NÓS NÃO PERDOAMOS OS NOSSOS DEVEDORES

Publicado: 11 de janeiro de 2017 em Discriminação e preconceitos na maranata, heresias, Obra revelada

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Em demanda no Fórum de Barra Funda – São Paulo – SP, advogados anunciam Gedelti Gueiros há mais de quatro décadas presidente da Instituição. Eles acertaram… mas desconhecem que o mestre-profeta da Instituição cita Mateus 6.12 e NEGA a necessidade de pedir perdão aos membros ofendidos pelos atos e fatos do governo oligárquico e pseudocarismático.

Aula: A Oração Dominical

EBD, 11.12.2016

https://vimeo.com/195316635

Aos 27 minutos

Ele lê, enfatiza e sorri para os ouvintes:

e perdoe as nossas dívidas, assim como nós não perdoamos os nossos devedores…

Eu, pra mim… tirava este texto aqui… na oração de Jesus dispenso isto aqui… tá muito difícil pra todo mundo…

Eu não vi, aqui, ninguém que levantou a mão satisfeito com este texto… vamos fazer outra Bíblia… vamos mudar de vida… então diz aqui… esta aqui… ficou difícil…

Como?!

Chegar ao final de 2016 com esta mensagem de amor a si mesmo? Chegar ao fim de 2016 com o … dispenso isso aqui… porque tá difícil para todo mundo… querendo dizer, não quero mudar a mim mesmo e continuem como estão?

Cometer ato falho tamanho diante dos membros do Presbitério (pastores subalternos) convocados ao Maanaim de Domingos Martins – ES e via satélite, aos membros em geral?

Caso do pr. Marco Feliciano ao escrever Curra Gay em vez de Cura Gay num memorando da Comissão de Direitos Humanos. O erro foi visto por um assessor, que vazou o documento para a imprensa. Em entrevista para justificar o seu erro, acabou se enrolando ainda mais: Eu cometi um ato fálico, disse Feliciano.

Entendam! O ato falho demonstra a incongruência de pensamentos profundamente recalcados. O ato falho nega o pedir perdão e está completo, perfeito. O desejo é continuar amando a si mesmo e fugindo de pedir perdão aos milhares de membros ofendidos pelos escândalos que lançaram a Maranata em decadência, sombras e vitupérios.

Explicitamente, o faltoso com o pedido de perdão subestima o poder do Eterno e Todo-Poderoso em cumprir as palavras da Oração Dominical e sofre com a expectativa de juízo. Onde o desmonte era previsto, os frios remorsos (como em Judas Iscariotes) não deixam a aflorar a imperiosa necessidade de pedir perdão a cada ferido e também aos Céus. Quem ama a si mesmo já definiu o caráter (conduta, hábito) íntimo como incapaz da convicção espiritual dos pecados cometidos incentivadores do imperioso pedir perdão; mas para quem ama as riquezas, ama o mundo e as coisas que estão no mundo ficou difícil pedir perdão.

Frases jogadas ao vento? Não! Palavras soltas? Não! Pior… muito pior. O ato falho perfeito (lapso freudiano ou parapráxis) revela os profundos recalques do inconsciente, pois, através do ato falho perfeito o desejo do inconsciente é realizado. O faltoso cuida de interesses inconfessáveis e assim o inconsciente o traiu.

Isto foi observado por Jesus na parábola do fariseu e do publicano.

Levanta-se uma estranha grilheta de pensamentos perturbadores na alma do incrédulo em sorumbática subversão. Alguém com a aura da independência, acima da Ética Cristã e achando-se detentor do direito de apontar o dedo acusador: Esta Obra é dinâmica. Façam o que mando e não façam o que faço. Não olhem para o homem. Não toqueis nos meus ungidos. O projeto de salvação…

Mau sinal! A arenga acentua o NÃO, porque descrê da exigência de Jesus, insistindo em que os devedores busquem entre si a necessidade de perdoarem-se, uns aos outros, antes de fazerem suas orações aos Céus para que sejam atendidos; e, se ao ofertar, alguém se lembrar de algo contra seu irmão, deve deixar a oferta no altar e reconciliar-se com o ofendido para, enfim, regressar ao altar e ofertar. O fariseu nega o direito de o Messias exigir o pedido de perdão e continua endividado com Deus. O Messias exigiu: se não atenderem à condição continuarão carregando pecados. Oração sem perdão é ofensa à justiça Daquele que a instituiu.

“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”

(Mateus 6. 14,15).

Novidade para os neófitos; mas nós já o conhecemos… Eclesiástico independente é incapaz de pedir perdão. O orgulho religioso insiste nessa orgia religiosa viciosa, pois em outra ocasião o inconsciente declara os complexos familiares perturbadores: “…odeio parentes… não preciso de parentes…”

Oh! É claro, no dizer de Freud, “Entre os complexos perturbadores, os mais eficazes mostram ser os auto-referentes (ou seja, os complexos pessoal, familiar e profissional)”. Dizendo que tá muito difícil pra todo mundo… ele pra todo mundo confessa impossível pedir perdão…

O ato falho foi sem querer (conscientemente falando) mas também foi querendo (inconscientemente).

O fariseu maranatizado ama a membresia tanto quanto o sapo ama o mosquito. Pensar em devedores da Obra o tempo todo dá nisso: NÃO perdoamos os nossos devedores.

O perdão é algo perturbador para o fariseu religioso que dispensa o “e perdoa as nossas dívidas assim como nós perdoamos os nossos devedores”. Melhor nem iniciar a arenga com as costumeiras meias verdades. Ficou claramente demonstrado que a membresia jamais alcançou a plenitude do poder do Espírito Santo e da plenitude da intimidade com Jesus, tão desejada por Deus que tenhamos.

O preço é alto, muito alto. Reconhecer que errou e errou feio; confessar o apego ao dinheiro, ao poder e aos bens materiais como prioridades da vida; confessar o apoio ao falso profetismo, à instigação do ódio religioso contra os retirantes e incontáveis mensagens além da letra como fatores de manutenção da oligarquia pseudocarismática… e pedir perdão os ofendidos pela opressão sistemática? Ah! Não! O preço é alto. Sair pela tangente é melhor: Eu, pra mim… tirava este texto aqui… na oração de Jesus dispenso isto aqui… tá muito difícil pra todo mundo…

Se os valores de uma pessoa continuam carnais, você sabe que ela ainda não foi tocada pela glória, poder e santidade de Deus. Se alguém consegue criar e implantar uma ideologia egoísta, por exemplo, a Obra filho único… a porta da eternidade… o projeto de salvação dos devedores da Obra…, contribuiu para a degradação da igreja do jeito que ele quis: nem evangélica, nem pentecostal, nem protestante.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2016/12/nos-nao-perdoamos-os-nossos-devedores/

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