maranata – escravos trabalhando de graça para a obra com pastor emitindo nota fiscal

Publicado: 22 de março de 2012 em Testemunhos de obreiros, servos, pastores, diaconos
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Alguns fatos verídicos para nossa reflexão:
Soube de um fato ocorrido há uns seis anos atrás e acho por bem relatar aqui. Um grupo de irmãos, comandados por um diácono, começaram a informatizar o som do maanaim. Iam toda sexta e ficavam até domingo trabalhando, deixando família, afazeres, etc. para fazerem a “obra”.
Fizeram isso durante vários meses até que este diácono viu uma nota fiscal de milhares de reais emitida por um pastor. Ele questionou o porquê daquela nota, o pastor disfarçou mas ele descobriu que estavam trabalhando de graça e o espertalhão ganhando dinheiro nas costas deles.

Outro fato interessante é que qualquer coisa feita por um simples membro vira um castigo, pois expôe a “obra”. Vocês lembram aquele coronel/pastor cuja conversa foi gravada, colocada na mídia, com ele xingando e depois ainda na entrevista, quando teve oportunidade de mostrar um pouco do caráter cristão, foi extremamente arrogante? Pois é, ele não expôs só a “obra”, expôs a sobra, a cobra, a roba, etc. Se isto não é expor o evangelho, então o que é? Ao invés de perder o ministério, foi contemplado com outra igreja e ainda por cima, a administração do maanaim de Domingos Martins.

Por último, uma irmã de Vila Velha descobriu que o tesoureiro da sua igreja depositou os cheques de seu dízimo na própria conta durante um ano. Ela contou ao pastor e ele disse para ela não comentar pois estaria expondo a “obra”. Deu-lhe um recibo e ela achou que o tesoureiro seria afastado. Pois o gatuno continua como tesoureiro, afinal ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.

Fico realmente pasmo com a conivência e covardia dos irmãos que continuam sustentando esta organização. Certa vez, conversei com um pastor e ele disse que está acomodado, sem forças para fazer alguma coisa. É muito triste ver que as pessoas perderam a vergonha e assumiram uma atitude chamada de atitude de avestruz: a avestruz quando vê um perigo iminente enfia a cabeça na areia para não ver, achando que está protegida, quando na realidade fica mais vulnerável. Muitos dos irmãos que estão nas organizações maranata estão agindo como avestruz: não querem saber de nada, não lêem jornais, e-mails, não acessam a internet e não conversam sobre o assunto, achando que assim ficam bem, sem sofrer qualquer dano. Ledo engano. Assim é que estão correndo real perigo espiritual. Deus ama os valentes, os lutadores, os que trabalham, os que lutam pela verdade e abomina os covardes, os preguiçosos, os que amam e cometem mentiras.

Realmente, os pastores não recebem. Quem recebe, isto é, desvia, rouba, afana, são da cúpula que tem acesso a tudo e não prestam conta de nada, pois manipulam uma massa de mentes formatadas ao longo de anos através de distorções feitas na palavra de Deus de forma ardilosas para enganar os incautos. Triste é ver um povo prostrado, acovardado e acomodado aceitar tantos crimes, concordar com criminosos que orientam a sua vida espiritual e só se incomodar com os que saíram por não aceitarem a bandalheira que tornou-se notícia em todo Brasil.

fonte:http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/03/o-clamor-publico/

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