seita maranata – clamor errado na hora errada

Publicado: 9 de janeiro de 2014 em Fatos obra maranata, Obra revelada
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Clamor errado na hora errada…

Postado em 13 setembro 2010 10:33 por verdade em Acorda, Maranata!

“Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.”

fraude do dízimo na maranata

fraude do dízimo na maranata

A DENÚNCIA que faço, chegando até às malignas raízes da HERESIA ICEMITA, ninguém fez.

Antigamente, dependíamos do clamor pelo sangue de Jesus.Biblicamente falando e pensando, nesse clamro nada havia e nem existe do exercício da “fé em Jesus”. Nós andávamos de cabeça baixa e na base do clamamos e constantemente avisados: fiquem no clamor

Basta começar a encarar a realidade, para alguém perceber algo estranho: realmente é escravizador sentir-se servo da Obra. Clamor como um meio parcial de livramento e salvação é coisa entristecedora e estranha ao Evangelho. Clamor como um sempre se sentir culpado e faltoso perante o SENHOR é NEGAR A GRAÇA DE DEUS. Então, em misticismos de Obra Maravilhosa nos escondíamos. ESCRAVISADOS!

Constantemente, o clamamos… clamamos… clamamos… era exigido de nós, mas no contexto do legalismo maranático monárquico e pseudocarismático. Institucionalizado! Por estranho que nos parecia, aquela nostalgia se repetia… e repetia… e repetia… ao som de outro mantra (ainda ouço o eco deste mantra misterioso): Obra!… Obra!… Obra!… Obra!… Obra!… Obra!…Obra…

Nada contra a convicção e opção religiosa das pessoas, mas continuar obedecendo a doutrina de homens, e pensar que isto é bênção, está fora, completamente fora dos propósitos de Deus para a “igreja de Deus… corpo de Cristo” (1 Co. 1.2; 12.27).

O sectarismo religioso é terrível. Nesta prisão, a plenitude do “evangelho da graça de Deus” (At. 20.24) continua COISA ESTRANHA, para aqueles que estão presos ao jugo desigual imposto pelo DON (Doutrinas, Orientações e Normas do Presbitério cf. arts. 5º e 25 do Estatuto da ICM-PES).

Por todo o lado MEDO!

O mantra!

lavagem cerebral na igreja cristã maranata

lavagem cerebral na igreja cristã maranata

Outro dia, estávamos à mesa para o café da manhã. De propósito, pedi que certo parente (ainda icemita) agradecesse o alimento. Oração que aprendemos na infância…

E logo aquele ar característico dos enfatuados pastores: “Senhor, clamamos pelo sangue de Jesus, o sangue de Jesus sobre este alimento… Jesus, põe o Teu sangue sobre o alimento que vam…”

– Meu querido, chega! Assim não dá… não posso comer! – Eu o interrompi, deixando os presentes com olhos arregalados.
– Hã??? – Ele ficou atônito com a interrupção do mantra sagrado.
– Pedi para agradecer a Deus o alimento, mas você clamou o sangue de Jesus sobre o alimento. Como é que vou comer café com pão quentinho, manteiga e sangue de Jesus? Fica difícil…

Então expliquei que o momento era de dar graças pelo alimento. Nada de clamor. Simplesmente dar graças…

Então agradeci, como sempre faço quando estou com outros à mesa para a refeição: Pai, nós Te agradecemos por este alimento, e o abençoamos em Nome de Jesus. Amém.

Evidentemente, na refeição de cada dia não cabe clamor e choro… muito menos, clamor pelo sangue de Jesus… No entanto, a dependência esquizofrênica do mantra religioso quem pode entender? O mantra persegue até na hora da refeição… Isto é justo?

Agradecer pelo alimento e abençoá-lo é bíblico?

Ações de graça (ou agradecer, do grego eucharisteo) são expressões gerais de gratidão. Como Jesus fazia, devemos agradecer a Deus no momento da refeição. Porque abençoar e agradecer a Deus pelo alimento é agradável, bíblico, bom e necessário.

Na multiplicação dos pães e peixes (duas ocorrências) Jesus ergueu os olhos em direção aos Céus e abençoou o alimento. Com gratidão. Depois mandou os discípulos servir o que estava abençoado. Ele agradecia antes de comer e ensinava a gratidão. Os evangelistas registram ações de graças nesta ocasião (Jo. 6.1-15, 23; Mc. 8.1-9 e refs.).

Na noite em que Jesus foi traído, após a Ceia Pascoal, Ele instituiu a Santa Ceia do Senhor. Perfeitamente cônscio do que estava fazendo, e do que Lhe acontecia nas horas seguintes, Ele deu graças no partir do pão (Mc. 14.22-25 e refs.).

Por oportuno, em um dos diversos episódios depois de Sua ressurreição nós O encontramos ensinando a dois de Seus discípulos (Lc. 24.13-35). Eles caminhavam de Jerusalém em direção à aldeia chamada Emaus, cheios de dúvidas a respeito do que havia acontecido naqueles dias da Páscoa dos judeus. O desfecho deste episódio é muito interessante (vs. 30-35 – ênfase nossa):

“E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles. E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras? E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém, onde acharam reunidos os onze e outros com eles, os quais diziam: O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão! Então, os dois contaram o que lhes acontecera no caminho e como fora por eles reconhecido no partir do pão.”

Paulo recordou aos cristãos coríntios a instituição da Santa Ceia do Senhor. Ele confirma as ações de graças devidas nesta ocasião solene, pois assim o apóstolo se expressa (1 Co. 11.23ss.): Jesus tomou o pão “e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.” Escrevendo aos cristãos colossenses ele insiste (Cl. 4.2): “Perseverai na oração, vigiando com ações de graças.” Naquele incidente do naufrágio, Lucas relata que Paulo insistiu que aqueles homens comessem pois estava há quatorze dias sem alimento. Diz o texto (At. 27.35): “Tendo dito isto, tomando um pão, deu graças a Deus na presença de todos e, depois de o partir, começou a comer.”

Portanto, o alimento é para o corpo e para o espírito as ações de graças devidas ao Altíssimo Deus. Nada de clamor, nem de mortificar a memória com o recordar de sofrimentos e tentações.

Sermos gratos. Sempre!

Simplesmente, o agradável e muito necessário…

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/09/clamor-errado-na-hora-errada/

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comentários
  1. Eurípia Inês disse:

    Bom dia a todos.

    Irmãos, observem neste meu relato o quanto este “clamor pelo sangue de Jesus”, como reza, não serviu para me livrar de um ladrão que me roubou o carro.

    5 de outubro de 2012 às 16:13
    http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/09/clamor-errado-na-hora-errada/comment-page-1/#comment-1159

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