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A “solidariedade” da obra com seus amigos políticos e a “solidariedade” dos políticos com a obra é uma cumplicidade eterna! Essa solidariedade é a semente da corrupção, crimes de desvios de dinheiro público e recursos públicos!

Você como membro icemita aponte um só benificio que chegou aos membros que venderam seu voto para os amigos solidários!!

Dinheiro público que foi parar na fundação Passos Barros! Com mesmo dinheiro foram comprado cotas de hospitais como o Metropolitano na Serra e equipamentos como CDI! Mas você como membro tem acesso a esses recursos simplesmente pelo fato em ser membro da icm? Alias a bandeira da solidariedade no caso da aquisição das cotas do hospital Metropolitano na Serra, ES até serviu para “trabalho voluntário” dos escravos no grande projeto da família gueiros, donos da obra e donos do Metropolitano! E o amigo solidário que recebeu os votos? O manato foi deputado federal e tem outros deputados estaduais que ajudaram neste projeto com dinheiro público!

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Eleitos com apoio da Maranata se calam diante de denúncias

O deputado Elcio Alvares deve seus dois mandatos à igreja, mas prefere não se pronunciar sobre crise

Renata Oliveira

19/03/2013 13:01 – Atualizado em 21/03/2013 17:34

Governador Paulo Hartung visita o maanaim da igreja cristã maranata - a obra não faz politica

Governador Paulo Hartung visita o maanaim da igreja cristã maranata – a obra não faz politica

Ao realizar um evento público que reuniu 150 mil pessoas na Praça do Papa, em Vitória, há uma semana, a Igreja Maranata tentou dar uma resposta por meio da mobilização dos fieis contra as denúncias de desvio de recursos oriundo do pagamento de dízimos, além disso, deu uma demonstração de seu poder político.

E relação às denúncias, a demonstração de força foi frustrada dois dias depois com a prisão de pastores, líderes da igreja. Mas do ponto de vista político, a situação da Maranata vem causando algumas leituras pelos observadores do processo eleitoral.

A possibilidade de a igreja ter de devolver um total de R$ 762 mil por recursos públicos destinados à Fundação Manoel dos Passos Barros, que pertence à Igreja Maranata, por meio de emendas parlamentares, revela a ligação da instituição religiosa com a classe política. Algumas figuras muito ligadas à Maranata, porém, não têm se posicionado em defesa dos pastores detidos, o que pode complicar suas candidaturas no próximo ano.

O principal agente político identificado com a Maranata é o deputado estadual Elcio Alvares (DEM), que deve seus dois últimos mandatos na Assembleia aos fiéis da Maranata. Elcio, porém, não se pronunciou sobre a denúncia de desvio das emendas parlamentares. Também não se posicionou em defesa da igreja em meio à crise.

Outro parlamentar que tem como base eleitoral a Igreja Maranata, é o deputado federal Carlos Manato (PDT), que também não se pronunciou sobre o assunto. Ele não destinou emendas e verbas para a igreja, mas esperava-se nos meios políticos uma defesa inflamada da instituição. Até porque, assim como Élcio, Manato também deve seus últimos dois mandatos de deputado federal à igreja.

O ex-deputado Geovani Silva é outro nome ligado à Maranata. Chegou à Assembleia Legislativa em 2003 pelo apoio da base eleitoral da igreja, mesmo sem conseguir se reeleger em 2006, continuou a ter o apoio do grupo. Geovani se disse surpreso com a denúncia, mas também não saiu em defesa da igreja.

A deputada Aparecida Denadai (PDT), uma das deputadas que destinaram emendas à Maranata, se disse surpresa com a denúncia. Ela e Geovani disseram que a fiscalização tem de ser feita pela Secretaria de Saúde do Estado. Aparecida não depende eleitoralmente apenas da igreja, Maranata, como no caso de Geovani.

O ex-deputado federal Jurandy Loureiro (PSC), que é ligado à Assembleia de Deus, mas também tem votos na Maranata. Também não quis se pronunciar sobre a crise na igreja.

 

Eleitos com o apoio da Igreja, os deputados e ex-deputados que não partiram para a defesa da Maranata vão ter de enfrentar a ira dos fieis, que pela movimentação do evento de 45 anos de aniversário estão unidos em torno da igreja, mesmo diante das graves denúncias. Como os candidatos vão se apresentar para essa nova etapa de convencimento é que não se sabe.

fonte: http://www.seculodiario.com.br/exibir.php?id=5496&secao=8

Essa frase diz tudo sobre a maranata e politica no Estado do Espírito Santo: “Ajudamos um governador porque ajudou um pastor nosso! Que precisava” – o resto desse estado, que necessita de ajuda que se “dane” – quem manda nesse estado é gg indicando “amigos da obra”!

http://www.myspace.com/video/rid/111793476

Não somos partidários from A Marques on Vimeo.

“Não somos partidários! Ajudamos a quem nos ajuda!” – A ajuda à maranata é bem conhecida nesses dias – em forma de desvios de verba pública para a fundação dos gueiros – fundação passos barros para compra de lanchas para o sobrinho do gg pescar e se divertir e ambulâncias que nunca transportaram nenhum necessitado…

e esses politicos como deputados federais eleitos com os votos da maranata ainda saiem em defesa MENTINDO em lugar que deveriam se preocupar com o POVO BRASILEIRO em vez de sair em defesa da obra de gedelti gueiros!

Peço a Deus, caro CV, que muitas pessoas tenham a sã consciência de entender que o inimigo da Obra (de Deus) é o anti-Cristo, porém o inimigo da obra (maranata) é a própria cúpula, sendo seu presidente (que é o mentor de tudo) e todos os seus subordinados.

Fico me lembrando das evangelizações, quando chegava Gedelti, o “mundo da maranata” parava, o chefe chegou, a equipe de trânsito parava tudo para ele passar, aquele alvoroço.

Olho pra trás e vejo quanta presunção, quanta decepção. Tristeza ver essa gente se culpando por faltar a um culto, vai à “casa do Senhor” e volta vazio. Meu Deus, ensina a esse povo a te servir.

“O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende.” Isaías 1:3

Vejo que se criou um tabu em relação ao nome “obra” no contexto da maranata. Todos têm medo de criticar com receio de um juízo, heresia bem criada pelo chefe religioso.

Valha-me Deus. Espero que isso não termine do jeito que estamos acostumados a ver no Brasil, numa pouca vergonha. Já tem um deputado federal gritando aos quatro ventos em Brasília “viva a obra!”, ou viva a hipocrisia!!! Povo que perdeu o respeito por si mesmo.
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Obs.
Cris trouxe para o SITE o lik
“Sem palavras. É mesmo o fim do mundo! Assistam ai.
Deputado Manato usa a tribuna da câmara para defender a ICM.”

Acessem o link:http://www.youtube.com/watch?v=wn9a0SfRsdg

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/01/mene-mene-tequel-parsim/#comments