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Publicado por Tribunal Regional Federal da 2ª Região

1ª Vara Federal Cível

Boletim: 2017000048

FICAM INTIMADAS AS PARTES E SEUS ADVOGADOS DAS SENTENÇAS/DECISÕES/DESPACHOS NOS AUTOS ABAIXO RELACIONADOS PROFERIDOS PELO MM. JUIZ FEDERAL ALEXANDRE MIGUEL

2006 – MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL/TRIBUTÁRIO

44 – 0037065-10.2016.4.02.5001 (2016.50.01.037065-4) (PROCESSO ELETRÔNICO) AMADEU LOUREIRO LOPES E OUTROS (ADVOGADO: ES005868 – LUCIANA MARQUES DE ABREU JÚDICE DESSAUNE, ES010077 – RODRIGO FRANCISCO DE PAULA, ES016617 – DIEGO GOMES DUMMER, ES006282E – DANIELA GARCIA DE OLIVEIRA, ES012722 – CAROLINE WEBER SANTOS, ES025101 – RACHEL FREIXO, ES020251 –RODRIGO GOMES DOS ANJOS LIMA.) x DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VITÓRIA / ES. SENTENÇA TIPO: A – Fundamentação individualizada REGISTRO NR. 000690/2017 Custas para Recurso -Réu: R$ 0,00. . PROCESSO Nº 0037065-10.2016.4.02.5001 (2016.50.01.037065-4) / MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL/T RIBUTÁRIO / CLASSE 2006 / 1ª VARA FEDERAL CÍVEL IMPETRANTE: AMADEU LOUREIRO LOPES E OUTROS

IMPETRADO: DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VITÓRIA / ES

A – Fundamentação individualizada

SENTENÇA

Trata-se de mandado de segurança, com pedido de liminar, ajuizado por AMADEU LOUREIRO LOPES, ANTÕNIO CARVALHO PEIXOTO, ANTÔNIO CARLOS RODRIGUES DE OLIVEIRA, AUGUSTO KOHLS FILHO, GEDELTI VICTALINO TEIXEIRA GUEIROS E WALACE ROZETTI, contra ato apontado coator do Sr. DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VITÓRIA– ES, partes devidamente qualificadas nos autos, através do qual pugna, em síntese, pelo reconhecimento de seus direitos líquidos e certo de não sofrerem o arrolamento de seus bens e direitos em decorrência dos créditos tributários constituídos nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586-720.576/2015-15, determinando a anulação dos Termos de Arrolamento de Bens e Direitos então lavrados.

Os impetrantes alegam, em síntese, na inicial, o que se segue:

Que a IGREJA CRISTÃ MARANATA (CNPJ nº 27.056.910/0001-42) passou por uma ação fiscal deflagrada com base no MPF nº 07.2.01.00-2014-00074-1, por solicitação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo, através do Ofício OF/GAECO/Nº 169/2015, que encaminhou cópia integral do Procedimento Investigatório Criminal nº 005/2012, então em trâmite na Vara de Inquéritos Criminais da Comarca de Vitória;

Que Os créditos tributários constituídos deram origem ao Processo Administrativo Fiscal nº 15586720.576/2015-15 e a autuação chegou ao vultoso valor de R$ 37.594.820,11 (trinta e sete milhões, quinhentos e noventa e quatro mil, oitocentos e vinte reais e onze centavos);

Que os créditos tributários constituídos deram origem ao Processo Administrativo Fiscal nº 15586720.576/2015-15 e a autuação chegou ao vultoso valor de R$ 37.594.820,11 (trinta e sete milhões, quinhentos e noventa e quatro mil, oitocentos e vinte reais e onze centavos);

Que foram cientificados da lavratura de Termo de Arrolamento de Bens e Direitos em decorrência da constituição dos referidos créditos tributários (Doc. 04), sem que, todavia, fosse levado em consideração que, uma vez somados os bens e direitos de todos os sujeitos passivos, principalmente os do contribuinte (a IGREJA CRISTÃ MARANATA), não se cumpre um dos requisitos para se proceder ao arrolamento, qual seja, a exigência de que a soma dos créditos tributários ultrapasse 30% (trinta por cento) do patrimônio conhecido de todos eles;

Que apresentaram recurso administrativo, por meio do qual requereram a anulação dos Termos de Arrolamento de Bens e Direitos lavrados, sob o fundamento de que o arrolamento não teria cabimento, uma vez que o patrimônio conhecido da IGREJA CRISTÃ MARANATA supera, em muito, o valor dos créditos tributários que ainda estão em fase de constituição, cujo somatório não ultrapassa 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido;

Que os recursos, todavia, foram indeferidos, com a alegação de que embora o art. 2º, caput, da Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil – IN/RFB nº 1.565/15, estabeleça que devem ser somados os bens e direitos de todos os sujeitos passivos para fins de se apurar se os créditos tributários ultrapassam 30% (trinta por cento), como requisito para se proceder ao arrolamento, o seu § 2º determina que “no caso de responsabilidade tributária com pluralidade de sujeitos passivos, serão arrolados bens e direitos daqueles cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente, os limites mencionados no caput;

Que a legislação estatui dois requisitos para que se faça o arrolamento, quais sejam, o valor da dívida tributária deve ser superior [i] a 30% (trinta por cento) do patrimônio conhecido; e [ii] a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais);

Que tais disposições inovam, em flagrante violação ao princípio da legalidade, o quanto disposto no art. 64, caput, da Lei nº 9.532/97, ao determinar que seja considerado individualmente o limite de 30% do patrimônio conhecido de cada sujeito passivo, em confronto com a soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade, para que seja determinado o arrolamento de seus bens e direitos;

Que quanto à relação entre o valor da dívida e o patrimônio conhecido, somente a IGREJA CRISTÃ MARANATA, autuada na condição de contribuinte nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586720.576/2015-15, tem patrimônio conhecido que supera, em muito, o valor dos créditos tributários que ainda estão em fase de constituição, cujo somatório não ultrapassa 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido.

Com a inicial vieram a procuração e os documentos de fls. 12/217. Guia de recolhimento de custas à fl. 223.

Decisão de fls. 226/228 postergando a análise do pedido de liminar e determinando a intimação da parte impetrante para emendar a inicial indicando corretamente o valor da causa.

Às fls. 233/245 a autoridade impetrada apresentou informações, acompanhada dos documentos de fls. 246/253 alegando, em resumo:

Que conforme temos de arrolamento de bens e direitos, foi constatado que a soma dos créditos tributários de responsabilidade dos sujeitos passivos ultrapassava R$ 2.000.000,00 e, concomitantemente, 30% do patrimônio conhecido;

Os termos de arrolamento de bens e direitos, que deram origem a presente discussão, foram formalizados em 2016, com base nos arts. 64 e 64-A da Lei 9.532 de 10 de dezembro de 1997 e no art. 2º da IN RFB nº 1.565 de 11/05/2015;

Que os arts. 64 e 64-A da Lei 9.532/97 dispõem sobre o arrolamento administrativo de bens e direitos do sujeito passivo, pessoa jurídica ou física, quando o valor dos créditos tributários de sua responsabilidade for superior a 30% do seu patrimônio conhecido. Realizado o procedimento, o termo de arrolamento é encaminhado aos competentes registros imobiliários, órgão ou entidades e cartórios de títulos e documentos e registros especiais para necessária averbação;

Que a IN RFB nº 1.565 de 2015, determina em seu art. 2º que o arrolamento de bens e direitos para acompanhamento do patrimônio suscetível de ser indicado como garantia de crédito tributário deverá ser efetuada sempre que a soma do crédito tributário lançado exceder a trinta por cento do patrimônio conhecido e, simultaneamente, for superior a R$ 2.000.000,00;

Que na hipótese de responsabilidade tributária com pluralidade de sujeitos passivos, serão arrolados os bens e direitos cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente;

Que na ocasião do lançamento do crédito tributário objeto do processo administrativo do auto de infração nº 15586.720.576/2015-15 foi observado que soma do valor do valor deste crédito tributário com os valores dos demais créditos tributários de responsabilidade dos sujeitos passivos administrativos pela SRF, excedia, simultaneamente e individualmente, a 30% do patrimônio conhecido de cada um dos impetrantes, e R$ 2.000.000,00;

Que o arrolamento é medida de acompanhamento do patrimônio do sujeito passivo da obrigação tributária, não se tratando de infração ou penalidade aplicada aos contribuintes. Também não se trata de medida de privação de bens;

Que o intuito dessa providência se resume a monitorar o patrimônio do contribuinte que, no futuro, em havendo necessidade, seria suscetível de ser indicado como garantia do crédito tributário sob sua responsabilidade;

Que o caput do art. 64 da Lei 9.532/97 por si só já confere legalidade necessária ao arrolamento exigido pela RFB em face dos impetrantes, porquanto figuram na relação jurídica tributária como responsáveis solidários e, por conseguinte, como sujeitos passivos da obrigação principal;

Que no caso de haver créditos tributários sob a responsabilidade de mais de um sujeito passivo, serão arrolados os bens e direitos daqueles cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente, os limites previstos na legislação;

Que o crédito do processo nº 15586-720.576/2015-15 superou com folga o limite de R$ 2.000.000,00 a partir do qual a lei prevê o arrolamento dos bens, no caso concreto, o crédito ainda superou 30% do patrimônio conhecido das pessoas físicas, considerando individualmente (a responsabilidade é solidária, sem benefício de ordem). Deste modo, estavam presentes as condições para o arrolamento dos bens;

Considerando que o aludido débito ultrapassa os dois milhões de reais e excedia 30% do patrimônio de cada um dos impetrantes, lavraram-se os termos de arrolamento de bens e direitos em face deles, com base na legislação de regência;

Que não há excesso nos arrolamentos dos bens e direitos, que foram efetuados nos termos e limites previstos na legislação que trata da matéria;

Que o cancelamento do arrolamento somente é cabível no âmbito da RFB ou da PGFN respectivamente, se constatada a liquidação do c rédito antes do seu encaminhamento para inscrição em Divida Ativa da União ou se constatada a liquidação ou garantia do crédito depois do encaminhamento para inscrição e, como se pode observar, os arrolamentos em questão não se enquadram em nenhuma das hipóteses de cancelamento, previstas nas normas vigentes, o que evidencia a carência de embasamento legal para o deferimento do pleito dos impetrantes.

A parte impetrante emendou a inicial às fls. 257/258 adequando o valor da causa.

Guia de custas complementares à fl. 259.

À fl. 262 a União Federal requereu o ingresso no feito.

O Ministério Público Federal manifestou-se à fl. 264 afirmando não haver neste processo nenhum interesse individual ou coletivo apto a ensejar a sua intervenção, nos termos do art. 82 do Código de Processo Civil e do art. 5º, inc. XXII, da Recomendação nº. 16/2010, do Conselho Nacional do Ministério Público.

Vieram-me os autos conclusos para sentença.

É o relatório. Passo a decidir.

1 – MÉRITO

Conforme relatado, pugnam os impetrantes pelo reconhecimento de seus direitos líquidos e certos de não sofrerem o arrolamento de seus bens e direitos em decorrência dos créditos tributários constituídos nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586-720.576/2015-15, determinando a anulação dos Termos de Arrolamento de Bens e Direitos então lavrados.

O arrolamento de bens questionado na presente ação está previsto na Lei 9.532, de 10 de novembro de 1997, que assim dispõe em seu artigo 64 e seguintes. Vejamos:

Art. 64. A autoridade fiscal competente procederá ao arrolamento de bens e direitos do sujeito passivo sempre que o valor dos créditos tributários de sua responsabilidade for superior a trinta por cento do seu patrimônio conhecido.

  • 1º Se o crédito tributário for formalizado contra pessoa física, no arrolamento devem ser identificados, inclusive, os bens e direitos em nome do cônjuge, não gravados com a cláusula de incomunicabilidade.
  • 2º Na falta de outros elementos indicativos, considera-se patrimônio conhecido, o valor constante da última declaração de rendimentos apresentada.
  • 3º A partir da data da notificação do ato de arrolamento, mediante entrega de cópia do respectivo termo, o proprietário dos bens e direitos arrolados, ao transferi-los, aliená-los ou onerá-los, deve comunicar o fato à unidade do órgão fazendário que jurisdiciona o domicílio tributário do sujeito passivo.
  • 4º A alienação, oneração ou transferência, a qualquer título, dos bens e direitos arrolados, sem o cumprimento da formalidade prevista no parágrafo anterior, autoriza o requerimento de medida cautelar fiscal contra o sujeito passivo.
  • 5º O termo de arrolamento de que trata este artigo será registrado independentemente de pagamento de custas ou emolumentos:

I – no competente registro imobiliário, relativamente aos bens imóveis;

II – nos órgãos ou entidades, onde, por força de lei, os bens móveis ou direitos sejam registrados ou controlados;

III – no Cartório de Títulos e Documentos e Registros Especiais do domicílio tributário do sujeito passivo, relativamente aos demais bens e direitos.

  • 6º As certidões de regularidade fiscal expedidas deverão conter informações quanto à existência de arrolamento.
  • 7º O disposto neste artigo só se aplica a soma de créditos de valor superior a R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). (Vide Decreto nº 7.573, de 2011)
  • 8º Liquidado, antes do seu encaminhamento para inscrição em Dívida Ativa, o crédito tributário que tenha motivado o arrolamento, a autoridade competente da Secretaria da Receita Federal comunicará o fato o registro imobiliário, cartório, órgão ou entidade competente de registro e controle, em que o termo de arrolamento tenha sido registrado, nos termos do § 5º, para que sejam anulados os efeitos do arrolamento.
  • 9º Liquidado ou garantido, nos termos da Lei nº 6.830, de 22 de setembro de 1980, o crédito tributário que tenha motivado o arrolamento, após seu encaminhamento para inscrição em Dívida Ativa, a comunicação de que trata o parágrafo anterior será feita pela autoridade competente da Procuradoria da Fazenda Nacional.
  • 10. Fica o Poder Executivo autorizado a aumentar ou restabelecer o limite de que trata o § 7o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 11.941, de 2009)
  • 11. Os órgãos de registro público onde os bens e direitos foram arrolados possuem o prazo de 30 (trinta) dias para liberá-los, contados a partir do protocolo de cópia do documento comprobatório da comunicação aos órgãos fazendários, referido no § 3o deste artigo. (Incluído pela Lei nº 12.973, de 2014)
  • 12. A autoridade fiscal competente poderá, a requerimento do sujeito passivo, substituir bem ou direito arrolado por outro que seja de valor igual ou superior, desde que respeitada a ordem de prioridade de bens a serem arrolados definida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, e seja realizada a avaliação do bem arrolado e do bem a ser substituído nos termos do § 2o do art. 64-A. (Incluído pela Lei nº 13.043, de 2014)

Art. 64-A. O arrolamento de que trata o art. 64 recairá sobre bens e direitos suscetíveis de registro público, com prioridade aos imóveis, e em valor suficiente para cobrir o montante do crédito tributário de responsabilidade do sujeito passivo. .(Incluído pela Medida Provisória nº 2158-35, de 2001)

  • 1o O arrolamento somente poderá alcançar outros bens e direitos para fins de complementar o valor referido no caput. (Incluído pela Lei nº 12.973, de 2014)
  • 2o Fica a critério do sujeito passivo, a expensas dele, requerer, anualmente, aos órgãos de registro público onde os bens e direitos estiverem arrolados, por petição fundamentada, avaliação dos referidos ativos, por perito indicado pelo próprio órgão de registro, a identificar o valor justo dos bens e direitos arrolados e evitar, deste modo, excesso de garantia. (Incluído pela Lei nº 12.973, de 2014)

A IN SRF n° 1.565, de 11 de maio de 2015 e que estabelece procedimentos para o arrolamento de bens e direitos e representação para propositura de medida cautelar fiscal, assim dispõe:

Art. 2º O arrolamento de bens e direitos de que trata o art. 1º deverá ser efetuado sempre que a soma dos créditos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), de responsabilidade do sujeito passivo, exceder, simultaneamente, a:

I – 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido; e

II – R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).

  • 1º Não serão computados na soma dos créditos tributários os débitos confessados passíveis de imediata inscrição em Dívida Ativa da União (DAU).
  • 2º No caso de responsabilidade tributária com pluralidade de sujeitos passivos, serão arrolados os bens e direitos daqueles cuja soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade exceder, individualmente, os limites mencionados no caput.
  • 3º Na situação prevista no § 2º, o somatório dos valores de todos os bens e direitos arrolados dos sujeitos passivos está limitado ao montante do crédito tributário, e a parcela em que há responsabilidade será computada uma única vez.
  • 4º Nas hipóteses de responsabilidade subsidiária ou por dependência, previstas no inciso II do art. 133 e no art. 134 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 – Código Tributário Nacional (CTN), somente serão arrolados os bens e direitos dos responsáveis se o patrimônio do contribuinte não for suficiente para satisfação do crédito tributário.

Na hipótese dos autos, o valor da dívida consolidada através do processo administrativo nº 15586720.576/2015-15 totaliza, segundo os próprios impetrantes, a quantia de R$ 37.594.820,11, portanto, superior ao limite de R$2.000.000,00 estabelecido pela supracitada Instrução Normativa e, no momento, o crédito tributário apurado no citado processo administrativo n° 15586-720.576/2015-15 se encontra com a sua exigibilidade suspensa em razão da impugnação administrativa apresentada.

Neste contexto, é importante destacar inicialmente que pelo que se depreende da leitura dos parágrafos 3° e 4° do art. 64 da Lei 9.532/97, a finalidade do arrolamento de bens é acautelatória, a despeito de não representar efetivo gravame ou restrição ao uso, alienação ou oneração dos bens e direitos do contribuinte, mas sim meio de resguardar a Fazenda contra interesses concorrentes de terceiros, quanto à satisfação de seus créditos. Permite, assim, conferir maior garantia aos créditos tributários de que a União Federal seja titular, facilitando eventual excussão de bens para fins de satisfação do débito fiscal.

A medida produzirá efeitos até a liquidação do débito (§ 8º do art. 64 da Lei 9.532/97), com a extinção do crédito tributário (art. 156 do CTN), permanecendo como medida acautelatória para o fim de resguardar a Fazenda.

O arrolamento apenas se destina a viabilizar o acompanhamento da evolução patrimonial do sujeito passivo da obrigação tributária. O sujeito passivo se mantém no pleno gozo dos atributos da propriedade, mormente levando-se em conta que os bens arrolados podem ser transferidos, alienados ou onerados, independentemente da concordância da Fazenda Pública.

Assim, ao contrário do procedimento cautelar fiscal previsto na Lei nº 8.397/92, o arrolamento não enseja restrição à livre disponibilidade do patrimônio, porquanto não impede o uso, gozo, alienação ou oneração dos bens e direitos pelo contribuinte, sendo desnecessária, por essa razão, a prévia constituição do crédito tributário.

Nesse sentido já decidiu o STJ:

RECURSO ESPECIAL Nº 689.472 – SE (2004/0133103-7) RELATOR : MINISTRO LUIZ FUX RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : MARIA CLÁUDIA GONDIM CAMPELLO E OUTROS RECORRIDO : IMEDIATA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA ADVOGADO : VÍTOR HUGO MOTTA E OUTRO EMENTA TRIBUTÁRIO. ARROLAMENTO DE BENS E DIREITOS DO CONTRIBUINTE EFETUADO PELA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA. ARTIGO 64, DA LEI 9.532/97. INEXISTÊNCIA DE GRAVAME OU RESTRIÇÃO AO USO, ALIENAÇÃO OU ONERAÇÃO DO PATRIMÔNIO DO SUJEITO PASSIVO. DESNECESSIDADE DE PRÉVIA CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. LEGALIDADE DA MEDIDA ACAUTELATÓRIA. 1. O arrolamento de bens e direitos do sujeito passivo da obrigação tributária pode ocorrer: 1) por iniciativa do contribuinte, para fins de seguimento do recurso voluntário interposto contra decisão proferida nos processos administrativos de determinação e exigência de créditos tributários da União (Decreto nº 70.235/72) ou, em se tratando de Programa de Recuperação Fiscal – Refis, para viabilizar a homologação da opção nos termos da Lei nº 9.964/00; e 2) por iniciativa da autoridade fiscal competente, para acompanhamento do patrimônio passível de ser indicado como garantia de crédito tributário em medida cautelar fiscal. 2. O arrolamento de bens de iniciativa da Administração Tributária encontra-se regulado pela Lei 9.532/97, na qual foi convertida a Medida Provisória nº 1.602, de 14 de novembro de 1997, podendo ocorrer sempre que a soma dos créditos tributários exceder 30% (trinta por cento) do patrimônio do contribuinte e, simultaneamente, for superior a quantia de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). A finalidade da referida medida acautelatória é conferir maior garantia aos créditos tributários da União, assegurando a futura excussão de bens e direitos do sujeito passivo suficientes à satisfação do débito fiscal. 3. Efetivado o arrolamento fiscal, deve o mesmo ser formalizado no registro imobiliário, ou em outros órgãos competentes para controle ou registro, ficando o contribuinte, a partir da data da notificação do ato de arrolamento, obrigado a comunicar à unidade do órgão fazendário a transferência, alienação ou oneração dos bens ou direitos arrolados. O descumprimento da referida formalidade autoriza o requerimento de medida cautelar fiscal contra o contribuinte. 4. Depreende-se, assim, que o arrolamento fiscal não implica em qualquer gravame ou restrição ao uso, alienação ou oneração dos bens e direitos do contribuinte, mas apenas, por meio de registro nos órgãos competentes, resguarda a Fazenda contra interesses de terceiros, assegurando a satisfação de seus créditos. 5. Ademais, a extinção do crédito tributário ou a nulidade ou retificação do lançamento que implique redução do débito tributário para montante que não justifique o arrolamento, imputa à autoridade administrativa o dever de comunicar o fato aos órgãos, entidades ou cartórios para que sejam cancelados os registros pertinentes. 6. Tribunal de origem que entendeu desarrazoado o arrolamento de bens procedido pela Fazenda Pública, enquanto pendente de recurso o processo administrativo tendente a apurar o valor do crédito tributário, uma vez que não haveria crédito definitivamente constituído. 7. A medida cautelar fiscal, ensejadora de indisponibilidade do patrimônio do contribuinte, pode ser intentada mesmo antes da constituição do crédito tributário, nos termos do artigo 2º, inciso V, “b”, e inciso VII, da Lei nº 8.397/92 (com a redação dada pela Lei nº 9.532/97), o que implica em raciocínio analógico no sentido de que o arrolamento fiscal também prescinde de crédito previamente constituído, uma vez que não acarreta em efetiva restrição ao uso, alienação ou oneração dos bens e direitos do sujeito passivo da obrigação tributária, revelando caráter ad probationem, e por isso autoriza o manejo da ação cabível contra os cartórios que se negarem a realizar o registro de transferência dos bens alienados. 8. Recurso especial provido.

(STJ, Relator Ministro Luiz Fux, julgado em 05/10/2006, 1ª Turma, publicado em 13/11/2006)

Feitos tais esclarecimentos, e especificamente no que diz respeito ao argumento autoral de que é ilegal a consideração individual do limite de 30% do patrimônio conhecido de cada sujeito passivo, em confronto com a soma dos créditos tributários sob sua responsabilidade, para que seja determinado o arrolamento de seus bens e direitos, não assiste razão aos impetrantes.

Isto porque não existe qualquer ilegalidade para que a avaliação do limite para o arrolamento seja feita individualmente, ou seja, para cada responsável tributário. Tal providência t em por fundamento legal a Instrução Normativa 1.565/15 que assim autoriza de forma expressa em seu art. 2º, §2º. Não há, repita-se, o contrário do que sustenta a parte impetrante, qualquer ofensa ao principio da legalidade. Tais disposições legais não contrariam a Lei 9.532/97 que apenas estabelece normas gerais acerca do procedimento de arrolamento, sendo que competiu à Instrução Normativa acima referida regulamentar de forma pormenorizada o citado procedimento.

Ademais, conforme bem ressaltou a autoridade impetrada em suas informações, o caput do art. 64 da Lei 9.532/97 por si só já confere legalidade necessária ao arrolamento exigido pela RFB em face dos impetrantes, porquanto os mesmos figuram na relação jurídica tributária como responsáveis solidários e, por conseguinte, como sujeitos passivos da obrigação principal e o crédito do processo nº 15586720.576/2015-15 superou com folga o limite de R$ 2.000.000,00 a partir do qual a lei prevê o arrolamento dos bens.

Ainda, no caso concreto, de acordo com a autoridade impetrada, o crédito superou em muito 30% do patrimônio conhecido das pessoas físicas considerado individualmente (a responsabilidade é solidária, sem benefício de ordem). Deste modo, estavam presentes as condições para o arrolamento dos bens.

Também conforme consignado pela autoridade, no direito brasileiro, em razão do que dispõem os arts. 275 do CC e 125 do CTN, no caso da solidariedade passiva, a dívida pode ser cobrada em sua totalidade de qualquer um dos devedores, sendo que a solidariedade não comporta benefício de ordem, ou seja, cabe ao credor escolher, dentre os sujeitos passivos, de quem irá cobrar a satisfação da obrigação tributária.

Desta forma, não se sustenta o argumento da parte impetrante no sentido de que, quanto à relação entre o valor da dívida e o patrimônio conhecido, somente a IGREJA CRISTÃ MARANATA, autuada na condição de contribuinte nos autos do Processo Administrativo Fiscal nº 15586-720.576/2015-15, tem patrimônio conhecido que supera, em muito, o valor dos créditos tributários que ainda estão em fase de constituição, cujo somatório não ultrapassa 30% (trinta por cento) do seu patrimônio conhecido. Ora, se o crédito pode ser cobrado individualmente de qualquer devedor solidário (principal e responsável), cabe, por ilação logica, o arrolamento dos bens de cada um dos responsáveis individualmente.

 

Desta forma, repita-se, não há qualquer ilegalidade no arrolamento levado a efeito pela autoridade impetrada. O seguinte excerto, oriundo do E. TRF da 3ª Região corrobora o entendimento acima, no sentido de que é plenamente legal a previsão contida no art. 2º da Instrução Normativa 1.565/15 no sentido de que o arrolamento de bens e direitos deve ser efetuado levando-se em conta o valor do patrimônio individual do responsável apurado individualmente. Vejamos:

DIREITO TRIBUTÁRIO. AGRAVO INTERNO. ARROLAMENTO ADMINISTRATIVO DE BENS. RESPONSÁVEIS TRIBUTÁRIOS SOLIDÁRIOS. MEDIDA PREVENTIVA. MANDADO DE SEGURANÇA. APELAÇÃO NO EFEITO DEVOLUTIVO. DECISÃO NÃO AGRAVADA. VIA ELEITA INADEQUADA. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE PROBABILIDADE DE DIREITO. AUSÊNCIA DE PERIGO DE DANO IMINENTE. AGRAVO INTERNO IMPROVIDO. – Com efeito, os requisitos autorizadores do deferimento das liminares em medidas cautelares são o risco de dano e a plausibilidade do direito invocado, entretanto, tendo em vista a característica de instrumentalidade das cautelares, o risco que deve ser demonstrado pelo requerente não necessita de comprovação cabal, porque muitas vezes trata-se de risco litigioso, que somente será comprovado e declarado no processo principal. – Consoante o artigo 800, parágrafo único, do Código de Processo Civil, “As medidas cautelares serão requeridas ao juiz da causa; e, quando preparatórias, ao juiz competente para conhecer da ação principal. Parágrafo único. Interposto o recurso, a medida cautelar será requerida diretamente ao tribunal”. – Assim, interposto o recurso de apelação, em tese, cabível o expediente adotado, cuja competência para processamento e conhecimento da ação cautelar incidental é afeta ao Tribunal. – Faz-se necessário para o deferimento do provimento liminar a presença conjunta e concomitante da plausibilidade do direito alegado e da situação objetiva de perigo. – É certo que o provimento liminar pleiteado objetiva eficácia da prestação da tutela jurisdicional satisfativa que se embasa no justo receio de dano e da situação de perigo objetivo. – No caso dos autos, as decisões proferidas em momentos anteriores foram no sentido de que, quando do recebimento da apelação interposta pelo Juiz Singular, deveriam os recorrentes terem se utilizado de agravo de instrumento para pleitear o efeito suspensivo à apelação. – De fato, sob a vigência do CPC/1973, o agravo de instrumento, nos termos do art. 527, II, era o recurso cabível para discutir a possibilidade de danos derivados dos efeitos em que a apelação fosse recebida. – O ajuizamento da presente cautelar é medida inadequada ao caso, vez que o pedido nela realizado poderia ter sido feito em sede de agravo de instrumento, obtendo-se o resultado almejado pelos recorrentes, já que o recurso em questão comporta tanto a concessão de tutela antecipada, como de efeito suspensivo. -Portanto, não procedem as afirmações trazidas em sede de agravo interno quanto a adequação da via eleita. Precedentes: CAUINOM 00265742120124030000, DESEMBARGADORA FEDERAL VESNA KOLMAR, TRF3; CAUINOM 00153797320114030000, DESEMBARGADORA FEDERAL ALDA BASTO, TRF3; AGRESP 201000547027, CASTRO MEIRA, STJ. – Contudo, visando analisar outros possíveis deslindes a causa, foi determinado a fls. 185 que os agravantes fizessem prova do direito alegado, ou ao menos, da plausibilidade do direito alegado, trazendo aos autos o contrato social da contribuinte BAXTER HOSPITALAR LTDA ou outros documentos aptos a comprovar a ausência de responsabilidade solidária quanto aos débitos contraídos pela pessoa jurídica. – Nesse sentido, imperioso reconhecer que o auto de infração lavrado possui presunção de legitimidade, a qual somente pode ser elidida com base em provas contrárias. Precedentes: AGARESP 201500135040, HUMBERTO MARTINS, STJ – SEGUNDA TURMA e AGRESP 201303348989, HUMBERTO MARTINS, STJ. – Diante dessa determinação, os agravantes nada trouxeram aos autos, limitando-se a opor embargos de declaração para questionar a aplicação do arrolamento de bens. – Fato é que o arrolamento de bens, nos termos da Instrução Normativa n. 1.565/2015 tem lugar sempre que a soma dos créditos tributários administrados pela Secretaria da Receita Federal, de responsabilidade do sujeito passivo, exceder simultaneamente a trinta por cento do patrimônio conhecido e dois milhões de reais. Esse é o caso dos autos, conforme demonstrado a fls. 44. Além disso, a referida IN, no art. 2º, §2º autoriza, na existência de pluralidade de sujeitos passivos, o arrolamento de bens dos sujeitos cuja soma de créditos tributários sob sua responsabilidade exceder os limites supracitados. – Portanto, com base nos elementos colacionados a estes autos, não se verifica qualquer ilegalidade no procedimento adotado pela Delegacia da Receita Federal do Brasil. – Por fim, ressalte-se que autoridade fiscal pode, a qualquer tempo, nos autos de processo administrativo de verificação de crédito, proceder ao arrolamento de bens pertencentes ao contribuinte-devedor, como providência cautelar incidental passível de assegurar a satisfação preferencial da Fazenda Pública. – Trata-se de ato impositivo e auto-executável da Administração com base na supremacia do interesse público sobre o privado. O arrolamento de bens e direitos, como previsto na legislação “acarreta ao sujeito passivo da obrigação tributária o ônus apenas de informar ao Fisco quanto à celebração de ato de transferência, alienação ou oneração de bens ou direitos arrolados”, sob pena de indisponibilidade por medida cautelar fiscal. Portanto, o arrolamento administrativo não restringe direito de propriedade, mas impõe ônus. – Assim, não se mostra evidenciado nenhum perigo de dano capaz de ensejar o afastamento da medida, vez que o procedimento efetuado apenas atribui ônus aos agravantes, não obstando a disponibilidade ou demais direitos que possuem sobre os bens. – Agravo interno improvido. (CAUINOM 00305278520154030000, DESEMBARGADORA FEDERAL MÔNICA NOBRE, TRF3 – QUARTA TURMA, e-DJF3 Judicial 1 DATA:05/10/2016 ..FONTE_REPUBLICACAO:.)

Desnecessários, portanto, maiores comentários, resta claro que o ato apontado como coator não feriu direito liquido e certo dos impetrantes.

 

2 – DISPOSITIVO

Pelo exposto, DENEGO A SEGURANÇA, e, por via de consequência, JULGO EXTINTO O PROCESSO com resolução do mérito, nos termos do art. 487, I, do CPC/15.

Quanto aos honorários, deixo de aplicá-los, à vista da orientação pretoriana da Súmula 105 do Colendo STJ e da Súmula 512 do Excelso STF, e nos termos do art. 25 da Lei 12.016, de 07 de agosto de 2009.

Defiro o ingresso da União no pólo passivo (art. 7°, II, da Lei 12.016/2009), sendo que a sua intimação deverá observar o disposto no art. 20 da Lei 11.033/2004.

Custas “ex lege”.

Transitada em julgado, arquivem-se os autos.

P.R.I.

Vitória, 06 de julho de 2017.

ASSINADO ELETRONICAMENTE

ALEXANDRE MIGUEL

Juiz Federal

brf

Andamento do Processo n. 0037065-10.2016.4.02.5001 – 13/07/2017 do TRF-2

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Perdendo a paciência com formatados da seita “igreja cristã maranata”:

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o objetivo da seita “igreja cristã maranata” NUNCA foi proclamar a volta de Jesus!! Mesmo USANDO o nome dEle!

A seita “igreja cristã maranata” foi fundada para controle político! e riqueza de seu dono e fundador gedelti gueiros!

Como o dono e suas “crías meia-solas” jamais saciaram com todo dinheiro, ouro e diamantes, luxo e sexo extraconjugal, chegaram até a enterrar em cemitérios diamantes e ouro enquanto seus escravos faziam vaquinha tirando o que não tinham do próprio bolso para ajudar irmãos em dificuldade; esses homens que se declaram como espirito santo revelado em forma do presbitério espirito santense cometeram TODO tipo de crime!! Alguns tão bárbaros que provavelmente jamais serão noticiados publicamente porque vão abalar tanto todas as igrejas evangélicas como o Brasil como pais vai passar por vergonha internacionalmente!

O QUE ISSO TEM A VER COM A OBRA DE DEUS? Igreja espiritual de Jesus Cristo? Se explique!

Antes de seguir cegamente homens que se declaram santos e o próprio Deus – ESTUDE!! ESTUDE as origens desses homens e quem está por trás deles! Basta simplesmente entender a doutrina falsa do pastor da morte jim jones “the letter killeth, but the spirit giveth life” – o professor de gedelti! ou pensa que é coincidência?

Não temos mais paciência para ignorantes que idolatram uma placa que nada passa de uma criação de criminosos! Se esgotou! Está tudo na internet! Origens, sementes, doutrinas falsas e CRIMES, mortes, discriminação, famílias destruídas, filhos sem pais, casamentos desfeitos, irmãs em solidão por seguir “revelações do demônio maranata” e até irmãs que nunca chegaram a casar por causa desse demônio! Posso continuar esta lista por muitas páginas! Só neste blog tem mais de 1480 artigos sobre a destruição desta seita maranata!
Visita o http://www.cavaleiroveloz.com.br com mais milhares de testemunhos!
Visitahttps://www.facebook.com/groups/apriscomaranata/ ehttps://www.facebook.com/groups/577590812309263/com irmãos declarando as dores dessa seita!
Visita http://cavaleiradaverdade.wordpress.com e dá uma espiadinha atrás dos bastidores da seita maranata.
Visita http://diganaoaseita.wordpress.com e conheça um irmão que se revelou como grande autor após deixar a seita com artigos profundos e verdadeiros que só mentes formatadas não querem entender!
Visita Desperta Crente emhttps://www.facebook.com/despertacrenteJo629 com fundamento na Bíblia e mostrando muitas verdades com FATOS!!
Até esta lista de blogs de irmãos que VOLTARAM PARA JESUS e encontraram a coragem de encarar o DEMÔNIO que habita e comanda a seita maranata está crescendo graças a DEUS!

O QUE MARANATA TEM A VER COM A OBRA DE DEUS? fácil!! NAAAADA! É somente uma seita – obra de gedelti gueiros! Ponto final!

PAZ
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Copiei a postagem desse cidadão:

“Comentário de um formatado pelo gedeltismo –https://www.facebook.com/josecarlosalves.alves.52:

“Vocês acham que isso é uma derrota para a igreja cristã maranata? Enganam-se! Isto é vitoria para nós, estas pessoas estiveram pastores na igreja cristã maranata, pela misericórdia do Senhor e também já tinham seu tempo de queda determinado pelo Senhor, mas não se preocupem, ainda não acabou, vocês ainda terão mais caídos para se juntarem á vocês. Sauls e Absalãos é o que nunca vai faltar no meio da obra do Senhor enquanto a igreja do Senhor estiver na face daterra, e como vocês nao tem revelação, vou explicar: obra do Senhor é onde ha um povo file ao Senhor e como diz a Bíblia, eram só tisãos tirados do meio das brasas (…) E façam- me um favor seus merdas filhos do diabo tais como esses traidores que sairão blasfemando, não me enviem nada porque vos vou bloquear…”
https://obramaranatarevelada.wordpress.com/2012/09/05/maranata-pastores-que-sairam-de-igreja-crista-maranata/#comment-9207
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Amado irmão José Carlos Alves Alves, olha bem o que você escreveu – e o Espírito de Cristo Jesus leu: “tempo de queda determinado pelo Senhor… ainda terão mais caídos para se juntarem á vocês… Sauls e Absalãos é o que nunca vai faltar no meio da obra do Senhor… vocês nao tem revelação… seus merdas filhos do diabo tais como esses traidores que sairão blasfemando, não me enviem nada porque vos vou bloquear…”.
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Então é assim?

1. tempo de queda determinado pelo Senhor… Pode explicar com é isso? Os que foram parar atrás das grades (Viana e Quartel de Maruipe) estão nesta condição?

2. ainda terão mais caídos para se juntarem á vocês… Então, você está dizendo que existem outros lá dentro esperando a vez de irem para a cadeia pública?

3. já que você consegue identificar os “Sauls e Absalãos” que estão lá dentro da Maranata, prontos para a “queda determinada pelo Senhor”, porque não antecipa os nomes deles?

4. claro, deu pra entender que você confunde obra do Senhor com igreja do Senhor, querendo dizer a Maranata é obra do Senhor e igreja do Senhor. E o pior da confusão acontece na sua mente: você já não mais sabe o que é, que é; nem quem é quem.

5. vocês não tem revelação… claro, dos jargões preferidos por Gedelti este ocupa o vértice da pirâmide do crime, ops, da revelação além da letra.

6. seus merdas filhos do diabo… Ah! José, no fecho da postagem de 140 palavras você deixou escapar aquilo de que o seu coração está cheio: de ódio, de preconceito religioso. E o pior: depois de citar 6 (seis) vezes o Nome do Senhor lá de dentro sobre a sujeira… isto nos lembra a Escritura que diz:

Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Êxodo 20:7

Quem abre muito a boca peca contra sua alma.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/11/a-babilonia-prostituida/comment-page-6/#comment-13113

Quantas vezes ouvimos :

A obra é perfeita, , filha única, fiel e maravilhosa, em que “não há dedo do homem. TUDO é revelado à Igreja Fiel‟.”

obra maranata - filho único

obra maranata – filho único

Onde estavam os profetas nesses anos todos de roubos ( em tese) desvios de dízimos, e tantas outras coisas que sabemos que aconteceu.

Mais uma das tantas mentiras pregadas.

Se tudo é revelado porque não foi revelado, e se foi revelado porque não foram tomadas as providencias cabíveis.

Ao invés de esconder a sujeira embaixo do tapete, porque acusam e perseguem quem denunciou o esquema da fraude?

Fizeram propaganda enganosa e nós caimos, quando nos venderam uma mercadoria falsa.

Nada do que foi pregado e ensinado nos seminários exaustivos que fizemos foi vivido por eles.

Agora o prazo de validade está vencido!

Foi uma estratégia de marketing muito bem montada, por picaretas da fé.

Gostavam de jogar pedras no telhado das demais denominações, mas esqueceram que tinham telhados de vidro.

Zombaram das demais, desqualificavam as outras chamando de “ mesclas, sobra, prima.

Se gabavam de enxergar “alem da letra” mas tinham cisco nos olhos e esqueceram de retirar.

Quem teve que fazer essa retirada foi o MP ( Ministério Público) a PF ( Policia Federal) e outros órgãos, e os que denunciaram.

Quem já ouviu a famosa frase: “Para onde iremos nós, se só na Obra temos revelação?” entende onde quero chegar.

Acham que só lá encontram salvação e palavras de vida eterna.

Dói ouvir essa frase de pessoas esclarecidas, mas que desconhece as Escrituras.

Por comodismo do xatélite, pararam de ler a Bíblia e se tornaram presa fácil.

Quem teve sua vida respaldada na Bíblia teve um entendimento de tudo que aconteceu ali e não se deixou levar pelas heresias ali pregadas.

Ninguém seja o juiz da vossa vida, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado (arrogante) sem motivo algum na sua mente carnal.” Colossenses 2:18

Não quero e nunca vou querer guru ou adivinho na minha vida falando o que eu tenho que fazer.

Não quero dizer com isso que não acredito em dons! Creio sim, mas não nessas adivinhações que tentam fazer, culto de anjos, etc… Não vai ser um meia sola dizendo cantelamarras”, “owdrirreis”, “owdrirrei-rrreisi”, “showdrirrais que vai definir meus atos, ainda mais vindo de pastores que são investigados por vários ilícitosinclusive já esquentaram seus traseiros numa penitenciaria em Viana, alguns até com re- incidência.

Chega de ser enganados irmãos! Vão orar a Deus. Ele com certeza falará com vocês.

Não deixem suas vidas a merce desses usurpadores. Esses pilantras não tem moral nem vida espiritual para ser Líder espiritual de ninguém.

Prestem atenção se os dons estão sendo cumpridos ou se são sempre os mesmos.

Quando não se cumprem jogam a responsabilidade sobre os irmãos dizendo que foi falta de fé, ou manda madrugar mais, limpar mais igreja, enfimsó faltam mandar rezar a novena .

É assim que validam seus argumentos e muitos por inocência cai .

Nos Cultos proféticos os chamados “dons” são extremamente parecidos, em conteúdo e em finalidade, mudando só a forma,cansei de ver isso e foi um dos fatores determinantes para a minha saída.

Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” Números 23:19

Analise bem vemos ali um Deus ora revela, ora “deus-revela. Tudo que antes era tido como revelação hoje já é liberado.

Deus não é Deus de confusão.

Essas inseguranças, essas mudanças ora fala ora muda trás destruição a nossa fé, mexe com o nosso emocional ,nos trás culpa.

Ela impregna o terror e o medo na mente das pessoas, ela deixa as pessoas inseguras e desconfiadas em relação ao Senhor.

A sua igreja tem havido conversão? Vidas tem se rendido a Deus?

Procure falar de salvação pois é disso que o mundo precisa ,não de adivinhação nem de dons.

O mundo está ai tragando vidas a cada minuto, é nosso dever falar de jesus, de seu sacrifício na cruz, e não ficar enfatizando placa de igreja.

 

Cavaleira da Verdade

fonte: http://cavaleiradaverdade.wordpress.com/2013/11/14/6511/

espirito da maranata 2corintios11_14

espirito da maranata 2corintios11_14

CV mais um pouco, hoje entendemos o quanto a igreja sofre nas mãos de “pastores” que infelizmente carregam sobre si uma falsa unção, que em nada condiz com as Escrituras.

“Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e inteligência.” (Jeremias 3.15)

Experiência do tempo que éramos ovelhas de Renato Duguay, coronel PM…

Meados dos anos 2000 Assume na Igreja da Serra ( sede ) Renato Duguay que passou a ser a coordenação central da área daquele polo.

Fomos mandados meu esposo então diácono fomos para Planalto Serrano, lá ficamos por até julho de 2002 mais ou menos.

Maranatas dedicados fervorosos e ajudadores de Ministério afinal fui criada na igreja desde a minha tenra juventude estava na igreja.

Não medíamos esforços para fazer nada CV assim como muitos até hoje.

Infelizmente sempre achamos que tudo era para o Senhor, como foi difícil entender isso CV que a verdadeira obra de Deus é livre e não feita por imposição e obediência a orientações de homens.

Metade de julho de 2002 subimos, voltamos para a nossa igreja de origem Serra/Sede. O Senhor disse em um ” DON ” que o nosso tempo de contribuição ali havia terminado.

Um dia antes passamos no GI o pastor local nos disse que voltaríamos com todas as atividades CV… mero engano.

Ao chegarmos na igreja um dia após a saída de Planalto Serrano, meu marido, eu e minha filha assistimos o culto era nossa igreja de origem, mas na noite após o culto falei assim com meu esposo:

– Filho tem algo de errado na igreja, não sei o que é ainda, mas tem algo errado neste ministério.

CV como boa observadora e crítica que sou não deu outra.

Meu marido, eu ficamos sem nossas atividades por um anoooo!!!
Perguntei ao Senhor.

– Estamos em pecado Senhor? o que fizemos? Os DONS disseram que voltaríamos com todas as nossas atividades. O que aconteceu Senhor???

CV essa luta ficou até julho de 2003, não aguentando mais a opressão instalada.

Renato Duguay não me suportava e nem a meu marido, eu não sabia o que tínhamos feito.

1 ano após a saída de Planalto Serrano liguei para Antonio Angelo, liguei para ACRO e busquei respostas…

– sou da Serra, criada espiritualmente na Serra, nada desabona a nossa conduta quero respostas. -Eu disse.

Não deu outra. Naquela noite eu tive um sonho. Sonhei que eu e meu marido estávamos amarrados em um canto do anexo e não queriam nos soltar.

CV, sempre de GI, GL e todas as atividades relacionadas a igreja eu estava. Foi um golpe pra mim não pertencer a mais nada e eu não entendia porque estava fora.

CV estava morrendo por dentro, Duguay nunca nos deu atenção, nunca contou conosco pra nada, pense em um um homem exclusivista, pense em um homem que é separatista.

Não sei se ele mudou. Essa foi a nossa experiência com ele, muito ruim você estar dentro de uma igreja, e não ser nem cumprimentada pelo pastor da sua igreja. Eu percebia nele uma opressão muito grande.

Veio uma orientação do PES, dias depois que conversei com AA, que fôssemos tirados da Serra e fôssemos para um trabalho próximo.

Neste tempo, CV, eu orava ao Senhor para sair do Espírito Santo, orei na realidade acho que uns 3 anos, esse ano faz 10 anos que estamos no Nordeste, mas em todas as Maranatas é a mesmo coisa, é a mesma história e tudo um retrato de GGinfelizmente.

Hoje nós que servimos ao Senhor em outro lugar podemos fazer este quadro comparativo.

Quantos erros em todos os sentidos!!!
Quanta coisa humana instalada, o fato de um pastor ser considerado por ele GG como um meia-sola – e na verdade é – os pastores da ICM são meros dirigentes, não há outra resposta, pouquíssimos vemos que tem condições de conduzir um rebanho.Isto é sério demais.

As ovelhas vão morrendo aos poucos.

A falsa unção verdadeiramente gera a morte.

Foram anos sem entender. Hoje sim, compreendemos que tudo, praticamente tudo é fruto de imaginação e DON para interesses próprios.

Pastores segundo o coração de DEUS? Literalmente não!

Mas a forma como a ICM banalizou, tudo… isto é contrário ao que diz a Palavra.

(João 10, 27-30): “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que, mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai. Eu e o Pai somos um.”

O espanto é geral. Em que se tornou a ICM??? Eu me pergunto todos os dias…

E infelizmente a muitos mortos espiritualmente dentro da ICM CV, mas querem viver nesta alienação.

APDSJ!

Mariana Pereira
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Olá, Mariana,
Graça e paz.

A Maranata está cheia de “anticristos”.
Consequentemente, esta é a hora de MUDANÇAS, como está escrito (1 Ts. 5.20-22; 1 Co. 10:15):

“Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal. Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo.”

A respeito desse coronel-pastor-pm Renato D. Siqueira leia em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/06/snapshot-news-ii/comment-page-1/#comment-54269

Os antigos dossiês que Gedeti e seu cunhado Dodd aprontaram contra alguns pastores que o contestaram e denunciaram as fraudes, agora, nas mãos do Ministério Público, servem de prova contra Gedelti e esse evangelho maçônico-mentiroso pregado por este mestre-mor, dizendo: TÁ TUDO CERTOOOOOOO!!!!!

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/07/conhecendo-a-maranata-por-dentro/comment-page-1/#comment-54627

Paz.

Saudações ao esposo.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/07/conhecendo-a-maranata-por-dentro/comment-page-1/#comment-54663

A astúcia da elite maranática na arte do crime é coisa que deixou a membresia com a mão no queixo.

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/05/noticias/cidades/1442027-o-maanaim-se-transformou-num-balcao-de-negocios–diz-ex-pastor.html

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/05/noticias/cidades/1440293-pastores-da-maranata-faziam-negocios-com-a-propria-igreja.html

http://cavaleiradaverdade.wordpress.com/2013/05/15/que-vergonhae-pensar-que-dentre-os-denunciados-encontra-se-gedelti-com/

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/05/noticias/cidades/1442027-o-maanaim-se-transformou-num-balcao-de-negocios–diz-ex-pastor.html

Deixei ligeiras notas a respeito do cargo de interventor em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/05/maranata-19-denunciados-por-estelionato-formacao-de-quadrilha-e-duplicata-simulada/comment-page-2/#comment-53195

seita maranata - destruindo famílias

seita maranata – destruindo famílias

 

Enquanto o Diabo continua balançando o rabo na boca dos falsos profetas, Gedelti não abre mão da autodefesa, da avareza e da dissimulação; não abre mão do domínio e influência sobre aqueles que ele comanda com mão de ferro; e como um deus exige inquestionável obediência ao DON – doutrinas, ordens e normas que ele elabora para EXTRITA OBEDIÊNCIA.

Lembro que nas reuniões ele se serve de profetadas, especialmente aquelas que saem da boca de Jairo Coelho, já encanecido, mas entre eles é considerado o profeta (desde quando??). Quer dizer: cada sacerdote embriagado pelo poder religioso sectário mantém na cartola os profetas que precisa.

Lancei a minha justificada preocupação diante do malabarismo do atual interventor da Maranata que entende depender das orientações espirituais do Presbitério no tocante à administração que deve exercer – e notoriamente são ordens de Gedelti.

O incrível é que este interventor declara precisar de orientações espirituais para exercer o munus publico que lhe fora conferido por Ordem Judicial. Ele ganha para isso. E mais recentemente obteve autorização judicial para receber essas orientações. De quem, afinal? Do detentor do DIPLOMA VPC – “vértice da pirâmide do crime”.

Onde vamos parar com esse jogo de mentiras?

Para me fazer mais claro. A elite dessa igreja aprendeu a pensar o que Gedelti quer que eles pensem: existe diferença entre a igreja Maranata e a Obra do Senhor: igreja Maranata (administração) é Gedelti: ele a alicerçou e a comanda desde a fundação e, como tal, deve ser respeitado; mas a Obra do Senhor é dirigida pelos dons que expressa o espiritual pela boca de Gedelti que decide a “doutrina revelada”. Conclusão: a administração depende do espiritual e tudo gira ao redor de Gedelti, como num samba do crioulo doido.

Pasmem! Este interventor anda ao redor de círculos e incapaz de desobedecer ao comando do chefe religioso (porque pecar contra a Maranata é cometer o pecado imperoável). Então, podemos entender a esperta razão de somente depois da DENÚNCIA haver ele sobrestado os pagamentos dos contratos… e nem sei se isso vai vigorar…

Portanto, aqui o problema: este interventor permanece debaixo da influência do monarca pseudocarismático e quadragenário, que do trono do palácio da rainha desfigurada determina a fé confessada; e deste modo, basta o dono do rebanho cutucar a barriga do meia-sola de plantão e a profetada ou revelagem surge com o som do OSSORREVELÔ!!! Nesse momento o interventor se ajoelha para receber a imposição de mãos do Presbitério e a revelação.

Recordo que ninguém precisa acusar o Diabo como autor desta ambiguidade, coisa esdrúxula, despropósito introjetado no pensamento do formatado erguido à condição de “estar pastor”, como é o caso do interventor. Não sei dizer de outro modo: este homem está fazendo o jogo do chefe religioso.

Quem acredita nessa intervenção? Se mais não bastasse, agora a membresia começa a compreender o que significa o “TÁ TUDO CERTOOOOOOOO!!!”

Querem saber? Estou cansado dessas maranacutaias palacianas…

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/#comment-53235

CUIDADO: SEITA PERIGOSA!

Podemos passar por um cercado, que protege uma rede elétrica de alta tensão e ver uma placa, com um raio desenhado, alertando do perigo que aquele lugar oferece a um descuidado que pense em entrar ali.
Podemos também perceber, ao vermos vendedores de cigarros, na exposição do produto um aviso do Ministério da Saúde.
Quem não conhece as apelativas fotos estampadas nos maços de cigarros, alertando aos fumantes dos riscos de se contrair várias doenças graves, como o câncer, por exemplo?
Ou ainda podemos ver placas da aviso de alerta, com uma caveira de um crânio e dois ossos, formando uma cruz. Ali, deve haver perigo com material tóxico.
Há outras de radioatividade, que nem podemos passar perto, dado o grande risco de prejuízos ao corpo humano.
O fato de lembrarmos destas placas nos faz meditar na importante utilidade que elas têm, quando alertam para vários perigos e podem evitar grandes males como: doenças, acidentes, intoxicação e até a morte.
E irmãos, em contrapartida, todos nós, quando descobrimos algo que é bom, que é saudável, que traz felicidade, que nos faz melhores,… nós logo queremos ou desejamos esse bem àqueles que amamos. Quantos já não mudaram os seus hábitos em decorrência das recomendações de amigos?
Um exemplo é quando conhecemos um lugar, como um restaurante, que serve boa comida, um chá eficiente, que cura algum mal, sem efeitos colaterais, uma loja de belas roupas, uma música agradável aos ouvidos, um lugar para levar as crianças, enfim, existe uma infinidade de exemplos de coisas boas que encontramos e que anunciamos aos nossos amados.
Isso é muito natural em nós, seres humanos.
Temos alguns exemplos bíblicos maravilhosos sobre isso também. Um deles é o da mulher samaritana, que ao conhecer a Jesus, voltou para a cidade e anunciou a todos sobre aquela descoberta.
Outro exemplo é o de Filipe, que ao encontrar o desconfiado Natanael, declarou sem muitos argumentos: “vem e vê”, querendo que ele contemplasse com seus próprios olhos aquele homem residente em Nazaré operar maravilhas.
Quantos de  nós, ao nos convertermos, na “seita obra maranata revelada”, fizemos igual à samaritana e a Filipe, mesmo sem conhecer suas histórias?
Somos ilustrações vivas do quanto somos capazes de divulgar para os outros as coisas.
Mas o que isso tem a ver com as placas de alertas de perigo?
É que, quando vemos placas, podemos meditar…se quando encontramos um lugar ou algo bom, nós avisamos aos outros para que eles também desfrutem daquilo que julgamos ser bom; da mesma forma, quando descobrimos que um lugar ou algo é perigoso, achamos que temos também que avisar a todos o mais depressa possível.
E é isso que sentimos com relação à “seita obra maranata revelada”. Nós e milhares de irmãos descobrimos que ela representa perigo de doenças, de intoxicação espiritual com suas heresias, de falência nos negócios, de desestruturação familiar, de morte,… então nós temos a obrigação de alertar os desavisados ou incautos do perigo que correm ao se adentrarem nela.
Então, você consegue perceber que o nosso “trabalho” (sem peso algum) é para alertar de algo que é sorrateiramente perigoso?
E como os responsáveis por lugares ou produtos perigosos colocam placas de alerta, achamos também que deveríamos colocar uma placa nas filiais desta seita alertando:
CUIDADO! Seita perigosa.
Quem sabe alguém não se furta da possibilidade de ser enganado, e deixe de passar por sofrimentos durante longos anos, assim como ocorreu conosco!
Que Deus abençoe a todos!
Paz e Graça,
Eurípia Inês e Alandati.

“Se eu não viera, nem lhes houvera falado, não teriam pecado, mas agora não têm desculpa do seu pecado.” João 15:22.

O rei da mentira disse em 19/03/2013:

“QUE FERNANDO ATAHYDE será processado porque mentiu em suas declarações e não o fez até a presente data porquê FERNANDO está doente;

A data do processo aberto abaixo é de 20/02/2013

Processo: 0005247-04.2013.8.08.0035 Situação: Distribuído
Ação: Procedimento Ordinário Petição Inicial: 201300177454
Vara : VILA VELHA – 6ª VARA CÍVEL
Parte Principal
Requerente: IGREJA CRISTA MARANATA – PRESBITERIO ESPIRITO SANTENSE
Advogado: 5879-ES GUSTAVO VARELLA CABRAL
Requerido: FERNANDO ATHAYDE CARVALHO
Último Andamento
20/02/2013 Autos recebidos em cartório VILA VELHA – 6ª VARA
Viu, povo covarde? Continuem acreditando em mentira mas lembrem-se do que Jesus falou:
“Se eu não viera, nem lhes houvera falado, não teriam pecado, mas agora não têm desculpa do seu pecado.” João 15:22.
Com este texto da Palavra vemos que ninguém mais tem desculpa. A podridão está escancarada e fedendo muito. Ninguém mais pode dizer que não sabia, o que está faltando é vergonha na cara e caráter.
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Sentença terminativa do feito em 12.04

Artigo 267, inciso IV, CPC

falso cristo da maranata - uma igreja de falsos profetas

falso cristo da maranata – uma igreja de falsos profetas

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/04/depoimento-de-gedelti-victalino-teixeira-gueiros/#comment-52628

A OBRA SEMPRE TENTOU MAQUEAR A IMAGEM, PARA FICAR BEM NA FOTO!

PELOS DADOS DA PESQUISA DATA-FORA DA OBRA, OS NÚMEROS NÃO FECHAM!

A arte de mentir, divulgando qualquer valor para a membresia, valia para alguns anos atrás, mas agora ninguém é mais bobo, e em uma simples análise, podemos chegar à conclusão que a empresa de estatística da obra, denominada Data-fora, está acostumada em superestimar os números de qualquer coisa que envolva a seita maranata.

O número de membros já é algo obscuro, pois se ouvem várias estimativas, mas todas para cima. Falam em 700.000, outros em 1.000.000 e alguns mais otimistas, chegam ao montante de 1.700.000 de membros em todo o mundo.

Bem, vamos aos dados oficiais?

Colocando o “pes” onde eles efetivamente devem estar, ou seja, no chão, informamos os dados oficias sobre os membros da maranata no país:

Segundo dados do IBGE, órgão oficial brasileiro responsável pelo recenseamento da população do nosso país, fruto do último censo de 2010, a Igreja Maranata teria 356.021 membros no país.

Isso mesmo, não tem choro nem vela, em 2010, não havia nem 700.000, nem 1.000.000, nem tampouco 1.700.000, e sim 356.021 aprisionados na ostra da obra maranata no Brasil. Se você acreditou em algum dado diferente, só lamento!

Em que pese estejamos falando de dados oficiais do Brasil, alguém acredita que a tal “obra no exterior”, filial internacional da Work Corporation, teria mais de 1 milhão de pessoas, para serem somadas aos pouco mais de 300.000 do nosso país?!?!? Óbvio que não!

Veja você mesmo o Censo Demográfico 2010 nos links extraídos do sítio do IBGE, e verifique a veracidade de nossa informação:

ftp://ftp.ibge.gov.br/Censos/Censo_Demografico_2010/Caracteristicas_Gerais_Religiao_Deficiencia/tab1_4.pdf

ftp://ftp.ibge.gov.br/Censos/Censo_Demografico_2010/Caracteristicas_Gerais_Religiao_Deficiencia/caracteristicas_religiao_deficiencia.pdf

Considerando ainda, que após 2010, inúmeros retirantes encheram as estradas, e que todos têm conhecimento, esse valor diminui vertiginosamente, carecendo de um novo censo atual, mas que podem chegar até 30 % menos do que isso, ou seja, estimando-se uma quantidade de membros atual de aproximadamente 250.000, e ainda sendo muito otimista!

Ressalto ainda que o censo não cita outros tipos de maranatas, pois existem homônimas no país, e aí esse número pode cair ainda mais.

Bem, agora partamos para os dois mega eventos, que são considerados marcos na história da seita:

Segundo dados da própria maranata, 100.000 pessoas teriam ido ao Mineirão, no dia 21 (bem que poderia ser 1º) de abril de 2006. Acontece que a capacidade do estádio é de cerca de 65.000 pessoas, sendo que houve superlotação em um dia de partida de futebol, que chegou ao público aproximadamente de 113.000 pessoas, mas havia gente saindo pelo ladrão. Nas imagens do dia, quando do culto da seita, o estádio não estava lotado, para que pudesse ter 100.000 pessoas, como o informado, senão não haveria lugar vago nas arquibancadas, haveria muito desconforto, a geral estaria toda tomada, mas não é o que podemos ver.

Veja na página cujo link apostamos abaixo, de uma das unidades da icm:

http://icmbrumado.com.br/evangelizacao.htm

Veja agora, no link abaixo, o registro do dia de maior público no Mineirão, e compare as fotos dos dois eventos:

http://globoesporte.globo.com/platb/blog-do-futebol-mineiro/2012/03/22/publico-recorde-da-historia-do-estadio-mineirao-completa-22-anos/

Repare que a geral, por exemplo, que é a parte de baixo do estádio, sem cadeiras, no dia recorde de público, estava completamente tomada, enquanto no culto da icm estava praticamente vazia.

Sobre o evento na praça do papa, no último dia 10 do corrente mês, as incongruências também não faltaram:

– foi anunciado um público presente de 123.000 pessoas, e ainda ventilou-se que 15 mil teriam ficado de fora, sem conseguir acesso ao local do evento.

Voltando ao valor da quantidade de membros, se mantivéssemos os 356.021 para 2013, contabilizados em 2010, o público informado como presente, na praça do papa, seria equivalente a aproximadamente 35 % do total de membros no país?! Agora, considerando o número mais realista de prováveis membros, já que as baixas estão superando em muito os acréscimos, e isso é notório, pois nunca se viu tanta gente se debandando da seita maranata, ou seja, supondo um total de 250.000 membros no país, o quórum da praça do papa teria atingido a marca equivalente de aproximados 50 % do total de membros, caso a informação dela fosse correta! A própria denominação divulgou que houve 26.000 visitantes, o que chega-se à conclusão lógica, que a predominância era de membros!

– Além disso, outra questão mal explicada, sobre o evento na praça do papa, foram os gastos para a mega festa, antecipada em sete meses, do aniversário. O valor está sendo estimado, em média, entre R$ 8 a 10 milhões. Nesse ponto, chamo a atenção para um artigo interessante no site Terra. Veja:

http://noticias.terra.com.br/brasil/visitadopapa/interna/0,,OI1569057-EI8325,00.html

É citado no artigo acima, datado de 23 de abril de 2007, que a praça do papa teria sido orçada em cerda de R$ 8 milhões, e que teria previsão de entrega da obra concluída no final de 2007.

O que quero destacar é que, por baixo, o evento da maranata daria para dar uma bela reforma na praça do papa, ou até mesmo construir uma outra praça, talvez com um monumento a gedelspapa, em outro lugar! Que desperdício!

Os católicos fizeram um evento, que deve ter saído caro, mas que ao fim, resultou em um benefício para a população, quando foi construído um local mais sofisticado, bem localizado, para eventos, inclusive tendo sido usufruído pela maranata, sendo que o próprio papa doou U$ 100.000,00 para o Estado, conforme informa o mesmo artigo, mas estes últimos, da seita, pegaram milhões de sua membresia, dos dízimos e ofertas, rasgaram e jogaram fora, os quais se esvairam junto com a desmontagem de toda a estrutura hollywoodiana da obra, não restando absolutamente nada. Judas, cadê o dinheiro?

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro

Outro fator que depõe contundentemente contra esses dados é a imagem do evento na praça do papa, que repetiu o caso do Mineirão, ou seja, não estava tão tomada de gente assim. Veja:

Vejam quantos pequenos “miolos” há dentre a multidão! Reparem comparativamente com  a visita do papa, em 1991, e que resultou na efetiva construção da praça, em homenagem ao ocorrido, no vídeo abaixo:

Para esse evento do catolicismo, estima-se que compareceram cerca de 100.000 pessoas. Reparem também a organização, que nada ficou a desejar com relação ao evento de 10/03/2013, da obra, ou seja, perfumaria não é tudo, além de não garantir salvação de ninguém.

As constatações são claras que a obra tentou sempre, na história, transformar a imagem de um gato em um leão! A possível atuação de uma marqueteira só vem a tentar acentuar essa característica, que sempre existiu na obra.

Lembram das estatísticas dos eventos nas unidades locais, nas “pequenas” grandes evangelizações, de autoridades, universitários, colegas de trabalho, familiares, crianças, secundaristas, e outras sem propósito algum, que sempre eram jogadas para mais, enquanto não víamos quase ninguém, diferente do ninho, comparecendo?

Leia nosso artigo em http://diganaoaseita.wordpress.com/2012/10/25/pesquisa-data-fora-para-maria-vai-com-as-outras/

Outra pergunta: quantos permaneceram mesmo na Salvação em Cristo, decorrentes das grandes evangelizações, tanto do Mineirão quanto da praça do papa? Se fossem muitos, podem ter certeza que fariam questão de apontar, também com uma boa maquiagem, para turbinar a imagem!

Coisas de Esaurinha…

Paz e Graça,

Alandati.

fonte: http://diganaoaseita.wordpress.com/2013/03/25/a-obra-sempre-tentou-maquear-a-imagem-para-ficar-bem-na-foto/

Amados,

cuidado seita maranataA amada irmã Ovelha Perseguida deixou diversas postagens no Site, escritas em estilo bem peculiar, bem seu.

Ao dizer, hoje: “este site faz milagres” devemos compreender a força de expressão com que nos escreve com este fake, como é costume aqui e em outros blogs e sites de relacionamento, para evitar maus tratos e perseguição contra filhos, marido e contra si mesma.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/03/o-fio-de-escarlate-nao-aguentou/comment-page-1/#comment-51309

De fato “este site faz milagres” e o milagre é ele disponibilizar espaço até para os nossos adversários e especificamente para os agentes de informação mantidos pelo dinheiro do Presbitério ou a serviço deste, entre essas:
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1. a ameaça de JOTA, leia-se Marlene Lima, a mando ou sob ordens do Presbitério em 28.02.2013 espalhando centenas de e-mails com ameaças e calúnias http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/02/fabrica-de-demandas-judiciais/comment-page-1/#comment-51143
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2. a ameaça de alguém que se diz Maj EB Ferraz, ex presbiteriano, Divisão de Crimes Cibernéticos ABIN em 6.03.2013 às 10:50
https://obramaranatarevelada.wordpress.com/2013/02/22/igreja-maranata-a-grande-evangelizacao-a-portas-fechadas-no-dia-10-de-marco-de-2013-sera-na-praca-do-papa-em-vitoria-no-es-a-mentira-que-serve-como-homenagem-ao-papa-da-maranata-gedelti-guei/#comment-6925
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https://obramaranatarevelada.wordpress.com/2013/03/06/igreja-maranata-infiltrados-da-seita-maranata-na-inteligencia-do-exercito-brasileiro-usando-o-cargo-para-ameacar-o-autor-do-blog/
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http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/02/fabrica-de-demandas-judiciais/comment-page-2/#comment-51330
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Então, sem mais delongas, vamos aos milagres por assim dizer:

maranata - contra fatos nao ha argumentos

maranata – contra fatos nao ha argumentos

a. mais de 1.000 dias de DENÚNCIAS mereceram CRÉDITO da Mídia e do Ministério Público. (este Blog nasceu há pouco mais de 03 anos)
b. mais de 180 (cento e oitenta) artigos e cerca de 8.000 (oito mil) postagens publicadas nos oferecem um leque de informações a respeito do FRACASSO DO GEDELTISMO como forma de ministério.

c. milhares de almas preciosas começaram a compreender a REALIDADE e as estradas estão cheias de retirantes.

d. nossas orações têm chegado aos Céus e um grande número de amados irmãos romperam com a APOSTASIA inspirada em doutrinas de homens.

e. orações específicas foram atendidas e uma dezena da amadas irmãs e outra dezena de amados irmãos aqui escrevem, abraçaram este MINISTÉRIO e confortam os que chegam e incessantemente oram por nós e por suas famílias ainda presas às garras e maldades dos falsos profetas e dos meias-solas remendados da casa mal assombrada.

f. por divino esforço o Blog continua no seu rumo e recentemente foi ampliado numa rede de sites e provedores diferentes.

g. Por falar em demandas judiciais, de lembrar aqueles no fórum de Barra Funda (SP) onde Gedelti puxando consigo Amadeu, Antônio Carlos e a Maranata pleitearam a retirada de vídeos alegando “defesa de imagem… e direitos autorais”. Ah! Entendi. Falam o besteirol de sempre: obra filho único… a 4ª. trombeta vai tocar… e os que saíram são unhas encravadas… Que imagem, hein?! Que direitos autorais, hein?! E adiantou?!

h. E também mil processos nas comarcas de Belo Horizonte, Betim e Contagem (MG) onde quase 5.000 pessoas foram lesadas pelo golpe de contêineres. R$ 50.000.00 – isto mesmo – cinquenta milhões de reais – enquanto arranjavam protefadas nos cultos proféticos dentro das unidades locais. Conivência da banda podre. Denunciei em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/01/avareza-e-estelionatos/

i. E aquele representação onde 156 meias-solas remendados manipulados pelo monarca aparecem como “pastores orkuteiros usuários dos serviços do ORKUT” querendo fechar a Comunidade Já fui um Maranata. Processo engavetado, em sigilo, conforme denunciei no artigo A CONSPIRAÇÃO http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/07/a-conspiracao/

j. E o processo contra os sites de relacionamento? O alvo é perseguir aqueles que denunciam os erros e questionam o paradeiro dos dízimos e ofertas. Denunciei em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/10/forcando-a-barra/

k. E esses novos processos em Vila Velha e Vitória nos quais a maranata se diz ofendida pelos protestos de alguns do povo e quer ressarcimento de danos morais. Denunciei em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/02/fabrica-de-demandas-judiciais/

espirito da maranata 2corintios11_14

espirito da maranata 2corintios11_14

l. por oportuno, agora o nosso povo está começando a conhecer a FACE DO ANTICRISTO. Enquanto o Diabo balança o rabo na boca dos falsos profetas, cresce o fanatismo instigado pelo ódio religioso. Isto é perigoso e clama pela intervenção do Ministério Público. Esperávamos menos… e mais processos! Já denunciamos que alguns estão marcados para morrer.

m. procedimentos investigativos decididos Judicialmente afastaram 12 desses maus pastores das áreas administrativas da igreja implodida e mesmo que continuem exercendo influência e manipulando dinheiro e o povo estão sendo observados.

n. porquanto o SENHOR está nos amparando, não temeremos.

o. Mais de 500 (quinhentos) icemitas foram ouvidos na Polícia Federal (esta informação aparece na decisão do STF que manteve a decisão do TJ-ES em desfavor de A. Ângelo). O dono da seita vai mandar processar essas pessoas? Sei lá quantos maranáticos já foram ouvidos no MP-ES. O dono da seita vai mandar processar essas pessoas? A soma passa de quase mil…

p. Tá parecendo que o espírito guia desse anticristo que comanda a maranata é o mesmo que forçava a barra dos inquisidores papistas ao tempo da Inquisição Papista que matou muita gente e se apropriou dos bens deles…

q. Tenho aqui em arquivo cerca de 700 (setecentos) posts com ameaças, calúnias, difamações, injúrias e maldições.

r. Por último, duas perguntas que não quer calar:

a. Bem Kenedy, explica ai a dinheirama na mala de Vera (sua mulher), alguns milhões remetidos para certo “seminário” lá nas bandas do Leste Europeu… etc etc a ponto de despertar atenção de analistas do Banco Central Americano.

b. Judas, cadê o dinheiro?
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/

Que Obra maravilhosa, hein Gedelti?! E V. enganando o povo, dizendo que nada sabe, nada viu e mandou “apurar” e grita: TÁ TUDO CERTOOOOO!!!

VERGONHA!!!

Lucas 12:49 Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder.

O JUÍZO VEM!
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/o-juizo-vem/

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/03/o-fio-de-escarlate-nao-aguentou/#comment-51338

NOTÍCIAS DA ICM – INTERNACIONAL.

Jornal Português.

http://ojornal.com/pt-pt/portuguese-brazilian-news/2012/11/igreja-maranata-suspeita-de-desviar-dizimo-de-imigrantes/#axzz2E8Ifxn00

REMESSAS

“As remessas de dinheiro feitas pela ICM dos Estados Unidos para a sede da igreja no Brasil foram alegadamente realizadas de forma irregular, usando empresas que se beneficiam de doleiros.

Assim, o dinheiro dos dízimos dos fiéis pode estar sendo usado para ‘lavar’ o dinheiro do crime organizado.

Segundo o desembargador Fausto DeSanctis, do Tribunal Pleno do Tribunal Regional Federal, o dinheiro enviado do exterior para o Brasil sem constar o nome do banco pagador é uma forma de permitir ao doleiro ‘lavar’ o dinheiro sujo.”

Read more: http://ojornal.com/pt-pt/portuguese-brazilian-news/2012/11/igreja-maranata-suspeita-de-desviar-dizimo-de-imigrantes/#ixzz2JsUUj4Me
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Com certeza, Receita Federal deve estar fazendo investigações a respeito.

Não somente os da cúpula do palácio da rainha desfigurada, mas Ben Kennedy e a Vera, sua mulher (ambos de confiança de Gedelti), devem explicar como esta fortuna circula por lá… até na mala…

CV.

Publicado pelo Cavaleiro Veloz em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/comment-page-2/#comment-50555

Bom dia!

Essa Vera é velha conhecida… da antiga.

Esteve à frente da Tesouraria do PES (década de 80). No Manaaim ela era a pessoa de confiança do GG e da cúpula. Quando ela foi mandada pra fora do Brasil esquema já estava montado, a lavagem de dinheiro e toda essa pilantragem que hoje estamos vendo. Parece que estas malas de dinheiro que circulavam por lá (ou por aqui) eram entregues a ela e seu marido Ben Kennedy. Coisa de mágicos. Um sistema frauduloso muito bem arquitetado aqui por GG e seus comparsas para desviar dinheiro que deveria estar no cofre (banco) da igreja.

Lembrando das aulas no Mannaim, nos ensinaram a não comprar DVDs piratas, pois estávamos usando o nosso dinheiro pra financiarmos o crime organizado… e agora quem continua dando seus dízimos nessa empresa lucrativa?

Quando o seu dinheiro cai na mão de bandidos o que estará financiando? Armas, tráficos de crianças, matadores profissionais para exterminar, de alguma maneira, pessoas que um dia tiveram a infelicidade de pertencer a algum sistema corrupto e por algum motivo tomou conhecimento de algo irregular e passou a ser ameaça para a organização criminosa.

O seu dinheiro está sendo usado para subornar pessoas, para pagar meias verdades publicadas em A TRIBUNA, para compras de imóveis, iates, para despesas de custas de processos em Vila Velha, Vitória, São Paulo, Brasília; pagar honorários advocatícios caros para a defesa dos meias-solas da cúpula envolvidos em crimes (em tese); pagar funcionários para destruir documentos… pagar meia-sola para fazer blogs onde espalham heresias maranáticas e atacam os que DENUNCIAM os engodos e meditras do PES… e muito mais, devido ao mau caratismo do comando da ICMPES debaixo do jugo imposto pelo mentiroso que diz: TÁ TUDO CERTO!!!

Gente, quanta mentira!!! E além de exigirem com o seu dinheiro suado, ainda exigem jejum e oração a favor deles – PES – é vc paga a conta, acreditando em meias verdades para beneficiar lobos gulosos a terem uma vida luxuosa, enquanto muitos irmãos passam necessidades mas seu dizimo está la todo mês.

Para limpeza da igreja tínhamos que fazer vaquinhas e até comprar papel higiênico. Lembro-me que havia um obreiro que morava mais próximo a igreja quantas vezes ele teve que sair e ir na sua casa buscar papel higiênico pois havia acabado, e olha que a situação financeira dele não era a das melhores, enquanto a cúpula enchia os bolsos, cada dia mais seus bens se multiplicando… é muita avareza dessa cúpula.

Pensem nisso irmãos, você quer que o seu dízimo seja usado para lavar dinheiro sujo? Você sabia que você pode estar participando indiretamente de sangue de inocentes assassinados como queima de arquivo?

Paz!

Publicado pela Cavaleira da Verdade em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/comment-page-2/#comment-50561

COMENTÁRIO DIGA NÃO ÀSEITA

O resumo da ópera é o seguinte:

Monta-se a estrutura do “discipulado” aqui no Brasil, com planejamentos, metas, objetivos a serem alcançados, formas de gerenciamento, levando em conta todas as diferenças na cultura, legislação, para que não haja furo, e aí então enviam-se os gerentes da obra para fora do país.

A roupagem externa, claro, não pode ser a realidade, sob risco de serem desacreditados, então as pessoas que irão tocar o negócio no exterior, inclusive na Terra do Tio Sam,  são escolhidas a dedo, e devem apresentar alguns requisitos básicos, que nunca poderão ser deixados de lado: a) avareza; b) pacto de fidelidade estreito com o líder, e c) ter entendimento de obra, para transmitir a “novidade” para alguns incautos que se acheguem à fachada do negócio, ou seja, uma suposta “igreja”. O resto é de menor relevância, visto que até a língua não era tão necessário assim que se conhecesse, pois foram destacados até professores de inglês, daqui do Brasil mesmo, para que fosse garantida a transmissão das heresias, devidamente traduzidas para o idioma citado.

Know-how desses gerentes internacionais também é importante, por isso é sempre bom que estes façam um bom estágio aqui mesmo no país do futebol por algum período razoável de tempo. Provando a capacidade de gerenciamento, conforme os moldes estabelecidos e atingimento de metas estipuladas pela obra, além do cumprimento dos rituais de fidelidade, o gerente internacional vira “missionário” da obra, quando poderá exercer com tranquilidade e supremacia o posto de representante do gedeltismo no exterior.

Como bons representantes, nada da postura do seu líder é descartado, então a forma de tratamento da membresia, a falta de transparência nas decisões, os acertos entre os chegados, e outras cositas mais vão se repetindo aos montes também na “obra no exterior”.

Outra estratégia ótima para a promoção falaciosa do negócio chamado “obra” ou “work”, utilizada constantemente pelo comando central da seita, foi a de mandar “soldados” daqui do Brasil, todos cúmplices e com bom entendimento de obra, para que pudessem compor maioria, mesmo lá no exterior. Qualquer um que tentasse se contrapor ou até mesmo questionar, seria engolido pela maioria, que agia com extrema harmonização em suas práticas hereges, tais como, bibliomancia, “mistério além da letra”, “não toqueis nos meus ungidos”, “ministério está acima dos dons”, “esta obra é filho único, por isso não precisa de você”, e por aí vai, ou foi esse tempo todo, parecendo que agora não está colando mais tanto assim…

A combinação fortíssima da LNP-Linguagem do Não-Pensamento com o famigerado jargão “OSSINHORREVELÔ” garantem uma sólida estrutura do negócio, e por um bom tempo, questão de décadas, os lucros são certos e bem partilhados entre os que gerenciam o sistema.

O curioso é que nos EUA, aqueles que ficariam como responsáveis, representantes do clero gedeltiano naquele país, gerenciando duas unidades locais, uma predominantemente de  brasileiros e outra de maioria americanos, seriam os kennedys, brasileiros que carregam um nome familiar para os norte-americanos!

Então é vera: os bens da obra na terra do Kennedy sempre foram gerenciados pelos kennedys!

O problema é que, segundo informações seguras, parece-me que estão gerenciando, no quesito pessoas formatadas, apenas uma “meia-dúzia” de gatos pingados, dada a avalanche de retirantes, que tomaram as estradas. Quanto a recursos, eu não saberia dizer se ainda estão movimento grande quantidade, pois a obra é meio confusa nesse aspecto, haja vista a ausência de contabilidade no pes há mais de quatro anos, portanto se valores daqui são mandados para lá e vice-versa, só Deus e os órgãos investigativos poderiam saber se ocorrem.

Termino com uma paródia, em inglês, da música de Louis Armstrong, um clássico, denominado “What a wonderful world” (Que mundo maravilhoso!).

O novo nome será “What a wonderful work”, com pitadas de humor, utilizando traduções ao pé-da-letra:

What a Wonderful Work

(Que obra maravilhosa)

I see notes of “green”, wood faces too
(Eu vejo notas do “verdin”, caras-de pau também)
Seeing the “boom” by me and you
(É visto o crescimento estrondoso por mim e por ti)
And I think to myself, what a wonderful work
(E penso com meus botões, que obra maravilhosa)
.
I see lies so true and rains of “white”
(Eu vejo mentiras tão verdadeiras e chuvas de “prata”)
The fighty blessed days, the dark sacred nights
(Os dias abençoados de luta, as sagradas noites escuras)
And I think to myself, what a wonderful work
(E aí penso comigo, que obra maravilhosa)
.
The disciples of the temple, so pretty in the lie
(Os discípulos do templo, tão encantadores na mentira)
There is also a lot of races of people saying “bye”
(Há uma série de corridas de pessoas que estão dizendo “adeus”)
I see friends turning the faces, asking, “what did you do?”
(Eu vejo amigos virarem os rostos, dizendo “o que você fez?)
They’re not showing, “I love you”
(Eles não estão demonstrando, “eu te amo”)
.
I hear babies cry, I watch them grow
(Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer)
I’ll pray much more, so they’ll really know
(Vou orar muito mais, para que eles realmente tomem conhecimento)
And think about themselves, what a wonderful work
(E pensem consigo mesmos, que obra maravilhosa)
.
Yes, We think to ourself, what a wonderful work!
(Sim, Nós pensamos conosco, que obra maravilhosa!)
Segue o link da música original, para acompanhamento, por quem puder, com a nova letra:
Mas em inglês ou português, a mensagem é clara de ironia: “Que obra maravilhosa, hein?”.
Jesus Lord’s Peace for everybody! (A Paz do Senhor Jesus a todos!)
Alandati.