seita icm – Aos 17 anos, me escolheram na igreja para ser TESOUREIRO – Nessa de tesoureiro, me ensinaram a fazer CAIXA 2, isso mesmo, fui treinado pelo antigo tesoureiro a desviar uma parte do dinheiro que era enviado aos PES. Ainda disseram: Todas as igrejas fazem isso, só não se deve comentar, mas todas fazem – A OBRA É A CIDADE DE GE(DEUS)TI!

Publicado: 9 de fevereiro de 2014 em Fatos obra maranata, Obra revelada
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A OBRA É A CIDADE DE GE(DEUS)TI!

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Colocam os menores nos postos de trabalho da obra, ensinam a arte de repetir condutas reprováveis, confiando na inimputabilidade, e depois, como vão perceber o erro? Afinal, TODOS ASSIM FAZEM!

Gostaria de chamar a atenção de todos para a gravidade do que é exposto no registro abaixo. O incrível é que a narrativa é proveniente de um convívio em um lugar que se chama vulgarmente de “igreja”, e onde é gritado, aos quatro ventos, que seria a verdadeira “obra de deus” na terra. Valha-me, Deus!

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Segue um breve resumo de minha história. História de um Jovem de 19 anos que é um retirante.

Fui nascido e criado na ICM. Cresci escutando e aprendendo tudo que eles ensinaram, porém meus pais sempre me ensinavam a reter o que é bom. E assim fomos caminhando na ICM.

Chegou um certo dia, que meus pais e toda minha família saíram da ICM. Primos, tios, avós e irmãos, todos saíram da ICM, menos eu.

Nesse período que eles saíram, eu senti na pele como a ICM os discriminava. Uma certa vez, ao orar pelo meu aniversário de 16 anos, um irmão do GI disse que o Sr. mostrou a ele que minha mãe tinha uma doença grave que ela não havia contado para ninguém ainda. Eu ignorei esse dom, pois mesmo estando na ICM, eu aprendi a discernir os dons. E de fato, ele não se cumpriu.

Aos 17 anos ( Minha familia ja tinha saído ), me escolheram na igreja para ser TESOUREIRO. Eu não queria, mas aceitei por pressão, assim como não queria ter sido levantado a obreiro com 15 anos, mas fui pela pressao dos ” Dons “.

Nessa de tesoureiro, me ensinaram a fazer CAIXA 2, isso mesmo, fui treinado pelo antigo tesoureiro a desviar uma parte do dinheiro que era enviado aos PES. Ainda disseram: Todas as igrejas fazem isso, só não se deve comentar, mas todas fazem. Quando me levaram ao cartório para registrar firma, GRAÇAS A DEUS o tabelião disse que, para ter firma registrada, eu teria que ser maior de 18 anos.

Olhem só, desviar dízimo é CRIME, mas como eu era de menor, não poderia ser preso. Iria ser sutilmente utilizado.

Nem isso foi suficiente para eu me acordar.

Porque eu não acordei? Porque todo meu circulo de amizade estava ali, foi construído ali. Eu gostava muito de estar com eles, eu era muito envolvido com as atividades da “Obra”. Esse era o motivo que eu acreditava, mas o real motivo era outro, eu na verdade tinha minha mente bloqueada, via a ICM como uma igreja perfeita. Pobre ilusão.

Com tudo que aconteceu, eu tomei um ” sacode ” forte, e comecei a dar liberdade a mim mesmo para pensar e questionar. Aos poucos fui vendo que muitas, repito, muitas questões que eu tinha, não existiam repostas a elas. Eu sempre tive certas dúvidas, como por exemplo:

Por que toda oração obrigatoriamente tinha q ser precedida pelo “Clamor pelo Sangue”; Consulta a Palavra; Caixa 2 e outros. Sempre tive essas dúvidas, mas eu as ignorava involuntariamente.

A cada maanaim, pregação do PES, se tornava mais forte em mim a manipulação do PES que me impedia de questionar e pensar. Mas como já disse, com o impacto dos acontecimentos dos últimos dias eu comecei a procurar saber mais, comecei a frequentar blog’s como este, grupos no facebook e, graças a Deus, depois que minha família já tinha saído há 5 anos atrás, eu também consegui sair.

Eu era obreiro, instrumentista e do grupo de louvor, mas hoje sou liberto.
Prefiro liberdade, que títulos humanos.

Sei que perderei “amigos”.
Sei que não estarei mais naquele ciclo de “amizade” que foi construído dentro da ICM, mas prefiro viver com a consciência limpa, na verdade,que me submeter à mentira e à iniquidade em troca de uma ilusão de igreja perfeita.

E com certeza, o que há de vir agora será muito melhor do que eu já vivi. Deus não desampara seus filhos. Sinto-me como se tivesse tirado 100 kg das costas.

Saí da ICM tem algumas poucas semanas.
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Olá Guilherme Júnior

Graça e paz em Cristo Jesus.

Bem vindo.

Dezenas de vezes denunciamos os desvios de dízimos nasunidades locais por aqueles que ali se comportam como meros emissários do palácio da rainha desfigurada enquanto alteram os dados dos relatórios com a conivência de coordenadores e do próprio Presbitério.

Este é o jogo desonesto e odioso na construção do CAIXAS DOIS.Fábrica de Judas!

Impossível imaginar o estrago que a ideologia Obra como forma de vida conseguiu nessas quatro décadas deautodefesa, avareza indiscriminada e dissimulação– bases dessa coisa asquerosa, horrível e nebulosa chamadagedeltismo que domina a membresia e formatou milhares de jovens; mas graças damos ao nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo que não nos desamparou ao logo das DENÚNCIAS; e, deste modo estamos disponibilizando um caminho aberto para que todos cheguem a conhecer a malignidade do sistema que formata jovens e os prepara para serem meros instrumentos das maranacutaias palacianas.

Meu irmão, ouça o que lhe digo: adquira – o mais breve possível – o livro CURAI ENFERMOS E EXPULSAI DEMÔNIOS, de T.L.Osborne, Graça Editora.

Permaneça firme nas promessas de Jesus e nada de permitir que algum meia-sola o procure com revelação para voltar.

CV.

Postagem de Guilherme Júnior em http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/11/a-babilonia-prostituida/comment-page-1/#comment-12346

Gostaria então de lançar a pergunta: DIGA-ME QUAL A DIFERENÇA ENTRE A OBRA E O TRÁFICO DE DROGAS?

Vamos analisar algumas similaridades absurdamente coincidentes? Vejamos abaixo as características da obra que lembram o tráfico de drogas:

– o produto é perecível, “mistério além da letra”, mais conhecido como M.A.L., que aliás faz mal, e exige uso reiterado e sistemático;

– entorpece as mentes, que se acham, quando estão sob o efeito da droga, as melhores pessoas do mundo;

– o produto é viciante, e os usuários não medem esforços para tomar mais uma dose, que, por sinal, é diária e precisa ser aumentada a cada dia;

– traz uma retaguarda, oculta, leia-se “não revelada”, recheada de crimes (por enquanto em tese);

– arregimenta os menores desde cedo, para que se tornem “soldados” do negócio, almejando crescimento no mesmo, e no intuito de se garantir a consciência insensível de impunidade a todos envolvidos no negócio;

– usam de reprimenda contundente contra aqueles que não “rezam a cartilha” do comando central;

– a mania de grandeza, buscando luxo, luxúria, orgias, festas hercúleas, gastanças, ostentação é notória;

– os verdadeiros donos do negócio não estão à vista, mas infiltrados na alta sociedade, e geralmente com aparência de estar longe de qualquer suspeita;

– a corrupção também é presente, pois na verdade há muito dinheiro em caixa, livre de impostos, para barganhar com o “preço” que cada um pode apresentar;

– há diversas manobras para colocar, nos cargos e funções públicos, pessoas chegadas, para se ter representatividade grande, a ponto de livrar os executores do negócio, em caso de eventualmente serem pegos em atividade;

– é um negócio altamente lucrativo, e a renda não é, por questões óbvias, declarada ao Fisco.

Podem haver outras, mas paremos por aqui com as semelhanças da obra com o tráfico de drogas, oportunidade em que usamos de comparação meramente ideológica, sem contudo deixar de usar argumentação consistente quando confrontados os dois negócios.

E você, o que acha? Estamos viajando? Cuidado para não ser fisgado pelo sistema aprisionante, seja como soldado, seja como usuário, seja como gerente do tráfico de “drogas” da obra. Não seja incauto! Depois não vai poder dizer que não foi avisado!

Saia dessa cidade que se diz ser de Deus, mas que na verdade recebe normas e regras de ge(deus)ti, que é o seu “perfeito” prefeito.

Quem quiser receber ajuda, para se libertar do vício, leia a nossa adaptação em http://diganaoaseita.wordpress.com/2013/06/03/desmame-da-droga-obra-e-deixe-o-sol-bater-na-tua-janela/

Graça e Paz de Deus a todos!

Alandati.

fonte: http://diganaoaseita.wordpress.com/2014/01/13/a-obra-e-a-cidade-de-gedeusti/

 

Esse caixa 2 rendia ao dono da seita 120 milhões de reais (CENTO E VINTE MILHÕES) POR MÊS!!!

O PES não ajudava uma alma, membros faziam vaquinha!

O PES não ajudava em reformas e manutenção – os membros compravam materiais e reformavam!

Mas conseguiram desviar mais de 300 milhões (provavelmente mais de 1 bilhão) para uma empresa deles em Riga na Lituânia – a conhecida EU-Bralat – para quê foi usado esse dízimo/dinheiro?

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