Arquivo de maio, 2012

A grande pergunta

A história da humanidade está recheada de perguntas que ressoam como uma bandeira hasteada, muitas delas são de fácil resposta, mas outras dispendem maior elaboração e demandam tempo ou ocasião específica para que sejam respondidas.

A pergunta em si sem um firme propósito nada é. Como exemplo deixo minhas recordações de infância quando minha amada mãe, por vezes, se via incomodada pela enxurrada de perguntas sem nenhum tipo de fundamento ou lógica aparente. “Mãe, se nós formos assaltados e o ladrão mandar a senhora escolher um filho pra ele levar, qual a senhora vai escolher?? – a pobre da minha mãezinha ficava sem reação e disparava: Pára com essas perguntas bobas meninas, eu heim!!! E eu: Mãe, a senhora tem que escolher meu irmão mais velho, ele já viveu mais e aproveitou o que eu e os outros ainda não!!…(!)”
Depois de uma pergunta surreal como esta, só restava a minha mãe me dar um belo passa-fora e mandar ir pro quintal brincar. Tempos bons esses.

Mas o fato é que crescemos e descobrimos que a “pergunta” é a chave que nos leva a abrir várias portas antes totalmente desconhecidas. O saber é lúdico. O saber inspira. O saber liberta.

E um dia em um magnífico jardim ecoou uma pergunta: Onde estás? Gen.3:9. A resposta a essa pergunta demonstraria uma realidade terrível: o pecado fora introduzido no mundo. Lástima!

E grandes perguntas mudaram o rumo de tudo e de todos. Alguém começou a se perguntar: Será que a Terra é mesmo quadrada?

E outro: Por que não equipamentos nossas naus e vamos explorar novos mundos?

E ainda: Será que conseguimos chegar ao espaço?

O leque de indagações é infinito e atemporal. Está em alta dizer que o homem é um ser insaciável por natureza. A verdade é que nada e ninguém nesse plano terreno é capaz de nos satisfazer plenamente. A alma do homem tem sede do Deus Vivo – Sal 42:2

As Sagradas Escrituras contêm perguntas célebres.

Onde está o Cordeiro? Gen 22:7
Quem me tocou? Mc 5:30
Quem é digno de abrir o livro? Ap 5:2

A vida nos embala e as perguntas nos seguem…

Diante dos nossos olhos está uma realidade jamais imaginada por muitos:
“A denominação auto proclamada de perfeita, está suja e mal cheirosa”(abro esses parenteses pra confessar que relutei escrever essa frase). Não digo, obviamente que a igreja(os santos) o estão, porque os que amam e servem a Deus de todo o coração, esses sim, alvejam seus vestidos no sangue do Cordeiro.

Do início deste grande episódio da recente história da ICM_PES até este momento, grandes perguntas já se fizeram ouvir:

Será que é verdade?
Será que vai sair na mídia?
Será que ele sabia?
Será que alguém vai sair?

Conversando com muitas pessoas e lendo bastante, percebo que hoje a GRANDE PERGUNTA é:

COMO EU FAREI PRA SAIR?

Tenho ouvido essa pergunta frequentemente. Os motivos da indagação são diversos: família, casamento, funções e etc. Mas um motivo em especial tem me chamado a atenção, o fato de muitos irmãos em Cristo que moram em lugares que há poucas igrejas evangélicas e não pouco envolvidas em escândalos, estarem com muita dificuldade em se congregar em outro grupo.

Em recente visita a familiares no interior do Espírito Santo, ouvi essa pergunta de uma querida tia, que inclusive foi quem me falou do amor de Jesus a quase 20 anos atrás. “Minha filha me diga, como eu farei pra sair? As 2 opções que têm aqui na minha cidade, uma o líder é conhecido pela ostentação da riqueza, mesmo pastoreando pessoas muito humildes, e a outra, nem na operação dos dons espirituais acredita. Então me diga, como eu farei pra sair?”

Pergunta de difícil elucidação essa. O que pude dizer a ela foi que realmente não era tarefa fácil, mas que orasse a Deus que Ele certamente daria um escape. Contudo, que fosse, concomitantemente, convidando mais irmãos que se unissem em oração e adoração a Deus, em qualquer lugar, que assim já estariam inseridos no Glorioso corpo de Cristo.

A questão agora é meramente de geografia, ir para lá ou para cá, mas, verdadeiramente o coração destas pessoas (que é o que interessa) já está de fato LIVRE.

Aos demais, que essa pergunta seja brevemente respondida.

Com amor,

Débora
.
.
Amada Débora,

Davi fugiu para a Caverna de Adulão onde chorava as dores íntimas. Ali aprendeu a chorar as dores de endividados e perseguidos por Saul. Ele começou a compreender a dor, o infortúnio, o peso do profano. Bom começo! Imagino a angústia e confusão mental nessa caverna, pois havia sido profeticamente ungido. Samuel nada podia fazer a não ser esperar. Até Deus de Israel esperava. Imagine! (A unção de Davi nada tem a ver com eclesiasticismo daqui e dali.)

De fato, em alguns casos é doloroso entender a necessidade de romper: carregar a cruz e sofrer fora da porta… Não é fácil romper e sofrer vergonha. Mas chega o momento de sair. Para nós também.

Deixei algumas notas em
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/desmascarado/
.
“Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério. Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir. Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.” (Hb. 13.12-15 – ênfase nossa)

Portanto aqui o confronto: “confessam o seu nome.” Muitos confessam nome da denominação, da função, da posição; mas o apelo do Espírito de Cristo é a confissão doNOME que está acima de todo nome: “…para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.” (Fp. 2.10-11).

No amor de Jesus.

CV

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/me-desesperei-quero-fugir-do-ninho-e-nao-sei-como/#comment-11533

Anúncios

Amados irmãos, me converti com 30 anos por meio das orações de um amigo querido e me decidi pelo Senhor antes mesmo de conhecer qualquer outra igreja evangélica. Como ele congregava na ICM, nada mais natural que me convidar para frequentar aquela igreja. Lá permaneci junto com minha família crendo de toda a minha alma que ali tudo era revelado por Deus e que a opinião humana não tinha a menor relevância.

Fui obreiro, diácono, fiz todos os seminários e a fome de conhecer e viver o evangelho não arrefecia. Como diácono conheci um pastor que amei como a um irmão de sangue mais velho, apesar de ser uma pessoa contestada eu o considerava muito espiritual e ele sempre tinha algo a me ensinar, tempos maravilhosos. Conheci e vivi ao lado de pessoas altruístas e dedicadas, a vida na igreja era leve e agradável a convivência com os irmãos.

Aí fui ungido e as coisas começaram a mudar, pois as exigências aumentaram sobremaneira e cheguei até mesmo a ser ameaçado por um pastor em certa ocasião, estranhei, mas segui em frente. Pouco tempo depois fui ordenado e aí as coisas efetivamente começmudaram. As reuniões se intensificaram, era responsável por igrejas sempre muito distantes de casa, as atividades e cobranças começaram a ficar insuportáveis e aí vieram as grandes evangelizações, onde nos reuníamos, trabalhávamos incessantemente, fazíamos tudo conforme o “modelo mostrado no monte”, mas estranhamente as vidas não permaneciam. Então o PES nos culpava por tudo que dava errado.

Foi então que conheci a “política eclesiástica”, onde percebi que muitos ali estavam interessados apenas em poder. E um homem que diz falar as coisas de Deus, convenhamos, se torna muito poderoso, não acham?

A roda viva se intensificou ainda mais, pois era orientação atrás de orientação, cada pequeno detalhe era orientação e muitas delas contrariavam ou nada tinham a ver com a doutrina bíblica. Como pastor era obrigado e me meter em assuntos até mesmo pessoais das ovelhas, tais como com quem namorar etc. Eu já não tinha nenhum momento em família, era “obra” o tempo todo.

Presenciei uma reunião, pasmem, em que o pastor responsável por minha área falou por 40 minutos se uma determinada irmã poderia ou não usar a calça chamada de leg para atividade física. Algo inimaginável se pensarmos que estávamos ali para um propósito maior e na verdade estávamos falando mal de ovelhas por questões relacionadas a usos e costumes. Poderia falar muito mais sobre isso, mas aí seriam páginas e páginas.

Passei a entender algumas questões.
1º A ICM não é a Obra do Espírito, muito ao contrário, é uma igreja como outra qualquer, mas Obra do Espírito é algo muito maior que a instituição, infinitamente maior.

2º É um grave erro imaginar que nossa primeira prioridade deva ser a ICM ou qualquer outra igreja, nossa prioridade sempre será Deus, Jesus e o Espírito Santo. Depois deve ser nossa família, que é a primeira igreja de todos nós e depois podemos pensar na igreja como instituição.

3º Entendi o porquê do incentivo constante (em forma de desdém) do presidente da ICM no sentido de que nenhum dos integrantes daquela igreja fizesse curso de teologia ou lesse algo que não fosse a bíblia. Isso seria um privilégio da classe dirigente da ICM apenas e aí achávamos que todos os ensinos eram revelados por Deus diretamente. Muito inteligente.

4º Cultos todos os dias, reuniões o tempo todo, seminários, trabalho voluntário onde o máximo que conseguíamos era uma palavra dura de desaprovação. Com isso não tínhamos mesmo outra vida além daquela. Isso, aliado ao fortíssimo terrorismo espiritual, fazia com que tivéssemos medo de sair dali, isso mesmo, medo. O presidente sempre fazia questão de falar mal da “religião” (entenda-se por religião todas as igrejas que não fossem a ICM) e eu acreditava que não havia mesmo outra opção que não a ICM. Sair para onde? Iríamos perder todos os nossos amigos, afinal de contas quem saísse era imediatamente difamado, alvo de reuniões em Maanains e cartas que deviam ser lidas nas igrejas etc. Ataques pessoais gratuitos e maldosos.

5º Hoje posso afirmar com tranquilidade que Deus me tirou com mão forte de lá e que há vida sim depois da ICM, e muita vida, sabe por quê? Porque quando perdemos a segurança da instituição começamos a vivenciar a segurança nas mãos do Senhor e aí somos seguramente direcionados segundo a sua vontade e não segundo a vontade do homem dizendo que é em nome de Deus. Confesso aos amados irmãos que estou vivendo meu momento espiritual mais rico agora, pois perdi completamente o controle de minha vida e ela está muito segura nas mãos do meu precioso guia, o Espírito Santo. E, meus irmãos, como cada um já deve saber, estou em ótimas mãos, pois Ele não falha, não erra e é um querido amigo de todas as horas, em especial as mais difíceis.

Por isso, amados irmãos, confiem no Espírito Santo, Ele vai guiar a cada um dentro do propósito de Deus, aprendam a viver na insegurança da ausência da instituição e a viver na segurança do Espírito. Em breve Ele mostrará onde devem congregar. Não se apeguem a um lugar que se alimenta da insegurança das pessoas, que tenta moldar a todos dentro de um critério humano, onde mulheres que usam saias são convertidas e as que usam calças são desacertadas ainda carentes de uma bênção de conversão. Não tenham medo do que virá, certamente as maiores experiências estão adiante, experiências de dependência genuína, de busca profunda, de ensinamentos maravilhosos e constantes. Este, podem estar certos, não é um privilégio apenas meu, é de todos nós, servos do Deus vivo. Em pouco tempo o Espírito os direcionará onde devem congregar e, devo alertar a todos, sempre haverá uma possibilidade de comparação, de saudade de determinadas coisas, mas não se importem com isso, ajam como Calebe e Josué e tomem posse da terra com ânimo forte. Cuidem de suas famílias, busquem ao Senhor e a direção do Espírito Santo com afinco e fé, amem até mesmo aqueles que os difamam, pois verdadeiramente não sabem o que fazem, pelo menos não todos eles.

Que Deus abençoe a todos ricamente e o Espírito Santo de Deus seja abundante em seus corações para que a vida do Senhor Jesus seja glorificada em suas vidas.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/apaixonei-me-pela-obra-e-agora/

Do Autor Ézio Luiz – http://www.ezioluiz.com.br
Porque não ousamos classificar-nos, ou comparar-nos com alguns, que se louvam a si mesmos, mas estes que se medem a si mesmos, e se comparam consigo mesmos, estão sem entendimento
[II Co. 10:12]

Perde-se na noite dos tempos a mentalidade segundo a qual o “meu” é melhor do que o “teu” e pronto; “ponto final”! Com efeito, desde tempos imemoriais o ser humano exalta o seu “umbigo” e exclui o “outro”, estendendo até aos dias de hoje. Foi a partir da primeira afirmação humana pueril, segundo a qual “isso é meu”, começaram-se os conflitos sociais. Esse fenômeno egocêntrico reflete nos inúmeros grupos e espaços sociais e, como não poderia deixar de ser, nas organizações eclesiásticas. Decerto, não é diferente no Cristianismo e suas diversas ramificações. Os discípulos também pensaram em plantar, no início da Era Cristã, um sectarismo religioso excludente, mas Jesus os repreendeu. Veja aqui.

“38. E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue.
39. Jesus, porém, disse: Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim.
40. Porque quem não é contra nós é por nós”
[Mc. 9: 38-40]

Nessa quadra, o grupo – que se diz cristão – exclusivista, que se forma sob uma “revelação divina” excludente com relação ao que “não joga no mesmo time”, “não bebe do mesmo cálice”, “não reza na mesma cartilha” ou “não sobe as mesmas escadas”, dissemina uma mentalidade sectarista, nociva, de intolerância, proclamando que Cristo está apenas consigo e não aceita diálogo antagônico sobre o assunto. Não aceita questionamento de seus dogmas, construídos sobre suas “verdades perfeitas”. Jesus responde: “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí, estou eu no meio deles” [Mt. 18:20]. Portanto, não há essa exclusividade, à luz da Palavra de Deus.

Nessa perspectiva, quem – ou qual grupo – está legitimado a afirmar que detém o monopólio da “revelação” de Deus? Quem está autorizado por Deus a detê-lO encarcerado a uma organização? Quem tem a chave da “revelação divina”? Quem consegue encarcerar o Espírito Santo dentro de suas paredes sectaristas soberbas? Quem tem “autoridade divina” para subtrair de outrem o ministério, se a Bíblia afirma, com todas as letras: “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” [Rm. 11:29]? Afinal, ninguém é bom juiz em causa própria; sempre será suspeito.

Não raro se vê uma organização religiosa inflexível que se auto-proclama “igreja verdadeira”, “igreja perfeita”, “igreja mãe” (?!), “A Igreja Fiel” etc. Eis a resposta de Deus, no texto em epígrafe: “Porque não ousamos classificar-nos, ou comparar-nos com alguns, que se louvam a si mesmos, mas estes que se medem a si mesmos, e se comparam consigo mesmos, estão sem entendimento” [II Co. 10:12] e “Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, mas sim aquele a quem o Senhor louva” [II Co. 10:18]. Assim diz o Senhor, pela boca de Salomão: “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” [Pv. 16:18]. Outro texto na mesma linha: “Quem a si mesmo se exaltar será humilhado…” [Mt.23:12].

Deveras, o próprio Jesus, alertando quanto àqueles que testemunham de si, apregoou: “Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro” [Jo. 5: 31]. No Antigo Testamento, há um texto bem sugestivo: “Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estrangeiro, e não os teus lábios” [Pv. 27:2]. No Brasil há centenas de denominações religiosas que se dizem cristãs, dentre as quais uma meia dúzia acentuadamente sectarista, cujo discurso aponta erros doutrinários nos outros e não enxerga os seus, muitos dos quais maiores. Esses – fariseus contemporâneos – acreditam que portam a melhor interpretação bíblica. E qual o grupo que não pratica algum tipo de heresia? “Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra”.

Sob esse viés, observar-se-á que há características recorrentes em grupos sectarista, cuja mentalidade é formatada por “líderes” espertos, utilizando de sutil linguagem hipnótica e um poder de persuasão inconsciente, com reiterados “bombardeios fraseológicos” repetitivos, “brados manipuladores repetitivos”, catequizando de tal forma que o “fiel” subserviente se culpa por pensar diferente e abandonar o “barco sectarista”. Quem está autorizado por Deus a afirmar: “nós somos os verdadeiros; nós somos os melhores”? Esse testemunho é suspeito e falso. Constitui um evidente fanatismo religioso.

Há dois textos veterotestamentários, escritos por um pai e por um filho, ambos reis de Israel, a respeito do tema do exclusivismo ou isolacionismo. Davi escreveu: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” [Salmo 133:1]. Seu filho, Salomão, seguindo linha semelhante, proclama: “Busca o seu próprio desejo aquele que se separa; ele insurge-se contra a verdadeira sabedoria” [Pv. 18:1]). Será que Davi estava se referindo a um grupo isolado de irmãos (leia-se: organização religiosa) ou a todos os que proclamam a mesma fé em Deus? Será que Salomão estava se referindo a uma religião isolada ou a todos os que estão sob o mesmo estandarte da fé? É intuitiva a resposta para quem tem olhos de bem enxergar.

Portanto, ninguém está autorizado ou legitimado por Deus a proclamar que detém a melhor interpretação bíblica, desprezando a alteridade. Decerto, a conclusão hermenêutica depende do olhar interpretativo e da linha que se adota. Não existe verdade denominacional irrefutável; existe versão subjetiva. Quem confere caráter absoluto e irrefutável ao seu ponto de vista, cai-se num fundamentalismo, porquanto não tolera o ponto de vista do outro e se diz portador da “verdade revelacional genuína” (sob o ponto de vista de quem? Seu próprio?). Quando o líder eclesiástico venera a sua “verdade”, deixa de tolerar a do outro e essa intolerância gera agressividade. Certo é que a agressividade começa quando faltam os argumentos.

Com efeito, quando se trabalha com o tema “sectarismo religioso”, ou outro semelhante, conforme sinônimos acima elencados em notas de roda-pé, tem-se em mente uma doutrina na qual se prega que a vontade de Deus está presente exclusivamente dentro de uma organização eclesiástica, que detém, em suposto monopólio, a salvação, a benção e o conhecimento mais evoluído do plano de Deus e das “revelações” divinas, por isso detém em suas mãos, a “verdade revelacional absoluta”; o “resto é resto”. Destarte, a cúpula sectarista não admite questionamentos porque detém sozinha a “revelação divina”, e quem a abandona é “réu de juízo”. Esse discurso, à luz da Palavra de Deus, é opressor, herético e falso.

E quem está do outro lado do grupo dos “nazistas religiosos”, é inimigo, razão pela qual é rotulado com expressões pejorativas e irônicas. Os sectários são tristes, severos, arrogantes, inflexíveis, pedantes, opressores, carregam uma “falsa santidade”, porque são hermeticamente voltados para o seu ego religioso “imaculado”, daí não serem acessíveis, nem flexíveis, ao diálogo das diferenças. Destarte, não respeitam o ponto de vista teológico alheio. Não raro têm vida dupla e no seu discurso monocular subjazem interesses “misteriosos”, voltados para si. Esse pequeno fermento compromete a denominação exclusivista, pois, afinal, no texto bíblico, “um pouco de fermento leveda toda a massa” [Gl. 5:9].

Assim é que, o indivíduo seduzido inconscientemente por esse ensinamento equivocado acredita piamente, no seu íntimo, que pertence a uma casta religiosa privilegiada e perfeita, frente a outros irmãos que adotam outros dogmas, e é detentor de verdades mais elevadas, e da “revelação” mais plena do desejo de Deus para o Seu povo. Trata-se de comportamento manipulador. Isso é um estelionato religioso porque tende a ludibriar os menos avisados, notadamente aos menos cultos, numa manipulação de massa, em coletivização de dogmas sectarístas, num charlatanismo evidente, porque escandaliza o que não está no mesmo redil.

Esse “tribalismo religioso” e excludente, não tem respaldo bíblico. Não obstante, apóiam-se em textos bíblicos fora do contexto, numa hermenêutica fechada e distorcida, em simbologias bíblicas subjetivas não autorizadas pelo Texto Sagrado, criando uma fronteira narcísica egocêntrica separatista. Esse isolacionismo que transporta o fiel para uma ilha no meio de um oceano amplo fere de morte a linha neotestamentária e não se compraz com o perfil do Evangelho de Cristo. Aliás, Jesus Cristo nunca pregou o sectarismo. Vai dizê-lo o Mestre: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo. 3:16). Decerto, a salvação não está vinculada a um grupo exclusivista, elitistas, que se acha superior aos outros.

Sob esse viés, o sectarista religioso não tolera o outro, tal aquele que “não bebe do mesmo cálice”, “não acende a mesma vela”, não está “no mesmo ninho”, não navega “no mesmo barco” razão pela qual não consegue conviver com a diversidade doutrinária evangélica, porquanto se julga superior no conhecimento de Deus, vale dizer, se julga “representante exclusivo de Deus” e, segundo entende, monopoliza a “revelação”, como o faziam os fariseus dos tempos neotestamentários, o que se revela absurdo. Não há respaldo bíblico para essa tese. Assim, o referido comportamento é fruto de mente doentia, de idéia patológica, típica de quem não conhece, com profundidade, as Sagradas Escrituras. Toda interpretação textual traz a reboque um subjetivismo/relativismo questionável. E qual a interpretação correta? Sob o ponto de vista de quem?

Cristo convivia com a diversidade e nunca outorgou “mandatos” a quaisquer denominações eclesiásticas, como sendo “a verdadeira” ou identificável como tal. Ao revés. Cristo mantinha diálogo com grupos diferentes e os seus discursos mais rigorosos foram exatamente aqueles em confronto com os religiosos, máxime os fariseus. Quem incitou a crucificação do Messias foram religiosos sectaristas. Não se confunde igreja de Cristo com organização eclesiástica. A primeira é espiritual/virtual; a segunda é mensurável/visível. A primeira é difusa; a segunda é concentrada. A primeira não se limita a espaço e tempo; a segunda se demarca em circunstância espacial e temporal. A primeira não porta uma bandeira denominacional ou um rótulo; a segunda se identifica por uma bandeira representativa de uma logomarca exclusivista e excludente etc..

À sombra desse raciocínio, observar-se-á que um grupo nos arredores da Grécia Antiga dos tempos neotestamentários, adotava uma linha de gueto eclesiástico, grupo sectário, descrito no Apocalipse [Ap. 3: 17], grupo em face do qual o Senhor Jesus proferiu palavras de exortação: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu”. A propósito, Jesus adverte: “Nem todo o que me diz; Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” [(Mt. 7:21]. E a vontade do Pai não se coaduna com esse sectarismo religioso.

A propósito, sob a direção de Jean-François[2], em pesquisas interessantes acerca das chamadas “Sociedades Secretas” – para citar apenas um caso de sectarismo religioso registrado na história – detectou-se nos arcanos do Vaticano, a “Opus Dei” (latim: “Obra de Deus”) ou apelidada “A Obra”, organização sectarista criada num mês de outubro (mês de seu aniversário), criada nos porões do Vaticano, pelo espanhol José Maria Escrivá de Balaguer (1902-1975), cuja canonização em Roma se deu em outubro de 2002.

Registrou-se que José Maria foi declarado “venerável” em 1990, beatificado em 1992 e, dez anos mais tarde, canonizado, pelo Papa João Paulo II. Extrai-se da revista “Sociedades Secretas”, da Editora Larousse, um texto curioso que se amolda ao teor deste pequeno estudo, ao comentar sobre o grupo sectarista romano “A Obra” (essa expressão tem alicerce maçônico). Decerto, a menção ao caso investigado é importante porque, sendo a história cíclica, o modelo sectarista é bastante recorrente, Veja aqui.

“[…] De fato, a Obra continua veiculando hoje expressivo número de fantasmas: é recriminada sucessivamente de ser uma seita, uma sociedade secreta trabalhando nos bastidores para Roma e angariando consideráveis somas de dinheiro, quando simplesmente não fosse uma ‘santa máfia’. Não o é até para certos eclesiásticos que se inquietam com uma ordem de idéias demasiado radicais e para quem a canonização de seu líder não era francamente uma prioridade da Igreja. E, no entanto, o sucesso é evidente: a Opus Dei conta hoje aproximadamente 80 mil membros disseminados no mundo inteiro, principalmente nos países de língua latina. Com boa penetração na cúria romana, a Obra conseguiu o apoio indefectível dos soberanos pontífices e vários cardeais não escondem que pertencem à ordem, a começar por Joaquim Navarro-Vall, nomeado por João Paulo II na função muito diplomática e particularmente sensível de porta-voz do Vaticano. A história da Opus Dei é indissociável da personalidade de seu fundador, José Maria Escrivá de Balanguer (1902-1975). Foi em outubro de 1928, por ocasião de um retiro espiritual, que o jovem padre tem uma revelação, contará depois que nesse dia Deus o intimou a fundar uma ordem na qual os leigos pudessem prosseguir sua vida cotidiana, aspirando ao mesmo tempo à santidade pela oração, pelo trabalho e pelas obras […]”.

Entrementes, segundo consta da mencionada revista publicada em maio de 2012, José Maria Ruiz Mateos, dirigente de um grande consórcio internacional, ligado à Opus Dei, em 1982, é acusado de fraude fiscal, numa investigação que revelaria o patrocínio do grupo sectário “A Obra”, pelo referido José Maria e o texto proclama:

“O escândalo Matesa revelou, por outro lado, curiosas conexões político-financeiras: a filial luxemburguesa da sociedade Matesa, a Sodetex, era dirigida pelo príncipe Jean de Broglie, tesoureiro dos republicanos independentes, partido de Valéry Giscard d’Estaing. E o pai deste último, Edmond, estava na chefia de um banco em que a Opus Dei, através do Banco Popular Español, acabava de adquirir 35% de participação…[…]”.

Em retorno á linha principal do tema, é significativo registrar que a linha sectarista tende a responder às críticas dirigidas aos seus dogmas escudando na Teoria da Conspiração. Nesse sentido, a Wikipédia informa que no final do século XX e inícios do XXI, as teorias da conspiração tornaram-se um lugar comum nos meios de comunicação, o que contribuiu para o conspiracionismo emergente como fenômeno cultural. Acreditar em teorias da conspiração tornou-se, assim, num tema de interesse para estudiosos em sociologia, psicologia, filosofia etc.

Assim é que, essa síndrome da perfeição eclesiástica leva o afetado a adotar o comportamento que na psicologia é denominada “transferência”, canalizando os questionamentos contrários à sua doutrina como sendo uma conspiração de um “inimigo”, criando uma vitimização inconsciente como contra-ataque aos questionamentos robustos. Destarte, quando pela sua fragilidade no debate do argumento sectarista, não há competência para atacar o pensamento contrário; ataca-se o pensador. É sintomático. Essa conscientização deve ser publicada para não se incorrer em heresia cujo teor não encontra respaldo bíblico.

Em considerações conclusivas – e não sei se este pequeno e singelo espaço conclui o que reclama maior aprofundamento no tema – vale aqui registrar que este singelo rabisco não possui o escopo de criticar, agredir ou atacar quaisquer grupos, mas o de conscientizar acerca de uma realidade que se vê amiúde. De toda sorte, o que se pretende é trazer subsídio, elementos e idéias inacabadas, para instigação de uma pesquisa sobre o tema, mesmo que palmilhando sobre alguns desacertos, possam outros, em maior profundidade, apontar a vereda correta. Deus nos conscientize e nos ensine todos os dias.


[1]SINONÍMIA: tribalismo eclesiástico, sectarismo religioso excludente, exclusivismo religioso, fundamentalismo religioso, monismo eclesiástico, fanatismo religioso, intolerância religiosa, mentalidade de gueto eclesiástico, síndrome da perfeição eclesiástica, separatismo religioso, inalteridade religiosa, etnocentrismo religioso, absolutismo da verdade revelacional, enclausuramento religioso inconsciente, isolacionismo espiritual, superioridade eclesiástica, xenofobia religiosa, casulo religioso exclusivista, tribalismo religioso.

[2]Jean-François Signier, Trad. Ciro Mioranza. “Sociedades Secretas”. V. 1.  A inquietante influência da “Opus Dei Larousse do Brasil Participações Ltda. São Paulo: 2012, p.72.

fonte: http://www.ezioluiz.com.br/2012/05/28/sectarismo-religioso-no-cristianismo/

Irmãos, passamos por uma primeira fase de libertação e cura da seita em que sofríamos (não vivíamos). Agora é chegada a hora de ajudar os novos retirantes, que serão muitos, mas muitos mesmo. O Espírito Santo ausentou-se e as pessoas espituais estão sentindo o vazio que é ser somente um religioso cercado pela mentira de homens que perderam o discernimento e o temor a Deus. Quando encontrar um “sofredor” da seita, ainda arrogante, trate-o bem e colocará “brasas” sobre a sua cabeça e mais cedo ou mais tarde, se for temente a Deus, também sairá das organizações.
Tenho um conhecido que sempre é perguntado onde fica a Igreja Louvai. A insatisfação é crescente. Converti-me na igreja de Jardim da Penha I e sei que os irmãos estão há anos lá. Se pessoas conservadoras estão saindo, imaginem as mais novas que não têm tanto vínculo e são menos formatadas. Precisamos ajudá-las e mostrar a verdadeira face cristã que nunca aprendemos na “obra”.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/me-desesperei-quero-fugir-do-ninho-e-nao-sei-como/#comment-11465

O império maranático está ruindo. Sua credibilidade no chão. Membros envergonhados, tristes e depressivos.
Descobriram que o fundamento e o fundador dessa “obra” nunca foi Jesus Cristo. O fundador é um homem arrogante e prepotente, seu deus sua adorada “obra”, e que o templo do Espírito Santo não é a casa de tijolinhos, mas cada um de nós.
Sabe da última CV, durante toda a vida os membros foram instruídos a só conviver com os da imaculada “obra,” e que o sinhô havia revelado: não iremos a eles, eles virão a nós.
Pois bem, além de não ir mais ninguém, os que estão lá, estão saindo em massa. Na Igreja de Jardim da Penha I – em vitória, a única que ainda estava imune naquele pólo, a debandada já começou. Até agora, 7 famílias…e aumentando.
Além dos cultos, madrugadas, reuniões, vigílias e convocações, agora os coitados dos membros tem que calçar a cara, e bater na porta dos vizinhos, que mal cumprimentam, pois conviver, como todos sabem, nem pensar, pra juntos fazerem um culto no lar. Coitado desse povo! Vivem sobressaltados, esperando sempre, mais uma orientação desse inconstante sinhô, que não sabe bem o que quer.
O tudo “revelado”, ficou parecendo aquelas adivinhações dos tarólogos e astrólogos de fim de ano, que acertam algumas coisas e erram outras. Que um dia é assim, outro é assado… Diferentemente do Senhor, que não erra nunca , porque foi, é, e sempre será. Tudo o que fala acontece, e acontecerá.
CV, esses trechos da Bíblia em Jeremias 23, vão pra alguns irmãos que ainda continuam lá, dizendo não acreditar mais em revelações e visões, mas que acreditam nos sonhos.
25 – Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei.
26 – Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que só profetizam do engano do seu coração?
32 – Eis que sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o SENHOR, e os contam, e fazem errar o meu povo com suas mentiras e com suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem e não trouxeram proveito nenhum a este povo, diz o SENHOR.
33 e 34 – Quando, pois, te perguntar este povo, ou qualquer profeta, ou sacerdote, dizendo: Qual é o peso do SENHOR? Então, lhes dirás: Vós sois o peso, eu vos deixarei, diz o SENHOR. E quanto ao profeta, e ao sacerdote, e ao povo que disser: Peso do SENHOR, eu castigarei o tal homem e a sua casa.
36 – Mas nunca mais vos lembrareis do peso do SENHOR, porque a cada um lhe servirá de peso a sua própria palavra. Vós torceis as palavras do Deus vivo, do SENHOR dos Exércitos, o nosso Deus. (o grifo é meu)
Ninguém mais é inocente: nem profeta, nem sacerdote e nem o povo.
Torceram a Palavra do Senhor!
“Sai dela povo meu”!

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/me-desesperei-quero-fugir-do-ninho-e-nao-sei-como/#comment-11429

CV, o blog foca os roubos e estamos todos tristes com essa situação mas fazer o quê? Todo mundo aqui fica remoendo os crimes deles e em vez de ficarmos remoendo o mal vamos orar!!! eles roubaram nada do que é nosso, mas sim o que é de Deus!!! É o que falo na reunião das mulheres… CV, esse assunto ta esgotado e foi esclarecido pelo PES…vamos orar e deixar que Deus faça justiça faça por nós. Os caídos da ICM ficam mesmo por ai mas a Igreja fiel ser arrebatada na quarta trombeta!!! Vamos orar e os nossos entenderam que somente a OBRA demonstra que um Deus vivo…que o mesmo que Ele fez no passado ele fará por nós aqui no presente…vamos orar… e pedir que os novos não olhem para o erro do homem e eles olhem somente para Deus de onde vem a nossa salvação, … vamos orar pela nossa salvção, porque agora nesses ultimos tempos é o que devemos fazer e nada mais…porque se olharmos para o homem voce pode ter certeza que todos irão cair… Não estou defendo ninguém mas quro deixar um conselho… pare de tocar nos pastores para o seu propio bem…porque quem somos nós para juga-los… eles ainda são ungidos de Deus…mesmo tendo eles pecado Deus ainda os ama… Porque Saul desobedeceu mas continuava sendo ungido e Deus nao permite que tocar nos ungidos…mas se eles pedirem perdão para Deus, Ele pode os perdoar. Pense nisso…. e mude a visão do blogue…
.
.
Celeste Maria

Ando cansado de ler coisas deste tipo. Deus dispensa idéias de formatados icemitas, de meia-solas remendados, de portadores da falsa unção. Deus está longe do que o seu chefe religioso está fazendo pois loucura é o que ele faz. E insiste no discurso equivocado “não toqueis nos meus ungidos”? Já que V. disse que fica falando essas coisas nas reuniões de mulheres, desde já esteja ciente de que Deus dispensa idéias que contrariem o que Ele disse do jeito que Ele disse nas Escrituras. Mude este DISCURSO FORMATADO enquanto é tempo. Neste contexto, o Blog é MINISTÉRIO e cumpre o que convém à “sã doutrina” (Tt. 2.1).
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/12/banquete-de-ladroes/
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/fabrica-de-meia-solas/
.
Argumento falacioso – evasivas servem de tropeços: “vamos orar… vamos orar… vamos orar… vamos orar pela nossa salvação… vamos deixar que Deus faça por nós!!!… é o que devemos fazer e nada mais…”. Isto é o mesmo que dizer aos icemitas: Boca fechada não entra mosquito. Deixa como está que pior não fica. Não assumam a responsabilidade de crentes. Não confiem na exortação em Jd. 1.13. Não lutem pela fé que de uma vez por todas foi dada aos santos. “Tá tudo certo!!!” frase que o icemita-mor como avestruz com a cabeça na areia.

O mais simples dos mortais percebe que esta denominação está empanzinada de meias verdades, heresias e notícias de fraudes; mas sei também que os fraudadores não ficarão impunes (ainda que a demora de apuração judicial ocasione prescrição de crimes menores. Mas resta enfrentar o JUIZO FINAL e, se alguns desses fraudadores esperam arrebentamento da “igreja fiel” na quarta trombeta, é bom se lembrarem de que Deus não se deixa enganar… Então, as mulheres desta igreja devem fazer como Ester, que percebeu o mal e alcançou a Vitória. Está na hora de mudar o discurso.
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/05/percebendo-o-mal-e-conseguindo-a-vitoria/
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/01/a-ultima-chamada/
.
Argumento falacioso – O discurso do medo: “não olhem para o homem… não toqueis nos meus ungidos… parem de tocar nos pastores… eles mesmo pecando são ungidos de Deus”… QUER DIZER: acreditem na falsa unção e nunca peçam satisfações aos portadores da falsa unção, pois eles estão autorizados a fazer o que quiserem: picaretadas, profetadas, revelagens. Fiquem paralisados diante dos Judas beijando Judas no beco sem saída.
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/11/a-falsa-uncao-gera-morte/
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/apaixonei-me-pela-obra-e-agora/
.
Argumento falacioso – O discurso de evasivas apresenta “conselho” que nada vale. Falácias não se sustentam. Está na hora de DENÚNCIAS! GRITE POR MUDANÇAS! Ora, se Jesus atendesse aos seus conselhos Ele nunca enfrentaria os opositores, nunca poderia demonstrar o “evangelho da graça de Deus”; nunca poderia assumir as funções de Apóstolo, Mestre, Sumo Sacerdote. Nunca poderia assumir a condição de “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Nunca poderia ressuscitar; Nunca poderia enviar o Espírito de Cristo no Pentecostes. Nunca poderia arrebatar a “igreja de Deus… corpo de Cristo”. Nunca poderia retornar para instaurar o Reino de Deus.

O gedeltismo mentiu e empurrou esta geração ao beco sem saída. Ora, jamais duvidamos da existência de homens e mulheres honestos na ICM. Portanto, entenda que a falsa unção é real e devemos nos preparar para o pior por que os meias solhas remendados continuam repetindo o discurso da loucura.
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/08/beco-sem-saida/
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/11/a-falsa-uncao-gera-morte/
.
Por fim, o Blog cumpre a missão de sal da terra e luz do mundo, está aceso e continuará como lâmpada em lugares tenebrosos, porquanto está escrito (Mt. 5.13-14)

“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.
Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.”

Viu? O som do TAMBOR chegou aos seus ouvidos.
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2009/12/eu-e-o-meu-tambor/
.
Você não mais poderá dizer: NINGUÉM ME AVISOU.

CV.

P.S.: Conteste qualquer dos artigos indicados (dou-lhe o prazo de um ano). Se ficar de acordo com a “sã doutrina”, pedirei desculpas publicamente e reformarei o que ensino ao longo do tempo.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/03/opiniao-seminarios-da-obra/#comment-11451

Queria deixar meu desabafo também. Saí da ICM há alguns meses. Os motivos foram vários e não surgiram de repente. Já há algum tempo não sentia a presença do Senhor, via a obrigação de se fabricar dons espirituais, entre outras coisas.
Um dia resolvi visitar outra igreja e gostei. Cheguei ao meu pai que é pastor da Maranata e falei pra ele. Meus pais não aceitaram. A partir daí meus irmãos e pais simplesmente passaram a me ignorar, pararam de conversar comigo. Eu deixei de existir para os meus pais.
Daí eu pergunto: que religião é essa que destrói a família? Meus irmãos não me olham na cara. Por acaso eu roubei? Matei? Que pecado imperdoável eu cometi ao sair de uma denominação? Tais atitudes só me fazem ter mais certeza da decisão que tomei e mais nojo dessa denominação que hoje não sei nem classificá-la. Já sei que alguns maranáticos vão ler e achar que adulterei, que fiz alguma coisa errada, mas não.
Depois que saí pastores me procuram me pedindo pra eu voltar atrás, mas já estava tudo decidido. E hoje estou me sentido livre só que mais perto de Deus. Frequento a Igreja Batista e é uma benção, hoje posso dizer que vivo o evangelho de Jesus, só que com este pesar da minha família maranática. Queria muito que eles também sentissem a alegria que sinto agora, como eu quero.
.
.
Irmão Ricardo

A indiferença da parte de pessoas queridas, especialmente os familiares, é de lamentar mas faz parte do processo de libertação. Centenas de homens e mulheres honestos estão enfrentando indiferença, maus tratos e muitas perseguições. O mais importante é DECLARAR O PERDÃO. SIM! PERDOA.

Ainda não passa pela sua cabeça o que o Espírito de Cristo Jesus pode fazer através de V. (estou incluindo a esposa, especialmente); e, neste sentido nsisto em recomendar a leitura do livro CURAI ENFERMOS E EXPULSAI DEMÔNIOS (T. L. Osborne, Graça Editora). Este livro oferece o olhar para o “evangelho da graça de Deus” na sua força. Leia-o com orações e súplicas e algo novo acontecerá em sua vida.

Algo importante é compreender a DESTRUIÇÃO que profetadas e revelagens realizam na mente de crédulos e incautos que confiam na crença de pastores pseudocarismáticos portadores da FALSA UNÇÃO. O que acontece quando a liderança de uma comunidade cristã se afasta das Escrituras Sagradas e põe na boca de Deus palavras que Ele nunca falou e nunca mandou dizer.
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/fabrica-de-meia-solas/
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/01/agradando-aos-homens-e-desacatando-as-escrituras-parte-i/

Não tenho outro modo de dizer: o gedeltismo (eclesiasticismo filosófico monárquico e pseudocarismático) mentiu e encurralou a membresia em um beco sem saida. Por conseguinte a liderança da ICM-PES anda ao redor de erros, fraudes e heresias…. e como denominação eclesiástica caminha na direção da “operação do erro”.
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/08/beco-sem-saida/
.
No mais, o Blog está a sua disposição.

Paz.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/decididamente-nao-ficarei-no-ninho/#comment-11407

O Rio de Janeiro sofre vazio e calado!
O Pastor Ronaldo -(na ICM + de 35 anos)saiu e foi para a IEL. Mas, ao tentar se despedir das ovelhas foi impedido de entrar na igreja maranata. O coordenador/pastor Sérgio Gomes Novo, aos gritos, o enxotou dizendo que ele não tinha mais nada a fazer ali.
Aqui no RJ quem manda é a arrogância, a estupidez e a verdade tropeça. Ninguém pode falar nada sobre os escândalos, pois essa liderança montou um esquema perverso de patrulhamento ideológico. As igrejas estão se esvaziando, e os que ficam sofrem calados.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/poco-de-iniquidades/#comment-11396

Como o Comendador pode ser presidente da seita, sendo que na vida dele não se enxerga nenhum fruto do Epírito Santo? Homem soberbo, orgulhoso, gosta de estar na posição de CHEFE, maldizente, herético, etc. e colocou a icm nesse beco sem saida…. coisa maligna…
Pergunto aos icemitas e maranáticos, vocês não enxergam isso? Nunca respeita pastores, membros. pior que tem gente que fica sempre ao seu redor, vão afundar junto com este homem “amante de si mesmo”… e a debandada continua! Graças a Deus! Estão saindo do hospicío! da seita herética! Estão sentindo a falta do dizimo dos retirantes, estão desesperado, em pouco tempo estarão tentando conquistar aqueles que saíram, dizem que ja começou, para voltar para o ninho sujo, porque o interesse deles não é com a salvação, mas com o dinheiro que cada dia diminui!
Viram como á estratégia desta quadrilha, ja teve até circular que dizia que quem saia não levava o Espirito Santo… nem Jesus! Mas para eles o dinheiro é mais importante, não importa fingir, desde que aumente o dizimo denovo, mas não adianta Comendador, cada dia que passa mais pessoas abrem os olhos!um abraço fraternal a todos amados em Cristo!
.
.
Olá, Pr. Eduardo e amados irmãos

Equanto agrilhoados à ICM estávamos na esperança de continuar cooperando com a expansão do EVANGELHO (falando por alto); mas o olhos começaram a ser abertos. CONFRONTO instalado exige resposta. Com isto quero dizer que jamais imaginaria DENUNCIAR
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/12/banquete-de-ladroes/
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/08/beco-sem-saida/
.
O que temos? Outro fato não é: centenas… milhares de retirantes dizendo:
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/decididamente-nao-ficarei-no-ninho/
.
Porém, não esperem facilidades nesse rompimento, pois muitos enfrentam maledicências e perseguições. Não se trata de mera discriminação e preconceitos. Não! O gedeltismo gerou filhos da instigação do ódio… e disto sabemos na nossa carne…. a cada dia.
.
http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/04/os-filhos-da-instigacao-do-odio/
.
Realmente, ainda que Deus no acolhe como filhos e herdeiros, estamos certos de que não é aqui o nosso lugar de descanso…

Sejam fortes.

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/02/poco-de-iniquidades/#comment-11396

EU estive numa situação parecida. Como já fui de outra denominação antes da ICM, já sabia que Deus falava em outras igrejas. Casei na ICM mas já não aguentava mais. Demorou para meu esposo aceitar visitar outra igreja, mas na primeira visita Deus falou com ele. Hoje fazem 2 anos que saímos e estamos muitos felizes.

Sinto apenas que perdi muita coisa quando estava na ICM. Parece que muitas bênçãos, alegrias perdi, coisas que poderia ter vivido mas não pude por causa da ICM. Uma irmã que saiu me disse: Minha filha e nós que criamos nossos filhos no cabresto da Maranata? Meus filhos hoje tem raiva de igreja, tem trauma por causa da Maranata. Quem dera se estivesse saído antes e tivesse criado meus filhos com a verdadeira sabedoria e não com as revelagens.

O que nos resta hoje, libertos é viver tudo o que perdemos. Viver experiencias maravilhosas que não podíamos na ICM.
.
.
Celinha, bem vinda.
Enorme o acervo deste Blog.
Estamos ao seu dispor tembém emhttp://www.facebook.com/CavaleiroVeloz
Participe.
CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/05/me-desesperei-quero-fugir-do-ninho-e-nao-sei-como/#comment-11358