seita maranata – o dízimo desviado não satisfazia o deus da maranata – o sinhô revelou para desviar também dos cofres públicos com ajuda dos amigos revelados que o curral eleitoral icemita votou

Publicado: 5 de agosto de 2013 em Fatos obra maranata, Obra revelada
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O dízimo desviado não satisfazia o deus da maranata – o sinhô revelou para desviar também dos cofres públicos com ajuda dos amigos revelados que o curral eleitoral icemita elegeu!

E os escravos da seita não querem entender que esta sempre foi e será a finalidade da seita maranata: dinheiro e poder!

O juiz Alexandre Martins que descobriu toda esta corrupção infiltrada no estado do Espírito Santo foi morto a tiros combatendo os corruptos deste governo – em grande parte com ajuda dos votos e dízimo da maranata!

Juiz Alexandre - uma vítima da seita maranata

Juiz Alexandre – uma vítima da seita maranata

Saúde na mira da Justiça

Depois da judicialização do escândalo da Delta no Estado, um novo foco de polêmicas deve recair sobre a gestão na saúde pública. O ex-secretário de Saúde e atual diretor de Meio Ambiente da Cesan, Anselmo Tozi, foi denunciado em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público. O processo foi ajuizado na quarta-feira (31), mas chegou ao cartório da 3ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual, onde vai tramitar, nessa sexta-feira (2).

Apesar das poucas informações divulgadas em relação a este novo processo, o rol de denúncias dá uma pista sobre os fatos narrados pelo MP. Figuram no processo, além do ex-secretário e da pessoa jurídica da Fundação Manoel dos Passos Barros, que pertence à Igreja Cristã Maranata, o nome de pastores e pessoas ligadas à gestão da entidade.

A fundação estava sendo investigada pelo Ministério Público Especial de Contas (MPC), que solicitou a instalação de uma auditoria no Tribunal de Contas do Estado (TCE) para a apuração de fraudes em convênios entre a instituição – que administra uma unidade de saúde – e a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) durante o governo passado.

De acordo com notícias veiculadas na mídia local, as investigações teriam apontado para irregularidades nos acordos, que previam desde o repasse de verbas para aquisição de equipamentos até a liberação de dinheiro público para pagamento de despesas com água, luz, telefone e aquisição de medicamentos para a fundação. A reportagem de Século Diário levantou que o ex-secretário Anselmo Tozi assinou, pelo menos, três acordos com a entidade – beneficiada também com recursos de emendas parlamentares.

Fantasma na curva

Além desses dois “novos” escândalos, o ex-governador Paulo Hartung é o principal alvo de uma ação de improbidade por supostas fraudes nas obras do posto fiscal São José do Carmo, em Mimoso do Sul (região sul capixaba). Foram gastos R$ 25 milhões com a empreitada que não saiu da fase de terraplanagem.

Na época do ajuizamento do processo, em março deste ano, o ex-governador afirmou que a obra inacabada seria um “patrimônio do Estado”, hipótese que foi muito contestada naquela oportunidade e desmentida formalmente nesta última semana pela atual diretora-geral do DER, Maria Tereza Sepulcri Casotti.

Conforme revelou a reportagem de Século Diário, a diretora da autarquia afirmou em juízo que não existente qualquer projeto de edificação para a área do “Posto Fantasma”. Com isso, ela esvaziou as declarações do governador Renato Casagrande, que levantou a possibilidade de instalação de um shopping rural no local na tentativa de minimizar o prejuízo ao erário causado pelo antecessor.

Além do questionamento sobre a ocorrência de desvios de verbas nas obras, tocadas pela empreiteira Arariboia, o ex-governador corre o risco de ter seus bens bloqueados pela Justiça. Por conta da pressão da mídia – em função de Hartung não ter sido ouvido pelo MPE durante as investigações –, o juiz Manoel Cruz Doval, também da 3ª Vara da Fazenda Pública, postergou a análise do pedido de liminar para indisponibilidade dos bens de todos os denunciados para depois do recebimento das defesas prévias.

Hoje, a decisão esbarra na morosidade dos ritos judiciais. Desde o ajuizamento da ação de improbidade, a Justiça estadual tenta localizar o ex-gerente de Acompanhamento e Supervisão de Edificações da Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop), Luiz Cláudio Abrahão Vargas, um dos oito denunciados. Somente após o recebimento dessa última manifestação, o magistrado deve se posicionar quanto o bloqueio dos bens, que pode ter um efeito devastador às pretensões eleitorais do ex-governador.

Apesar dos aliados de Hartung verbalizarem um possível retorno do peemedebista ao Palácio Anchieta, o ex-governador se mantém em silêncio sobre a participação nas eleições de 2014. Nesta semana, o governador Renato Casagrande mostrou a intenção de disputar a reeleição com ou sem o apoio do PMDB capixaba, que pode lançar ainda o senador Ricardo Ferraço – preterido na chapa de situação às vésperas do último pleito estadual.

Caso a Justiça estadual determine o bloqueio dos bens de Hartung – situação que já não é mais estranha a ex-integrantes de seu governo, como o ex-secretário de Governo e atual presidente da Cesan, Neivaldo Bragato – será um golpe ao velho discurso de combate ao crime organizado. Neste caso, o próprio governador será o fiel espelho de tudo aquilo que condenou.

fonte; http://www.seculodiario.com.br/exibir.php?id=9583

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