mas na minha analogia é isso que ocorreu nesses quarenta e cinco anos, dentre outras coisas, naqueles que gerenciam a obra (por favor, excluo a membresia, no geral).

O modo de viver das baratas é próprio, e todas repetem sistematicamente esse tipo de vida, ligado à sujeira. Não tem como imaginar que uma dessas viva na limpeza, de forma alguma.

A questão dos containers em Belo Horizonte, a Operação Duty Frree, as saídas de pastores da cúpula, as diversas séries de reportagem na mídia capixaba, a Operação Entre Irmãos, os processos investigativos nos órgãos públicos, a destituição dos da cúpula administrativa, as prisões de pastores, nomeação de interventor, foram inseticidas sobre as baratas, que foram lançados de tempos em tempos, para que não se tenha mais a supremacia desse tipo de bicho, asqueroso, em um lugar que deveria prevalecer a limpeza, ou um termo que está bastante em voga, “ficha limpa”.

Mas, perceba uma coisa, que já falei, mas vou repetir: “É PRECISO MATAR OS OVOS DAS BARATAS”! O que seria isso na prática?

Bem, se você viveu tua vida toda dentro da maranata, é deixar de ser um sectarista, avarento, arrogante, faccioso, politiqueiro, falso, herético, apóstata, preconceituoso, discriminador, injusto, traidor, perseguidor, omisso, conivente, acomodado, acobertador, dissimulado, para que se consiga acabar definitivamente com essa praga de baratas, não incentivando a proliferação dessas práticas.

Se você se enquadra nisso tudo do parágrafo anterior, é melhor você tomar um rumo diferente na tua vida, meu caro, do contrário poderá vir uma carga de inseticida enorme, e você poderá ser tragado. E se você não se enquadra no perfil acima, toma uma postura mais firme, e aja, não aceitando esse tipo de coisa em um lugar que o administrativo sempre se confundiu com o eclesiástico, e não adianta dizer que vive ou viveu experiências maravilhosas, que tudo é perfeito, uma benção, sendo que foi Deus que te concedeu isso tudo e não o homem, e perceba que a grande maioria das orientações que você segue, nessa obra, não vem de Deus. A questão então, para muitos, resume-se em receber bençãos de Deus, e adorar e seguir uma denominação, e/ou os homens que nela estão, colocando essas coisas sobre um pedestal inatingível de pureza, santidade, verdade, transparência, e infalibilidade, maiores que o próprio abençoador! isso é idolatria! Acorda!

Bem, agora entrando no ponto mais específico do nosso batismo, “OPERAÇÃO BARATA VOA”, quem já presenciou, sabe, que ao ser lançado o veneno no foco de infestação de baratas, as bichas pulam, voam, saltam, e depois é só verificar, passado um certo tempo, que o chão fica todo tomado de baratas mortas.

É pertinente portanto o batismo dessa operação completa de ataque aos inescrupulosos da seita maranata, para que haja uma chance do ambiente ficar limpo.

É portanto recomendável que todos contribuam para esse fim, senão os ovinhos das baratinhas vão começar a ser escondidos em outro canto, e aquela sociedade somente migrará de um lugar para outro, com algumas perdas no meio do caminho, apenas isso!

Pense nisso!

Fica a dica: COMBATA OS OVOS DAS BARATAS, que existem dentro da maranata e não as BARATAS em si!

Fiquem todos com a Paz do Senhor Jesus!

Alandati.

fonte: http://diganaoaseita.wordpress.com/2013/04/03/operacao-barata-voa-na-maranata/

NOTÍCIAS DA ICM – INTERNACIONAL.

Jornal Português.

http://ojornal.com/pt-pt/portuguese-brazilian-news/2012/11/igreja-maranata-suspeita-de-desviar-dizimo-de-imigrantes/#axzz2E8Ifxn00

REMESSAS

“As remessas de dinheiro feitas pela ICM dos Estados Unidos para a sede da igreja no Brasil foram alegadamente realizadas de forma irregular, usando empresas que se beneficiam de doleiros.

Assim, o dinheiro dos dízimos dos fiéis pode estar sendo usado para ‘lavar’ o dinheiro do crime organizado.

Segundo o desembargador Fausto DeSanctis, do Tribunal Pleno do Tribunal Regional Federal, o dinheiro enviado do exterior para o Brasil sem constar o nome do banco pagador é uma forma de permitir ao doleiro ‘lavar’ o dinheiro sujo.”

Read more: http://ojornal.com/pt-pt/portuguese-brazilian-news/2012/11/igreja-maranata-suspeita-de-desviar-dizimo-de-imigrantes/#ixzz2JsUUj4Me
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Com certeza, Receita Federal deve estar fazendo investigações a respeito.

Não somente os da cúpula do palácio da rainha desfigurada, mas Ben Kennedy e a Vera, sua mulher (ambos de confiança de Gedelti), devem explicar como esta fortuna circula por lá… até na mala…

CV.

Publicado pelo Cavaleiro Veloz em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/comment-page-2/#comment-50555

Bom dia!

Essa Vera é velha conhecida… da antiga.

Esteve à frente da Tesouraria do PES (década de 80). No Manaaim ela era a pessoa de confiança do GG e da cúpula. Quando ela foi mandada pra fora do Brasil esquema já estava montado, a lavagem de dinheiro e toda essa pilantragem que hoje estamos vendo. Parece que estas malas de dinheiro que circulavam por lá (ou por aqui) eram entregues a ela e seu marido Ben Kennedy. Coisa de mágicos. Um sistema frauduloso muito bem arquitetado aqui por GG e seus comparsas para desviar dinheiro que deveria estar no cofre (banco) da igreja.

Lembrando das aulas no Mannaim, nos ensinaram a não comprar DVDs piratas, pois estávamos usando o nosso dinheiro pra financiarmos o crime organizado… e agora quem continua dando seus dízimos nessa empresa lucrativa?

Quando o seu dinheiro cai na mão de bandidos o que estará financiando? Armas, tráficos de crianças, matadores profissionais para exterminar, de alguma maneira, pessoas que um dia tiveram a infelicidade de pertencer a algum sistema corrupto e por algum motivo tomou conhecimento de algo irregular e passou a ser ameaça para a organização criminosa.

O seu dinheiro está sendo usado para subornar pessoas, para pagar meias verdades publicadas em A TRIBUNA, para compras de imóveis, iates, para despesas de custas de processos em Vila Velha, Vitória, São Paulo, Brasília; pagar honorários advocatícios caros para a defesa dos meias-solas da cúpula envolvidos em crimes (em tese); pagar funcionários para destruir documentos… pagar meia-sola para fazer blogs onde espalham heresias maranáticas e atacam os que DENUNCIAM os engodos e meditras do PES… e muito mais, devido ao mau caratismo do comando da ICMPES debaixo do jugo imposto pelo mentiroso que diz: TÁ TUDO CERTO!!!

Gente, quanta mentira!!! E além de exigirem com o seu dinheiro suado, ainda exigem jejum e oração a favor deles – PES – é vc paga a conta, acreditando em meias verdades para beneficiar lobos gulosos a terem uma vida luxuosa, enquanto muitos irmãos passam necessidades mas seu dizimo está la todo mês.

Para limpeza da igreja tínhamos que fazer vaquinhas e até comprar papel higiênico. Lembro-me que havia um obreiro que morava mais próximo a igreja quantas vezes ele teve que sair e ir na sua casa buscar papel higiênico pois havia acabado, e olha que a situação financeira dele não era a das melhores, enquanto a cúpula enchia os bolsos, cada dia mais seus bens se multiplicando… é muita avareza dessa cúpula.

Pensem nisso irmãos, você quer que o seu dízimo seja usado para lavar dinheiro sujo? Você sabia que você pode estar participando indiretamente de sangue de inocentes assassinados como queima de arquivo?

Paz!

Publicado pela Cavaleira da Verdade em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/comment-page-2/#comment-50561

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA

O resumo da ópera é o seguinte:

Monta-se a estrutura do “discipulado” aqui no Brasil, com planejamentos, metas, objetivos a serem alcançados, formas de gerenciamento, levando em conta todas as diferenças na cultura, legislação, para que não haja furo, e aí então enviam-se os gerentes da obra para fora do país.

A roupagem externa, claro, não pode ser a realidade, sob risco de serem desacreditados, então as pessoas que irão tocar o negócio no exterior, inclusive na Terra do Tio Sam,  são escolhidas a dedo, e devem apresentar alguns requisitos básicos, que nunca poderão ser deixados de lado: a) avareza; b) pacto de fidelidade estreito com o líder, e c) ter entendimento de obra, para transmitir a “novidade” para alguns incautos que se acheguem à fachada do negócio, ou seja, uma suposta “igreja”. O resto é de menor relevância, visto que até a língua não era tão necessário assim que se conhecesse, pois foram destacados até professores de inglês, daqui do Brasil mesmo, para que fosse garantida a transmissão das heresias, devidamente traduzidas para o idioma citado.

Know-how desses gerentes internacionais também é importante, por isso é sempre bom que estes façam um bom estágio aqui mesmo no país do futebol por algum período razoável de tempo. Provando a capacidade de gerenciamento, conforme os moldes estabelecidos e atingimento de metas estipuladas pela obra, além do cumprimento dos rituais de fidelidade, o gerente internacional vira “missionário” da obra, quando poderá exercer com tranquilidade e supremacia o posto de representante do gedeltismo no exterior.

Como bons representantes, nada da postura do seu líder é descartado, então a forma de tratamento da membresia, a falta de transparência nas decisões, os acertos entre os chegados, e outras cositas mais vão se repetindo aos montes também na “obra no exterior”.

Outra estratégia ótima para a promoção falaciosa do negócio chamado “obra” ou “work”, utilizada constantemente pelo comando central da seita, foi a de mandar “soldados” daqui do Brasil, todos cúmplices e com bom entendimento de obra, para que pudessem compor maioria, mesmo lá no exterior. Qualquer um que tentasse se contrapor ou até mesmo questionar, seria engolido pela maioria, que agia com extrema harmonização em suas práticas hereges, tais como, bibliomancia, “mistério além da letra”, “não toqueis nos meus ungidos”, “ministério está acima dos dons”, “esta obra é filho único, por isso não precisa de você”, e por aí vai, ou foi esse tempo todo, parecendo que agora não está colando mais tanto assim…

A combinação fortíssima da LNP-Linguagem do Não-Pensamento com o famigerado jargão “OSSINHORREVELÔ” garantem uma sólida estrutura do negócio, e por um bom tempo, questão de décadas, os lucros são certos e bem partilhados entre os que gerenciam o sistema.

O curioso é que nos EUA, aqueles que ficariam como responsáveis, representantes do clero gedeltiano naquele país, gerenciando duas unidades locais, uma predominantemente de  brasileiros e outra de maioria americanos, seriam os kennedys, brasileiros que carregam um nome familiar para os norte-americanos!

Então é vera: os bens da obra na terra do Kennedy sempre foram gerenciados pelos kennedys!

O problema é que, segundo informações seguras, parece-me que estão gerenciando, no quesito pessoas formatadas, apenas uma “meia-dúzia” de gatos pingados, dada a avalanche de retirantes, que tomaram as estradas. Quanto a recursos, eu não saberia dizer se ainda estão movimento grande quantidade, pois a obra é meio confusa nesse aspecto, haja vista a ausência de contabilidade no pes há mais de quatro anos, portanto se valores daqui são mandados para lá e vice-versa, só Deus e os órgãos investigativos poderiam saber se ocorrem.

Termino com uma paródia, em inglês, da música de Louis Armstrong, um clássico, denominado “What a wonderful world” (Que mundo maravilhoso!).

O novo nome será “What a wonderful work”, com pitadas de humor, utilizando traduções ao pé-da-letra:

What a Wonderful Work

(Que obra maravilhosa)

I see notes of “green”, wood faces too
(Eu vejo notas do “verdin”, caras-de pau também)
Seeing the “boom” by me and you
(É visto o crescimento estrondoso por mim e por ti)
And I think to myself, what a wonderful work
(E penso com meus botões, que obra maravilhosa)
.
I see lies so true and rains of “white”
(Eu vejo mentiras tão verdadeiras e chuvas de “prata”)
The fighty blessed days, the dark sacred nights
(Os dias abençoados de luta, as sagradas noites escuras)
And I think to myself, what a wonderful work
(E aí penso comigo, que obra maravilhosa)
.
The disciples of the temple, so pretty in the lie
(Os discípulos do templo, tão encantadores na mentira)
There is also a lot of races of people saying “bye”
(Há uma série de corridas de pessoas que estão dizendo “adeus”)
I see friends turning the faces, asking, “what did you do?”
(Eu vejo amigos virarem os rostos, dizendo “o que você fez?)
They’re not showing, “I love you”
(Eles não estão demonstrando, “eu te amo”)
.
I hear babies cry, I watch them grow
(Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer)
I’ll pray much more, so they’ll really know
(Vou orar muito mais, para que eles realmente tomem conhecimento)
And think about themselves, what a wonderful work
(E pensem consigo mesmos, que obra maravilhosa)
.
Yes, We think to ourself, what a wonderful work!
(Sim, Nós pensamos conosco, que obra maravilhosa!)
Segue o link da música original, para acompanhamento, por quem puder, com a nova letra:
Mas em inglês ou português, a mensagem é clara de ironia: “Que obra maravilhosa, hein?”.
Jesus Lord’s Peace for everybody! (A Paz do Senhor Jesus a todos!)
Alandati.

MATEM OS AMALEQUITAS!

Quero agradecer às palavras da Cavaleira da Verdade por expor o que ocorreu ontem em redes sociais. Eu comentei uma vez que a Bíblia em mãos erradas é uma arma muito poderosa, é uma arma de destruição. Ontem ficou claro que esta máfia que se esconde atrás de títulos como “pastores” está usando esta arma! Eles usam para enganar, amaldiçoar e criar medo. Eles usam para criar ódio. Eles usam para ter poder, controlar e para enriquecer!

O caso maranata vai muito além de desvio de dízimo.
Muito mais podre!
Muito mais cruel!
Sempre em nome de Deus!

Este ano passado de 2012 foi um ano de investigação, estudos, depoimentos de retirantes e ficantes na icm para conhecer a verdade que se esconde por trás dessa maranata – o CV até recusou um ou outro comentário meu, porque não tinha provas, somente suspeitas… concluia em cima de fatos históricos e conversas que, enfim não acabam de ser opiniões subjetivas, com certeza.

O Gedelti é um homem esperto – ele nunca coloca a cara de modo que o MPES e a Policia etc. obtenha provas fáceis contra ele. Alem de ele adorar “levantar policial”, juiz etc. dentro da obra dele para cargos importantes com benifícios financeiros, ele mostra uma cara de homem de deus (falsa) e evita qualquer possibilidade de prova que possa mostrar a verdadeira cara dele para a sociedade e o povo icemita (membros da maranata desculpem o termo é somente termo de qualificação sem opinião!!!)

Ele ADORA usar laranjas – veja Antonio Angelo…

O dia de ontem em rede social demonstrou que a maranata (com esse termo refiro-me, novamente, só aos comandantes e à máfia que se esconde por trás) está usando diversos fakes em redes sociais para desviar membros da icm da verdade; e paraAMEAÇAR quem está falando a verdade nas redes sociais e em blogs!

Eles hoje estão em um beco sem saída mesmo – por celular (com número restrito) ameaçam de morte e de agressão física!!

Eles usam essa ameaça de duas formas: muitos ainda têm parentes atuantes dentro da icm – acabam chamando esses membros atuantes e mostrando que um familiar deles, retirante, está expondo a “oubra”; mas também usam fakes (identidades falsas em redes sociais) e ligações restritas sem identificação do número de origem para gritar ameaças de morte e agressão . Por telefone!

A MÁSCARA CAÍU GEDELTI!

Irmãos, não estamos somente falando de heresias, doutrinas falsas, desvio de dízimo. É DE MÁFIA! Estamos falando de homens sem limites. Mesmo!

Eu já venho investigando, há muito tempo, se existe um límite nesses homens; e a cada dia, para mim, pessoalmente, fica claro que NÃO.

Vou explicar por alto minha suspeita – que hoje não passa de uma suspeita porque não tenho provas – mas o caso Josias que se econtra em coma no hospital Meridiano dá fundamento à minha suspeita!

Como funciona a AUTO-dinâmica da obra – dinâmica – uma palavra do fundador da obra tanto gosta de usar?

Vou dar um exemplo – mãe que busca Deus para afastar seu filho dos caminhos errados e cheio de morte desse mundo no qual vivemos encontra na maranata uma “igreja” que aparentemente é muito séria!

Ela dá sua vida para essa obra, ora a cada dia para proteger seu filho, fala com o filho para visitar com ela a igreja maranata, contribui com dízimos, trabalha igual uma escrava na obra, para agradar a deus e proteger seus filhos do mundo.

Ela acaba sendo formatada com uma lavagem cerebral com essa doutrina do medo e essa doutrina de jim jones de deus vivoque jamais pode lavantar alguma dúvida nesse deus para nenhum mal acontecer a seu sangue.

Por conseguinte, a “oubra” se benificia de VÁRIAS formas desta formatação – vamos destacar as principais:

– pagando o dízimo… mais certo que sua dívida nas Casas Bahia…
– serviços “escravos” – cada serviço prestado é um custo a menos que os donos da “oubra” não precisam pagar…
– “evangelização” – cada visitante é uma nova vítima potencial para o crescimento do sistema…
– “ponto de pregação” – modo de catequisar beatos escondendo a face da maranata, nome que está cada vez mais sujo na sociedade; além do mais nesses PP a maranata não tem gastos com nada e se alguem precisar de banheiro e papel higiênico é por conta das famílias…

Até aqui tudo bem – já foi tudo denunciado, explicado e aprovado. Mas vamos pensar mais além.

Será que a mente de GG para por aqui? Como iniciei – não tenho provas além de suspeitas e de dois casos relatados – o caso Josias que é cúmplice de GG e o arsenal de armas no maanaim que foi relatado por um irmão. Minha suspeita vai além disso e eu chamo isso de AUTO-dinâmica da obra.

O “dízimo” é comprovadamente pelo MPES desviado de duas formas – notas frias de produtos e serviços e além disso uma parte nunca entra no “faturamento” da “oubra filho único” porque é depositado por “pastores” e coordenadores de confiança de GGdiretamente em contas particulares que são indicadas pelo esperto GG!

O que temos aqui? Dinheiro em mãos de uma máfia não rastreável! Não declarado! Será que a máfia se contenta? Ou será que ele pode ser útil?

armas no maanaim

armas no maanaim

No caso Josias – ele buscava carros perto da Bolívia para vender para pastores do alto clero – um por um – um negócio pouco viável sendo que perderia o lucro do carro em viagem para a tranferência… Mas o que temos na Bolivia? Uma das principais portas de entrada para armas e drogas!

Agora vamos pensar na mãe que tanto busca a um deus que proteja seu filho desse mundo! E agora eu pergunto: E se esse dinheiro de dízimo não rastreável for usado para trazer armas e drogas, abastecer o mercado nas areas da icm?

Essa mãe lê jornal, olha o noticiário falando sobre o crescimento de crimes provocados por drogas e executado com armas… Essa mãe mais ainda se sente obrigada a visitar, prestar serviço, pagar dízimo para essa “oubra” … para esse deus que, enfim, é a causa da desgraça do próprio filho. A isso eu chamaria de AUTO-dinâmica da obra… mas não tenho provas…

Mas sei de duas coisas – que não é DEUS que está no controle dessa “oubra” e que essa gente que controla essa “oubra” NÃO TEM LIMITES!

Paz

Ah sim, desculpe CV,

esqueci de um benificio importantíssimo para a “oubra” que resulta da formatação. Acabou de entrar nas investigações do MPES:

formação de curral eleitoral dos maranatas (CEM) que em seguida traz diversos benifícios, ou melhor um sem números de benefícios para oubra dos gueiros:

os “amigos da obra” que são eleitos com os votos do curral eleitoral dos maranáticos (CEM) trazem dinheiro dos cofres públicos– já notaram que são sempre as mesmas caras? deputados estaduais e federais que “doaram” dinheiro para a fundação dos gueiros?

Além disso, a nível municipal, com os prefeitos eleitos por este “curral” terrenos para templos de graça e outros benifícios…

NÃO TEM LÍMITES!

Investigadores dos acidentes fatais do policial Joelson e do recente falecido Pr. Julio Cesar falam que nos dois carros os freios estavam manipulados…

morte do policial e obreiro da maranata Joelson que vinha de reunião com membros da cupula da maranata

morte do policial e obreiro da maranata Joelson que vinha de reunião com membros da cupula da maranata

morte em acidente do pastor julio Cesar que testemunhou contra a maranata no caso do contrabando

morte em acidente do pastor julio Cesar que testemunhou contra a maranata no caso do contrabando

PASSARAM DOS LÍMITES?

PAZ
.
.
Amado Marques,

Essa maneira odiosa de que se valem os filhos do gedeltismo para ameaçar, caluniar, difamar, injuriar, instigar o ódio religioso, maltratar, perseguir e zombar dos que não mais se submetem aos desvarios do chege religioso, já foi inúmeras vezes denunciada neste Site.

Os filhos do gedeltismo, nascidos no pandulho da rainha desfigurada – porque é pseudocarismática -, imitam o pai da Obra. Querem, a todo custo, implantar o pânico e o terrorismo. Talibãns! Xiitas!

Leia o que deixei aqui em 28 de janeiro de 2013 às 21:30

Amados,
Atento às postagens e procurando consolar os desesperados, neste momento recebo ligação de terceiros informando que A. está em prantos.
Ela deixou na página do Facebook os protestos que entendeu registrar. Mas alguém, acabou de ameaçá-la (celular) aos gritos e com palavras de baixo calão, EXIGINDO ela retire as postagens ou vai levar tapas na cara…
Estamos em momentos de perseguição.
Certos pastores da ICM, instigados pelo ódio, acham que podem ameaçar, espancar e causar maus tratos aos filhos (casados) pelo fato de estarem PROTESTANDO.
Leque de proteção à mulher é o que recomendo.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/leque-de-protecao-a-mulher/
Peço que A. leve este assunto ao Ministério Público e peça proteção.
Retirantes, lembrem-se da mulher de Ló.
CV.
Neste episódio foi constatada a presença do pai de A., e de outro bem conhecido da família. Não duvido da presença de Gedelti neste episódio.

SEM LIMITES!

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/comment-page-1/#comment-50399

Irmãos, Paz e Graça!
Peço desculpas por ter andado um pouco sumido, mas é por questão de trabalho.
Eu vou dar minha impressão sobre esse caso:

Um império foi estabelecido por longos quarenta e quatro anos, e muitas mentes foram dominadas, impregnadas pelo entendimento de obra, recheado de arrogância, sectarismo e tudo mais, e não se pode, para a grande massa, por um passe de mágica, sair e ter contato com o Evangelho Pleno de Cristo, e vivê-lo em sua plenitude, imediatamente.
Meus irmãos, entendamos uma coisa: Deus está no comando! Ele tem providenciado cada derrota para a obra. Cada saída de um membro de destaque, cada derrota no judiciário, cada reportagem na mídia, mesmo que só capixaba, e o melhor, todos estão tendo oportunidade de rever os conceitos, estudar a Palavra, aprender a ser crente, e deixar de ser conduzido por homens ou instituições.
Ninguém sabia ao certo o que era heresia, o que poderia ser considerado uma seita, estamos aprendendo a jejuar, a ser como os bereianos, que questionam tudo, enfim, são momentos de suma importância, proporcionados por Deus Pai, a nós os seus filhos, que andávamos como cegos, acreditando piamente em uma instituição, auto-proclamada porta-voz da vontade de Deus para o homem, mas extremamente perniciosa, pois embasa sua conduta na mentira, na falsidade, e na falta de amor para a salvação, mesmo que pelas palavras diga o contrário…

Na minha humilde impressão, tem que ser assim!

Se tudo estourasse na mídia nacional, de uma hora para outra, muitos ficariam atordoados, meio que perdidos, mas como não teriam tempo de estar sendo “revelados” os bastidores da seita, poderiam continuar, achando que tudo passa de cometimento de delitos, em tese, e nunca enxergariam o ambiente insalubre que eram envolvidos, cheio de heresias, de escravidão, de falsidades, perseguições, injustiças, partidarismos, onde predomina a avareza, e a membresia é tocada como gado, massa de manobra, para esse objetivo perseguido incessantemente.

onda tsunami

onda tsunami

Lembremos as fases do tsunami. O mar de quarenta e quatro anos de lama está se afastando, formando as imensas ondas. Muitos estão se apercebendo do que está acontecendo, mormente o perigo que corriam, e estão se retirando, ou ao menos, ficando com uma pulga atrás da orelha do que pode estar acontecendo no palácio da rainha desfigurada.
O triste é saber que tem alguns que não querem nem saber das informações, e seguem com uma “viseira” espiritual, simplesmente atropelando os fatos, e argumentando de forma falaciosa, principalmente sem embasamento bíblico, sendo que alguns usando a mesma postura de destilação de ódio, ensinada por seu líder.
Bem, é esse panorama que enxergo, e tenho fé em Deus que a Justiça irá ocorrer.

Fiquem todos com a Paz do Senhor Jesus!
Alandati.

fonte: http://diganaoaseita.wordpress.com/boca-na-trombeta/#comment-1983