seita icm – o processo de exclusão – ensinamentos para os líderes “religiosos” como excluír membros da seita quando começam a questionar ou pensar além dos ensinamentos do pastor da morte “a letra mata o espirito vivifica”

Publicado: 26 de janeiro de 2014 em Obra revelada
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AS ESTRATÉGIAS DE EXCLUSÃO IMPOSTA PELA CÚPULA E EXECUTADAS PELAS LIDERANÇAS ICEMITAS

 

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AS ESTRATÉGIAS DE EXCLUSÃO IMPOSTA PELA CÚPULA E EXECUTADAS PELAS LIDERANÇAS ICEMITAS, PRESIDEDENTE, CONSELHEIROS, COORDENADORES DE ÁREAS, COORDENADORES DE POLO, CCORDENADORES DE MANAINS, PASTORES/UNGIDOS E DIÁCONOS.

Basta contrariá-los, dá-se início ao processo de exclusão, pelas aplicações das estratégias, que eram ensinadas e absorvidas empiricamente, através da prática destas pelo pastor, hierarquicamente, superior, ou seja, uma prática ensinada e absorvida de forma não declarada, porém, obviamente, oculta. Tais estratégicas se caracterizavam pelas seguintes ações:

Declarada a contrariedade por quem fosse (pastor, diácono ou simplesmente membro) seguiam-se a aplicação das estratégias pelas ações: (Em todas as estratégias, dependendo do temperamento do contrariante, já se constituía, uma exclusão, o mesmo se tornava um retirante)

1 – Estratégia do isolamento (denominada “CTI”). Se o contrariante fosse um pastor/ungido/diácono, este era orientado, por revelação, para ficar no banco em outra igreja e, quando os filhos tinham idade de escolher onde frequentar, a esposa do pastor/ungido/diácono seguia os filhos, o que já se evidenciava a separação da família. Esta estratégia eliminava a possibilidade do contrariante contaminar os demais membros da igreja por ser movido para outra igreja local. Se o contrariante fosse  membro comum, mesmo que fosse de qualquer grupo base, este era orientado, por revelação, para ficar no banco, não podia se levantar para orar durante o culto, além de não poder exercer função, caso fosse do grupo base da igreja.

2 – Estratégia da perseguição (denominada “Tá apagado”, “Já morreu” ou “Crente ruim”). Qualquer membro, seja pastor, ungido, diácono, aplicada sobre os tais a estratégia do isolamento e não havendo recuperação, ou seja, continuando os mesmos contrariando o sistema e, indiretamente, o pastor, seu superior hierárquico, dava-se inicio a segunda estratégia, a da perseguição, que consistia pelo constrangimento e pelas indiretas em particular. A estratégia da perseguição por constrangimento se fundamentava na exposição do contrariante em reuniões onde este pudesse estar, objetivando, pela exposição de seus erros e falhas, publicamente, que o contrariante decidisse afastar-se ou desligar-se por sua própria conta. A estratégia da perseguição por indiretas em particular, se fundamentava em situações programadas, onde o perseguidor e o contrariante se deparavam sem que houvesse alguém para servir de testemunha, onde o perseguidor afrontava o contrariante com palavras ofensivas, objetivando que o contrariante decidisse afastar-se ou desligar-se por sua própria conta.

3 – Estratégia fatal (denominada “Armação” ou “Armadilha”) Qualquer membro, seja pastor, ungido, diácono, aplicada sobre os tais as estratégias do isolamento e da perseguição e não havendo recuperação, ou seja, continuando os mesmos contrariando o sistema e, indiretamente, o pastor, seu superior hierárquico, continuando afastado, além de perseguido e ainda resistente, dava-se inicio a terceira estratégia, a fatal, bastando o mínimo deslize, mesmo que não haja envolvimento que caracterize pecado, já é o bastante para conduzir o contrariante à comissão de disciplina, onde este sozinho, perante um grupo de 10(dez) ou mais pastores da comissão disciplinar, o contrariante é submetido a um processo humilhante sub uma chuva de dons e profecias de um profeta-mor, braço direito da cúpula, tomam seu depoimento, mesmo que este seja verdadeiro e não caracterize uma situação grave, e passível de misericórdia, a fatalidade é inevitável, preparam o texto de  desligamento do ministério do contrariante, que, coagido e psicologicamente desequilibrado, assina o seu desligamento do ministério.

fonte: http://cavaleiradaverdade.wordpress.com/2014/01/24/as-estrategias-de-exclusao-imposta-pela-cupula-e-executadas-pelas-liderancas-icemitas/

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comentários
  1. svpaz disse:

    Olá, Parabéns pelas matérias publicadas! Gostaria que vocês entrassem em contato co o Jornal “O Estado de Minas” de BH/MG, pois ele está pubklicando uma série de reportagens sobre a FÈ E O DINHEIRO nas igrejas!!!!! O caso da fraude maranatas dará um bom material!!!! Salatiel

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