Pasmem aonde tem mão da seita maranata, tem fraude: a avareza de Gedelti permitiu que a entidade que lembra o nome o sogro Manoel dos Passos Barros recebesse quase R$2.000.000,00 (dois milhões) de reais entre 2005 e 2011. Quer dizer, nem o sogro ele respeita…

Publicado: 16 de novembro de 2013 em Fatos obra maranata, Obra revelada
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a obra da eternidade

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As decisões finais acerca da administração da Maranata (ICM-PES), Fundação Passos Barros (FMPB) e Maanaim’s sempre foram de Gedelti Gueiros. Decisões gedeltianas aparecem em parcerias entre a ICM e Hospital Metropolitano (HM) cujas cotas foram adquiridas com dízimos recolhidos dos membros da ICM-PES. Esta parceria (ICM-HM) abertamente atendia interesses pessoais de Gedelti, especialmente na pessoa de sua filha Jurama Gueiros, então recém-formada no curso de Medicina, cujo pai queria inseri-la no mercado de trabalho.

Aspectos da ideologia aqui Deus fala… obra como forma de vida… portal da esperança… projeto de salvação…

Havendo indícios de malversação de dinheiros públicos, a pedido do Ministério Público de Contas (TC-ES) iniciou-se auditoria na FMPB. Infelizmente, na construção da FMPB dinheiro gasto pertence à ICM-PES; local onde a FMPB funciona pertence à ICM-PES; lembrando que a FMPB está subordinada à ICM-PES, pois todos os pagamentos, compras e contratações passavam pelo crivo da Diretoria, cuja palavra final era a de Gedelti Gueiros.

Para agravar o avareza dessa babilônia despudorada criou-se a possibilidade de remessa de recursos públicos em benefício e custeio da entidade após regularização dos documentos da FMPB. E assim, com a emenda parlamentar do então Deputado Geovani Silva R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) foram destinados neste sentido. A porta foi aberta para Élcio, Denandai etc.

Na prestação de contas em relação à construção/reforma da edificação da FMPB observam-se notas fiscais que nada guardam relação com a construção/reforma, pois esses documentos frios visavam justificar o gasto do dinheiro com a emenda parlamentar.

Pasmem: a avareza de Gedfelti permitiu que a entidade que lembra o nome o sogro Manoel dos Passos Barros recebesse quase R$2.000.000,00 (dois milhões) de reais entre 2005 e 2011. Quer dizer, nem o sogro ele respeita…

Neste sentido a pergunta do CV é pertinente: Judas, cadê o dinheiro?

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/11/a-babilonia-prostituida/#comment-12331

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