Ei Órgãos da Justiça que investigam a SOC – Sofisticada Organização Criminosa instalada dentro da ICM, gostaria de lhes dar uma dica que é a seguinte: Esta SOC encontra-se espalhada pelo Brasil afora

Publicado: 15 de julho de 2013 em Fatos obra maranata, Obra revelada
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481353_492381807466881_1055224409_nEi Órgãos da Justiça que investigam a SOC – Sofisticada Organização Criminosa instalada dentro da ICM, gostaria de lhes dar uma dica que é a seguinte:

Esta SOC encontra-se espalhada pelo Brasil afora, dentro da seita ICM e tem gente importante em sua composição, pois além do Sr. Gedelti, o qual foi intitulado pelo MP-ES com o VPC “vértice de pirâmide do crime” ainda tem gente com cargo de promotor de justiça e até desembargador aposentado.

A sociedade brasileira, principalmente as pessoas que foram enganadas durante décadas, clamam por investigações não somente em Vitória/ES, mas em nível nacional.

Com certeza, como diz o pastor Eduardo Gil, vão faltar algemas!

SAI DELA POVO MEU…
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Os antigos dossiês que Gedelti e seu cunhado Dodd aprontaram contra alguns pastores que o contestaram e denunciaram as fraudes, agora, nas mãos do Ministério Público, servem de prova contra o mestre-mor e esse evangelho maçônico-mentirosoque ele mentirosamente prega, dizendo: TÁ TUDO CERTOOOOOOO!!!!!

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/07/conhecendo-a-maranata-por-dentro/comment-page-1/#comment-54627

Quem quiser conteste.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/06/fundador-da-igreja-maranata-e-detido-e-presbiterio-e-interditado-no-es/#comment-54662

comentários
  1. irmãos deste blog,me orientem como devo fazer para recuperar meu dinheiro suado que entreguei nesta igreja durante anos,para enriquecer a conta bancária de alguns inescrupulosos,sem temor.fui desta seita durante anos,fico irritada qd leio os comentários a respeito do que fizeram com o dinheiro dos dízimos.é pouco mas é meu,gostaria muito de recuperá-lo

    • Eurípia Inês disse:

      Irmã Bernadete Vieira,

      Segue abaixo um texto que o Pr. Eduardo Gil publicou no site diganaoaseita. Ele fala sobre alguém que já entrou na justiça e conseguiu o ressarcimento dos dízimos em Brasília.

      O autor do texto é o Escritor e Juiz Ézio Luis que também é ex-maranata e portanto, pode trazer grandes esclarecimentos a você. É só você digitar no google o nome dele que vai achar fácil. Ele é um excelente escritor.

      Sua indignação é a de milhares de irmãos e você deve exigir seu dinheiro de volta porque ele NUNCA foi para Deus e sim para uma SOC-Sofisticada Organização Criminosa. Tudo o que a igreja local e os irmãos carentes precisavam, nós tínhamos que comprar porque todo o dinheiro ia para o PES e ele nunca deu satisfação.

      Lute pelo que é seu. Não baixe a cabeça. Pegue seu dinheiro de volta e chame outros irmãos para fazer o mesmo. Chega de deixar esses inescrupulosos explorar a boa fé dos irmãos.

      Que Deus te dê a vitória.

      A paz do Senhor Jesus.

      Eurípia Inês.
      Vasconcellos 17 de julho de 2013 às 9:28 · · Resposta →
      JURIDICIDADE DA RESTITUIÇÃO DO DÍZIMO DIANTE DO “DESVIO DE FINALIDADE”
      Publicado em 2013/07/15 por Escritor Ézio Luiz Pereira

      EXAME À LUZ DO PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA

      “34. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. 35. E, repartia-se por cada um, segundo a necessidade que cada um tinha”.

      (Atos 4: 34-35)

      Tema altamente polêmico a ser enfrentado, como um desafio. Deveras, em princípio, não se há de falar em restituição de dízimos ofertados espontaneamente por um fiel a uma igreja; ofertante esse que acredita piamente que aquele valor ofertado terá a finalidade descrita nas Escrituras Sagradas (“mantimento para casa de Deus” – Malaquias 3:10), tais como: socorro aos irmãos de fé e viagens missionárias em prol da pregação. Tal não se dá, entretanto, quando – ao revés – a organização eclesiástica quebra o princípio da boa-fé e imprime, clandestinamente, outro destino ao valor doado, na contramão da juridicidade, dos ditames do Direito e, sobretudo da fé, aplicando o numerário recebido em situações questionáveis, tais como empreendimentos e investimentos imobiliários lucrativos, enriquecimento dos dirigentes e outras situações pouco confiáveis; não filantrópicas, sem o retorno espiritual bíblico almejado e sem transparência e sem a devida prestação de contas à comunidade eclesiástica.

      Assim é que, se o fim para o qual a doação foi feita desvirtuou-se, tem-se, com isso, o “desvio de finalidade”, um tipo de vício que afasta o ato do fim a que se destina, situação suscetível de uma corrigenda judicial necessária, com a restituição do valor ofertado, sob pena de se consagrar o locupletamento e a má-fé, criando uma sociedade injusta e não solidária. Afinal e a rigor, o doador possui legitimidade ativa para ajuizar ação de prestação de contas em face do donatário com o fim de verificar se a finalidade bíblica altruísta foi alcançada, conforme versículo bíblico acima transcrito e, se não o foi, a restituição se impõe, à luz dos princípios garantísticos constitucionais, fazendo nascer um direito subjetivo do doador.

      Nesse sentido é que se afirma que a dignidade da pessoa humana e o seu patrimônio devem ser tutelados pelo Estado, com seriedade, independentemente da relação de fé. Precedente jurisprudencial perigoso seria se o Direito fechasse os olhos para os desvios, em detrimento dos fiéis crédulos e de sua dignidade. Não se pode pensar em manter uma ilicitude em prol de uma suposta “segurança jurídica” (“segurança” para quem?). Não se pode olvidar de que o contrato de doação também traz em sua essência a carga da exigibilidade da função social/comunitária e a diretriz da boa-fé objetiva (art.421/422 do Código Civil Brasileiro), que são regras de ordem pública (art.2.035, parágrafo único do Código Civil), notadamente para afastar o abuso de direito.

      De outro ângulo, aquela falsa justificativa, segundo a qual: “o importante para Deus é doar; não importando o que a denominação religiosa fará com o numerário, que será cobrado por Deus, em caso de desvios”, não possui respaldo escriturístico. Seria pueril crer que não haveria complacência caso o fiel persistisse em doar para quem está notoriamente desvirtuando ou para quem não é transparente o suficiente para revelar a forma real de administrar o valor que lhe é passado, dentro da eticidade cristã e dentro dos padrões bíblicos.

      A propósito, há uma decisão judicial ousada, justa e vanguardista, na qual uma organização eclesiástica foi condenada a devolver o valor de R$ 74.341,40, quantia doada por uma fiel que posteriormente se arrependeu. O valor deverá ser restituído atualizado monetariamente pelo INPC desde as datas das compensações dos cheques, acrescidos de juros de mora de 1% ao mês. Os títulos foram compensados em dezembro de 2003 e janeiro de 2004, embora ela tenha ajuizado a ação, pedindo a nulidade da doação e a restituição do valor doado, em 2010. A decisão é da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que confirmou sentença da 9ª Vara Cível de Brasília.

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