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A fundação Manoel dos Passos Barros da maranata afunda na lama de seus criadores, os mesmos criadores que inventam as doutrinas da seita…

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PROCESSO CONTRA A FUNDAÇÃO MANOEL DOS PASSOS BARROS – DECISÃO

Processo : 0028231-15.2013.8.08.0024 Petição Inicial : 201300957841 Situação : Tramitando
Ação : Ação Civil Pública Natureza : Fazenda Pública – Resolução 005/2012 Data de Ajuizamento: 31/07/2013
Vara: VITÓRIA – 3ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL, MUNICIPAL, REGISTROS PÚBLICOS,MEIO AMBIENTE E SAÚDE

Distribuição
Data : 31/07/2013 16:22 Motivo : Distribuição por sorteio

Partes do Processo
Litisconsorte Passivo
IGREJA CRISTA MARANATA
32023/DF – WILLER TOMAZ DE SOUZA
Requerente
MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO
Requerido
FUNDACAO MANOEL DOS PASSOS BARROS
16240/ES – LEONARDO BECKER PASSOS DE OLIVEIRA
ANTONIO CARLOS RODRIGUES DE OLIVEIRA
16240/ES – LEONARDO BECKER PASSOS DE OLIVEIRA
MARILDO PAGOTTO COZER
16240/ES – LEONARDO BECKER PASSOS DE OLIVEIRA
GILBERTO RIBEIRO DOS SANTOS
16240/ES – LEONARDO BECKER PASSOS DE OLIVEIRA
MARCO ANTONIO LOPES OLSEN
LUIZ EUGENIO DO ROSARIO SANTOS
16240/ES – LEONARDO BECKER PASSOS DE OLIVEIRA
MARCOS MOTTA FERREIRA
9210/ES – ENRICO SANTOS CORREA
3876/ES – FRANCISCO CARLOS DE MORAIS SILVA
ANTONIO TARCISIO CORREA DE MELLO
16240/ES – LEONARDO BECKER PASSOS DE OLIVEIRA
RENATO DUGUAY SIQUEIRA
11790/ES – MAGNUS ANTONIO NASCIMENTO COLLI
16240/ES – LEONARDO BECKER PASSOS DE OLIVEIRA
ANSELMO TOZI
28868/DF – RAQUEL BOTELHO SANTORO
MARIA DE LOURDES SOARES
19649/ES – MARIANA SOARES BARATELA

Juiz: JORGE HENRIQUE VALLE DOS SANTOS

Decisão

D E C I S Ã O

Cuidam os presentes autos de AÇÃO CIVIL PÚBLICA POR ATOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA movida pelo MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL em face de FUNDAÇÃO MANOEL DOS PASSOS BARROS, ANTONIO CARLOS RODRIGUES DE OLIVEIRA, MARILDO PAGOTTO COZER, GILBERTO RIBEIRO DOS SANTOS, MARCO ANTONIO LOPES OLSEN, LUIZ EUGÊNIO DO ROSÁRIO SANTOS, MARCOS MOTTA FERREIRA, ANTONIO TARCISIO CORREA DE MELLO, RENATO DUGUAY SIQUEIRA, ANSELMO TOZI e MARIA DE LOURDES SOARES, por suposta prática de ato de improbidade administrativa.

Em sua exordial de fls. 02/25, o Ministério Público Estadual sustenta, em síntese, que a partir do ano de 2004, por meio de emendas parlamentares, a fundação ora requerida passou a receber recursos públicos para aplicação em ações e serviços de saúde, sendo que tais repasses foram concretizados por meio de convênios firmados entre a fundação e a Secretaria de Estado da Saúde – SESA.

Ademais, segue o Autor alegando que, mediante auditoria realizada pela 2ª Controladoria Técnica do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo em alguns dos convênios, foi apurado que parte dos recursos repassados à fundação foram utilizados para fins diversos do preconizado pelo Poder Público, com notório desvio de finalidade.

Com a peça exordial vieram os documentos constantes no volume “anexo 01”, em apenso aos presentes autos.
Despacho às fls. 27 na qual, postergando a análise do pleito liminar, determinou a notificação dos requeridos, na forma do art. 17, § 7º da Lei n. 8.429/92.

Marcos Antonio Lopes Olsen apresentou manifestação preliminar às fls. 61/75, momento no qual alegou, em resumo, que não teve participação nos atos alegados na inicial, bem como pugnou pelo indeferimento do pleito liminar pretendido.

Fundação Manoel dos Passos Barros, Antonio Carlos Rodrigues de Oliveira, Marildo Pagotto Cozer, Gilberto Ribeiro dos Santos, Luiz Eugenio do Rosario Santos, Antonio Tarcisio Correia de Mello e Renato Duguay Siqueira apresentaram defesa prévia às fls. 82/128, oportunidade na qual não alegaram questões processuais. Quanto ao mérito, argumentam que as despesas realizadas pela fundação não foram estranhas ao interesse público, pugnando, ao final, pela rejeição da demanda.

Anselmo Tozi apresentou manifestação preliminar às fls. 591/612, momento no qual alegou as questões preliminares de inépcia da inicial, bem como a impossibilidade da concessão da tutela de urgência pleiteada na exordial.

Às fls. 613/615 a Igreja Cristã Maranata – Presbitério Espírito Santense pugnou por sua inclusão no feito, na qualidade de assistente simples.

Maria de Lourdes Soares se manifestou às fls. 638/657, oportunidade na qual não questões processuais e, acerca do mérito, argumentou pela correta execução dos convênios objetos desta demanda.

Marcos Motta Ferreira ofertou defesa prévia às fls. 750/788, sendo que, em síntese, alegou a ausência de conduta dolosa de sua parte, pugnando pela rejeição da demanda.
É a síntese do necessário.

Decido.

Das questões preliminares:
I – Inépcia da inicial:
O requerido Anselmo Tozi, em manifestação de fls. 591/612, argumenta que a peça inicial não possui condições processuais mínimas para o regular prosseguimento da demanda, eis que não possui fundamentos mínimos acerca da existência do ato de improbidade administrativa.
Todavia, entendo que tais argumentos dizem respeito ao mérito da causa, sendo que serão devidamente analisados em momento oportuno, razão pela qual rejeito a preliminar.
Da admissibilidade da demanda:
Em relação ao mérito, sabe-se que a decisão que recebe a petição inicial não é o momento processual adequado para o aprofundamento acerca do mérito das questões em julgamento, especialmente quanto à suficiência ou insuficiência das provas apresentadas com a inicial.

Como bem anota Rogério Pacheco Alves, em sua obra Improbidade Administrativa (2011, p. 725), “o momento preambular, antecedente ao recebimento da inicial, não se volta a um exame aprofundado da causa petendi exposta pelo autor em sua vestibular, servindo, precipuamente, como já dito, como instrumento de defesa da própria jurisdição, evitando-se lides temerárias. Poderíamos afirmar, sem medo, que, tal como se verifica na seara processual penal, deve o Magistrado, neste momento, servir-se do princípio in dubio pro societate, não coartando, de forma perigosa, a possibilidade de êxito do autor em comprovar, durante o processo, o alegado na inicial.”

Em análise perfunctória, constata-se que a petição inicial é acompanhada de prova documental suficiente à demonstração preliminar de que os requeridos teriam praticados atos que podem se amoldar aos tipos trazidos na Lei n.8.429/92.
Logo, a robusta prova documental anexada à inicial, consubstanciada, dentre outras, na auditoria realizada pela 2ª Controladoria Técnica do Tribunal de Contas deste Estado, demonstram a verossimilhança das alegações autorais e apontam para a provável ocorrência dos atos de improbidade administrativa que, em tese, causem prejuízo aos cofres públicos.
De outra plana, entendo que o Autor Ministerial, em sua peça de ingresso, delineou de maneira satisfatória a eventual participação dos requeridos, quer sejam agentes públicos ou membros do Conselho Diretor da Fundação ora demandada. Desta forma, a inicial se encontra em conformidade com a jurisprudência do STJ (AgRg no AREsp 184.147/RN, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em 14/08/2012, DJe 20/08/2012).
Ademais, as alegações trazidas nas manifestações apresentadas sustentam, em síntese, que todos os valores percebidos pela Fundação Manoel dos Passos Barros foram utilizados de forma legal, em obediência ao interesse público e aos objetivos da referida entidade.

Todavia, entendo que para a efetiva comprovação dos argumentos lançados, se faz necessário o alargamento da instrução processual, momento no qual as partes poderão se manifestar de forma plena acerca dos fatos articulados na exordial.

Assim, as defesas prévias apresentadas, por si só, não são capazes de impedir o recebimento da inicial, devendo ser deflagrada a citação dos requeridos para que os fatos alegados pelo Autor sejam esclarecidos durante a instrução processual.
Nesse sentido, os elementos probatórios trazidos aos autos pelo Parquet são suficientes para admitir a presente ação, para que em fase processual ulterior e oportuna se possa aferir, com exatidão, a conduta perpetrada pelos réus. De outra plana, as defesas prévias apresentadas, conforme já dito, em que pesem os argumentos levantados, não oferecem elementos capazes de afastar totalmente a hipótese levantada pelo Ministério Público. Logo, verifico que há plausibilidade das alegações que se encontram acompanhadas de indícios suficientes para o início do processo.

À luz do exposto, na forma do artigo 17, § 9º da Lei de Improbidade Administrativa, RECEBO A INICIAL EM FACE DE TODOS OS REQUERIDOS e, por conseguinte, determino a citação dos mesmos para o oferecimento de contestação, no prazo legal, conforme o Código de Processo Civil.

DA MEDIDA LIMINAR:
No que tange ao pedido antecipatório, dispõe o artigo 7º da Lei nº 8.429/1992 que “quando o ato de improbidade causar lesão ao patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito, caberá a autoridade administrativa responsável pelo inquérito representar ao Ministério Público, para a indisponibilidade dos bens do indiciado”. Ainda, é preciso observar as regras contidas do artigo 273 do CPC, naquilo em que não contrarie os dispositivos daquela lei.
Afigura-se, portanto, imprescindível a demonstração por prova inequívoca da verossimilhança dos fatos afirmados, em especial que possam levar a um juízo de certeza, ainda que no âmbito de uma cognição sumária, como também a possibilidade do perigo da demora.

In casu, quanto aos elementos ensejadores da medida liminar requerida, em sede de análise superficial, pela leitura dos documentos apresentados, vê-se que são plausíveis as alegações do Ministério Público Estadual, estando os requisitos autorizativos amplamente caracterizados.

Nesse sentido, o fumus boni juris encontra-se presente diante da documentação acostada aos autos, mormente quanto a análise técnica por parte do Tribunal de Contas deste Estado, na qual aponta indícios do mau uso de verbas públicas, o que poderia ocasionar, em tese, a lesão dos cofres públicos.
Logo, os documentos anexados à inicial (dispostos em apenso) demonstram a verossimilhança das alegações autorais e, consequentemente, apontam para a provável ocorrência dos atos de improbidade administrativa que importam em prejuízo ao erário e atentam contra os princípios da Administração Pública.
O periculum in mora, que se traduz no fundado temor de que, a espera da tutela definitiva, poderá ocorrer prejuízos da ação principal ou frustrar a sua execução, especialmente quanto à restituição dos valores supostamente empregados com desvio de finalidade, também é capaz de ser identificado, na medida em que se evidencia, por ora, dano aos cofres estaduais.
Ademais, imperioso destacar que nas ações por ato de improbidade, em virtude da natureza do ato e da necessidade de garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos, o periculum in mora se apresenta de forma presumida, não sendo necessária a prova inequívoca de que os requeridos pretendam frustrar eventual execução. Nesse sentido:

ADMINISTRATIVO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. INDISPONIBILIDADE DE BENS. POSSIBILIDADE. REQUISITOS. ART. 7º DA LEI N. 8.429/1992. PERICULUM IN MORA ABSTRATO. TUTELA ANTECIPADA. REQUISITOS. REVISÃO. MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. SÚMULA 7 DO STJ. INDISPONIBILIDADE.
1. A Primeira Seção desta Corte, no julgamento do REsp 1319515/ES, Rel. p/ Acórdão Min. Mauro Campbell Marques firmou o entendimento no sentido de que “estando presente o fumus boni juris, como constatado pela Corte de origem, e sendo dispensada a demonstração do risco de dano (periculum in mora), que é presumido pela norma, em razão da gravidade do ato e a necessidade de garantir o ressarcimento do patrimônio público, conclui-se pela legalidade da decretação da indisponibilidade dos bens.”

2. A iterativa jurisprudência desta Corte é no sentido de que, para análise dos critérios adotados pela instância ordinária que ensejaram a concessão da liminar ou da antecipação dos efeitos da tutela, é necessário o reexame dos elementos probatórios a fim de aferir a “prova inequívoca que convença da verossimilhança da alegação”, nos termos do art. 273 do CPC, o que não é possível em recurso especial, dado o óbice da Súmula 7 desta Corte.
Agravo regimental improvido.
(AgRg no AREsp 350.694/RS, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em 05/09/2013, DJe 18/09/2013)

ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. LIMINAR. INDISPONIBILIDADE DE BENS. PERICULUM IN MORA PRESUMIDO.
1. Trata-se de Ação de Improbidade administrativa movida contra ex-prefeito municipal da cidade de Iramaia, em razão de ele, durante o exercício de 2007, ter firmado três contratos de prestação de serviços médicos, sob os números 658/2007, 559/2007 e 660/2007, empenhando e liquidando as despesas neles previstas, sem, no entanto, ter prestado os serviços médicos contratados.

2. A concessão da medida de indisponibilidade não está condicionada à comprovação de que o réu esteja dilapidando seu patrimônio, ou na iminência de fazê-lo, tendo em vista que o periculum in mora está implícito no comando legal. Assim deve ser a interpretação da lei, porque a dilapidação é ato instantâneo que impede a atuação eficaz e acautelatória do Poder Judiciário. Precedentes do STJ.
3. Recurso Especial provido.

(REsp 1342412/BA, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 20/11/2012, DJe 18/12/2012)
Quanto ao limite de indisponibilidade de bens dos requeridos, temos o entendimento da Primeira Turma do STJ no sentido de que “a decretação de indisponibilidade de bens em decorrência da apuração de atos de improbidade administrativa deve observar o teor do artigo 7º, parágrafo único, da Lei n. 8.429/92, limitando-se a constrição aos bens necessários ao ressarcimento integral do dano, ainda que adquiridos anteriormente ao suposto ato de improbidade”. (RESP 1040254/CE; Rel. Min. DENISE ARRUDA, Primeira Turma, DJ: 15/12/2009, DP: 02/02/2010).

Assim, DEFIRO o pedido liminar quanto a indisponibilidade de bens dos requeridos FUNDAÇÃO MANOEL DOS PASSOS BARROS, ANTONIO CARLOS RODRIGUES DE OLIVEIRA, MARILDO PAGOTTO COZER, GILBERTO RIBEIRO DOS SANTOS, MARCO ANTONIO LOPES OLSEN, LUIZ EUGÊNIO DO ROSÁRIO SANTOS, MARCOS MOTTA FERREIRA, ANTONIO TARCISIO CORREA DE MELLO, RENATO DUGUAY SIQUEIRA, ANSELMO TOZI e MARIA DE LOURDES SOARES e, por consequência, DETERMINO o bloqueio de seus bens até a quantia de R$ 762.867,45 (setecentos e sessenta e dois mil, oitocentos e sessenta e sete reais e quarenta e cinco centavos), conforme quadro apresentado às fls. 22/23, devendo o cartório expedir os ofícios necessários para tanto.
DEFIRO o pleito de fls. 613/615, devendo o cartório adotar as diligências necessárias.

Intime-se o Ministério Público Estadual.
Citem-se.
Diligencie-se.

 

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O Maanaim de governador valadares – mg foi construído de forma ilegal em terreno de área de preservação permanente. Quem conta isso é a advogada do município que atuou no caso a anos atrás dizendo que os maranatas foram avisados que não poderiam edificar naquela área, mas antes que o processo terminasse houve uma manobra ($$$$$$$) muito bem executada e o processo foi extinguido sem resolução de mérito e as obras foram a todo vapor. O município tentou reverter, mas a ICM tem mais dinheiro que o município de governador valadares mais que o infinito umas duas vezes.

Outra “denúncia”. o pastor e advogado “MTLC” não vou dizer o nome por motivos óbvios. Foi levantado pastor após quase 20 anos de diaconato, pois descobriu um esquema de desvio de dinheiro em Governador Valadares-MG e foi lhe garantido que se ficasse de boca fechada teria o cargo de pastor, dito e feito. Foram algumas semanas como ungido e foi “levantado” pastor da oubra.

Como todos sabem, ninguém chega aos cargos mas altos da ICM se não tiver dinheiro, e ter dinheiro num é ganhar um salário não, vc tem que ganhar no mínimo 5 mil reais pra ser um pastorzinho meia sola como diz o GG, é regra. Porem, esse advogado pastor, por se tratar de um profissional medíocre (me diz qual advogado que quando vai trocar de carro troca por um pior e da década passada?) e arrogante não conseguiu subir na ICM pelo seu trabalho, mas sim por chantagem.

É isso aí meu povo. A obra revelada cada vez com obras mais oculta

pastores da maranata ficaram até 6 vezes mais ricos

pastores da maranata ficaram até 6 vezes mais ricos

fonte: http://obramaranatarevelada.wordpress.com/2013/02/07/igreja-maranata-o-dizimo-para-armas-e-drogas/#comment-10245

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Enviado inbox:

Reflexões de um ex-Maranático: A responsabilidade de ensinar as Escrituras

No meu começo como obreiro da ICM, no que eles chamam de “primeiro amor”, que eu prefiro chamar de “empolgação de novato” tinha o desejo quase doentio de estar sempre no “santo” púlpito pregando.

Hoje, passados 12 anos desta fase, com um mais amplo entendimento das Escrituras, vejo minha irresponsabilidade diante da importância desse ato. Não que o púlpito seja um lugar santo, na verdade o púlpito tem origem no paganismo e não passa de uma peça de madeira, mas o ato de ensinar as Escrituras é de grande responsabilidade para o pregador.

Eu repetia como um papagaio as interpretações alegóricas das escrituras ensinadas pelo PES, totalmente descontextualizadas e carregadas de heresias. Significado de cores, objetos, tipologias, sempre encaixando alguma coisa como o tipo da obra/ICM.

O ensino de heresias é uma grave falta. O pregador precisa ter o completo domínio do assunto para ministrar a palavra. Ler alguns versículos, fazer as tipologias (isso é o tipo disso) e depois terminar exaltando a instituição é não cumprir o importante dever de ministrar a palavra.

Na verdade fazer isso é um desserviço ao evangelho e ao Reino de Deus.

A liderança da Maranata mostra descompromisso com o evangelho colocando pessoas totalmente despreparadas para pregar. Pessoas que não conhecem a palavra, neófitos, que na melhor das hipóteses tem uma boa oratória e passam a falsa sensação de conhecerem as Escrituras, ao repetirem de forma elegante os jargões e alegorias ensinadas nos maanains.

Hoje vejo que em partes eu era movido pelo desejo de fazer a obra/trabalhar para Deus; e em partes era movido pela vaidade, vontade de aparecer e/ou de ser reconhecido nesta instituição religiosa.

Já pedi perdão a Deus pelas heresias que preguei, pelos dons inventei e pelas interpretações de dons falsos que passei para as pessoas.

Tudo foi uma grande mentira, engodo, que eu entrei e levei muitas pessoas comigo.

Que Deus tenha misericórdia de mim e dos demais que fazem o mesmo que fiz na ignorância.

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O rei da obra voltou a dar aulas no maanaim de Domingos Martins (é propriedade dele mesmo…)

Citando do grupo Aprisco Maranata:

OMISSOS, CONIVENTES E COVARDES (Nem todos)

Tenho recebido informações de vários irmãos da ICM que estiveram no Maanaim neste final de semana com a presença “ilustre” de Gedelti dando aula ontem é que alguns se levantaram e saíram quando ele assumiu para dar aulas, outros desceram imediatamente do Maanaim por não aceitarem aquela situação.

Nos alojamentos não se falava de outra coisa, todos indignados com a presença dele, porém a maioria não se manifestou abertamente saindo da aula dele ou indo embora para não compactuar com o jugo desigual.

Repito: OMISSOS, CONIVENTES e COVARDES, NEM TODOS GRAÇAS A DEUS!!

Quem esteve lá pode se manifestar abertamente aqui, quem ficou ou quem saiu podem dar suas considerações, claro, se não tiverem medo de se expor!!!

 

icm-terror-psicologico from A Marques on Vimeo.

https://www.facebook.com/groups/apriscomaranata/

STJ confirma legalidade de provas na investigação contra membros da Igreja Maranata
Ministros negaram recurso de acusado que pedia a nulidade de escutas telefônicas que flagraram desvios de dízimo

Nerter Samora

10/11/2014 17:52 – Atualizado em 13/11/2014 17:43
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a legalidade das escutas telefônicas autorizadas na investigação contra membros da Igreja Cristã Maranata. No julgamento, a Sexta Turma da corte negou recurso dos investigados que pediam a decretação da nulidade das provas obtidas no processo. Para o relator do caso, ministro Nefi Cordeiro, a quebra de sigilo telefônico pelo juízo da Vara de Central de Inquéritos de Vitória foi “uma medida lícita e até recomendável por tornar mais fortes as garantias de imparcialidade do processo acusatório”.

De acordo com informações do STJ, a defesa de um dos membros da igreja alegou que a interceptação telefônica seria ilegal por ter sido decretada por um juízo diferente da futura ação penal. No entanto, a tese foi rechaçada pelo relator que observou o Código de Organização Judiciária do Espírito Santo, que estabelecia como competência das varas de inquéritos a realização de providências anteriores ao oferecimento da denúncia.

Em seu voto, Nefi Cordeiro ressaltou que a jurisprudência não vem reconhecendo nulidades no deferimento de escuta por juiz de mesma jurisdição, mas diverso daquele competente para julgar a ação penal. Segundo o entendimento das instâncias superiores, somente o juiz que dirige a ação é competente para decidir sobre interceptações telefônicas, porém, a competência deve ser entendida e aplicada com ponderação, levando-se em conta a finalidade da norma.

No caso das investigações contra membros da Maranata, o relator do caso justificou que a ação penal não estava em curso, na época da autorização do grampo. Durante o julgamento, realizado na última terça-feira (4) , somente o ministro Rogério Schietti Cruz votou favoravelmente ao recurso (RHC 49380) interposto pelo fundador da Igreja Maranata, o pastor Gedelti Victalino Teixeira Gueiros.

Nos autos da ação penal (0016347-86.2013.8.08.0024), o Ministério Público Estadual (MPES) denunciou 19 membros da Igreja Cristã Maranata pela suposta prática dos crimes de estelionato, formação de quadrilha e falsidade ideológica. Alguns deles chegaram a ser presos em duas operações policiais. O grupo teria praticado o desvio de dízimo da igreja, envolvendo uma movimentação financeira de R$ 24,8 milhões, conforme as apurações do órgão ministerial. O processo tramita na 5ª Vara Criminal de Vitória sob segredo de Justiça.

Segundo o tribunal, o procedimento investigatório do MPES aponta que os membros ligados à cúpula da entidade “aproveitaram-se da imunidade tributária aos templos de qualquer culto para ludibriarem fiéis e devotos mediante variadas fraudes visando desviar numerários oferecidos para finalidades ligadas à Igreja em proveito próprio e de terceiros, pessoas físicas e jurídicas vinculadas à quadrilha”.

De acordo com os autos, os relatos apontam que as doações, dízimo e contribuições financeiras oferecidas à ICM eram utilizados por alguns dos denunciados para investimento em bens e vantagens particulares. Os réus também vão responder pelos crimes de descaminho, tráfico de influência, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, contra a fé pública e ordem tributária.

A fundação ligada à igreja (Fundação Manoel dos Passos Barros), que faz projetos de saúde, também aparece em uma ação de improbidade também movida pelo Ministério Público sobre suposta fraude na utilização de recursos públicos, oriundos de emendas parlamentares.

http://seculodiario.com.br/exibir.php?id=19767

o pior cego é aquele que não quer enxergar

o pior cego é aquele que não quer enxergar

É DEUS LIBERTANDO………

Deus pela sua infinita misericórdia tem nos usado para mostrarmos verdades que aniquilam o engano e ajudam a outros a enxergarem a verdade, os que querem é claro!

Vejam este depoimento que recebi in box de um irmão que esteve no seminário em Domingos Martins nos dias 8 e 9/11 no 2º período.

“Meu amado, que primícias de mensagem aquela sobre o “não julgar” hein? Que benção de Deus despertar pela manhã com um alimento tão nobre e maravilhoso.
No antepenúltimo final de semana eu e minha esposa estivemos no Maanaim, como uma despedida, pós uma mobilização feita em nossa cidade para que todos fossem.

Foram quase 400 pessoas.

Infelizmente o seminário foi, em quase todas as aulas (exceto aula de anjos e Biblia palavra viva) uma maldição, um verdadeiro cativeiro de almas, como os descritos à luz da palavra de Deus, inclusive em alguns textos citados na mensagem.

O pior foi que na primeira aula chamada MOVEIS DE TOBIAS, além de eles falarem que a obra Maranata não pode ser encontrada em outro lugar, que são melhores etc eles foram além…

Tiveram a audácia de dizer que NOS SOMOS MAIS CULPADOS DO QUE OS PASTORES QUE ERRARAM.

Porque nós não oramos e não vigiamos

Então a culpa maior é nossa porque Deus fala que devemos orar e se não oramos foi por nossa culpa que eles roubaram.

Culpa maior do que a de quem roubou.”

(PAUSA PARA UMA EXPLANAÇÃO – Então a culpa é da igreja que não orou? Então eles reconhecem que os pastores roubaram e mesmo assim mantem estes pastores nos púlpitos? E ainda aparecem defensores….)

CONTINUANDO….

“Essa foi a primeira aula, e minha vontade depois de 10 minutos de aula era a de fugir, sumir dali. Felizmente o Maanaim serviu para decretar nossa saída da igreja, pelo que estamos em oração contínua para que Deus nos mostre o lugar onde ele nos quer.

Temos visitados outras igrejas, embora ainda não tenhamos saído totalmente da Maranata por conta de algumas responsabilidades que nos impedem.

Não tem sido nada fácil, mas Deus tem cuidado com tanto carinho e amor de nós que hoje, finalmente, sentimo-nos alimentados.

E hoje, meu alimento do dia foi aquela palavra maravilhosa que você postou.

Estou respondendo para que você saiba que seu trabalho não é vão, pois enquanto algumas dezenas se põem a criticar seus postos, milhares de pessoas são alimentadas com a verdade e postas em uma condição de reflexão.

Que Deus siga abençoando vc meu irmão.

Graça e Paz.”

PELO AMOR DE DEUS, ACORDA IGREJA!!!!!!

10352083_648185035301710_3796962419029124166_n“O MAL REINA………”

Leiam o depoimento de quem foi ” convocado” para o evento de ontem na ICM de BH central…..

A paz do Senhor, meu caro!

Ontem estava na central e fui escalado para tocar.

Achei estranho pq geralmente quem toca na central em eventos máximos são os membros do GL maanaim.

Chegando lá entendi o motivo.

Ninguém queria ir por se tratar da presença do corrupto Gedelti Gueiros.

O culto se procedeu com o Daniel fazendo o louvor e quando Gedelti subiu no pulpito foi passado um bilhete a nós que dizia: Grupo de louvor em constante glorificação, a pedido do pastor Rodrigo Pimenta (responsável do Gl maanaim).

Ao término do culto, Gedelti diz estar feliz por estar de volta, faz uma pausa e chora e a igreja começa a glorificar enquanto este senhor de idade faz sua pausa dramática.

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Depois foi usado em dons e tudo mais.

Após o termino do culto, os pastores, familiares, alguns irmãos e nós do grupo fomos deslocados para a sala superior do templo e lá encontramos um banquete de boas vindas a ele.

Uma mesa só para salgados, uma mesa só de refrigerantes de sucos e outra mesa coberta de bombons e trufas. Em todas as mesas, frutas ornamentando. Comida a vontade!!!

Muitos irmãos tirando fotos e os pastores babando! Ao término, pastor Picone diz: Só mais uma foto irmãos, não podemos ficar aqui a noite toda! temos que ir embora.

Tudo que disse, é verdade. Pq eu estava lá ontem.

Grande abraço e que Deus nos abençoe”

O MAL REINA, CRESCE E SE FORTALECE PORQUE EXISTE MUITOS OMISSOS, CONIVENTES E COVARDES QUE APOIAM O MAL…….

Deus não tomará por inocente quem compactua com LOBOS DEVORADORES…..

https://www.facebook.com/groups/servosicm/

igreja maranata - a infiltração de membros da seita vai além disso, é na PF, PM, Policia civil, todo tipo de organização governamental e até na justiça

igreja maranata – a infiltração de membros da seita vai além disso, é na PF, PM, Policia civil, todo tipo de organização governamental e até na justiça

CV, irmão

você entende mais dessas coisas

Eu estou tentando consultar o processo contra o wordpress no Fórum de Vila Velha. Geralmente era digitar o nome da ICMPES na página do TJES. Agora não, o processo somente aparece se digitar o número 0034701-92.2014.8.08.0035

Houve alguma alteração na legislação para o público ter acesso aos processos em andamento?

PAZ
.
.
A. Marques,

Devo estar totalmente enganado, mas alguns queixaram (in box) que dias seguidos tentaram acesso ao Site do TJ-ES em andamento de processos que envolvem a IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE e por mais que tentassem não conseguiam.

Então, fiz o mesmo e indignado reclamei por telefone, ocasião que fui informado que deveria acrescentar aspas – isto mesmo – ao nome dessa Instituição a fim de obter acesso a andamento dos processos.

Estive com o Des. Ouvidor em seu gabinete na semana passada e relatei o ocorrido… e ele não soube explicar como isto ocorre. Parece que a coisa continua como antes no quartel de Abrantes.

Invasão é a entrada em um computador, serviço, servidor ou site por alguém não autorizado. E comum ouvir dizer que não existe invasão sem um invasor, que pode ser reconhecido por suas ações. Até por simples prazer um hacker encontra formas de quebrar a segurança de determinado sistema; mesmo de fora até consegue autenticação para acessar o que não deveria ter acesso, falsificando seu endereço de origem (spoofing).

Levando-se em conta a infiltração da ICM-PES e o comando dar a vida pela OBRA introjetado na cabeça dos formatados, não é de admirar alterações na configuração desse ou de outro sistema.

Note bem: em obediência a esse comando basta alguém disparar o gatilho em defesa da OBRA e a CATÁLISE aparece como resultado.

http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/03/pastores-da-igreja-maranata-sao-presos-no-espirito-santo.html

http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/07/lideres-da-maranata-sao-suspeitos-de-espionar-dissidentes-no-es.html

http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/07/gravacoes-ligam-lideres-da-igreja-maranata-crimes-no-es-diz-mp.html

No entanto, onde não está a corrupção neste País? Obstaculizar acesso ao esse banco de dados será possível? Na defesa de interesses inconfessáveis da Instituição não duvido! Pelos tons das conversas de líderes (maus pastores) da ICM-PES e aqueles que eles contratam…

http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/03/testemunha-contra-maranata-no-es-foi-coagida-com-arma-diz-promotor.html

http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/07/mp-es-denuncia-cupula-da-igreja-maranata-por-ameaca-e-coacao.html

Por fim, como não se conseguesse acessar o site do TJ-ES pelo nome dessa empresa religiosa, faço uso de

http://aplicativos.tjes.jus.br/sistemaspublicos/consulta_12_instancias/descricao_proces.cfm

adicionando o número 00347019220148080035 – assim mesmo: sem hífen e pontos… mas AVISO: querem o SEGREDO DE JUSTIÇA.

Porquanto, maquiar a imagem de Gedelti e da Maranata é ABSOLUTAMENTE IMPOSSÍVEL http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/missao-impossivel-maquiar-a-imagem-da-maranata/ protestei e continuo protestando contra a cautelar do d. juiz substituto da 5a. Vara Cível de Vila Velha – ES.

Registrei APELO ao líder Gedelti Gueiros a fim de que determine a DESISTÊNCIA da ação cível, até para preservar a imagem extremamente desgastada dele e dessa Instituição.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/decisao-judicial-acodada-gera-injustica/

“O SENHOR é minha bandeira.”

CV.

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/11/a-babilonia-prostituida/#comment-14255

1454937_552713034819292_1670381318_nBom dia, CV. Coisa estranha e falta de vergonha, hein? A patota de mercenários maranólatras se esconde atrás do nome da ICM para coagir e intimidar dissidentes (retirantes) que escrevem em blogs. Caso do do novo processo que v. denunciou. Mas olhem aqui

MANIFESTO DE APOIO AO JORNALISMO DE A GAZETA SOBRE O CASO MARANATA

http://diganaoaseita.wordpress.com/manifesto-de-apoio-ao-jornalismo-de-a-gazeta-sobre-o-caso-maranata/

Assinado: Cavaleiro Veloz, Pr. Eduardo Gil Vasconcellos, A. Marques, Alandati, Cavaleira da Verdade e Eurípia Inês e diversos comentários…

É a mordaça dos mercenários que não querem ver publicadas as vergonhas.
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É isso Marcelo.

Acontece que ninguém tirou esses blogs do ar. Essa foi a estratégia dos donos dos blogs (eles estão se reorganizando pois maiores denúncias virão). Deixo claro que os donos desses blogs DENUNCIARAM crimes (em tese) que abriram investigações do Ministério Público (Estadual e Federal), Polícia Federal, Receita Federal e deste modo prestaram imensos serviços ao Estado.

http://obramaranatarevelada.wordpress.com/2014/11/02/a-igreja-crista-maranata-ninguem-nos-tirou-do-ar-estamos-aguardando-e-nos-re-organizando-em-breve-novidades/

Aqui um retrospecto de ações inconsequentes e demandas da ICM-PES contra dissidentes e donos de blogs, comunidades e grupos nos sites de relacionamento:

1. Em 2007 Gedelti aprontou o que chamei de Rolo Compressor 2007. Escrevi e publiquei emhttp://obramaranata.wordpress.com/2011/04/05/a-obra-entenda-o-rolo-compressor-de-2007/ . Cópias em download.

2. Em 2008 o dono do rebanho intentou demanda na 6a. Cível de Vila Velha contra o GOOGLE para DELETAR a Comunidade Já Fui Um Maranata: 0001862-24.2008.8.08 (03508001862-1). Detalhe: sete pastores da Maranata assinaram a petição porque ossorrevelô mas o Juiz garantiu o direito de expressão e negou o pedido de antecipação da tutela. Denunciei essa exibição de poder religioso no artigo A CONSPIRAÇÃO e convenci Gedelti Gueiros DESISTIR da demanda (antes da contestação). Processo foi arquivado. Leia emhttp://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/07/a-conspiracao/

3. Entrementes, não satisfeito demandou no mesmo sentido na Vara de Defesa do Consumidor em Vitória – ES. Explico: dezenas de pastores (leia-se: emissários dos interesses escusos do palácio da rainha desfigurada) foram constrangidos a outorgar procurações ao advogado pastor Sérgio Carlos de Souza (atualmente denunciado por estelionato e formação de quadrilha) que peticionou nova demanda contra o GOOGLE querendo ordem judicial para DELETAR esse Comunidade. Endereçaram a demanda nesta Vara onde o Promotor Público frequenta os cultos da Maranata. O Segredo de Justiça foi decretado e inicialmente os desejos do chefe religioso foram atendidos. Com a extinção do ORKUT em setembro do ano em curso este processo perdeu o objeto.

4. Então, malandramente, o monarca intentou diversas ações no Fórum de Barra Funda em São Paulo – Capital querendo fossem deletados vídeos que circulavam no YOUTUBE. Denunciei aqui no Blog. Exemplo:

– A fala de Gedelti foi ouvida por membros e ex-membros da ICM-PES enquanto no Youtube http://www.youtube.com/watch?v=TP98lgzV2v4&feature=share. A doença de sempre: instigação de ódio religioso. No entanto, esses maus pastores da Maranata fogem de protestos, não se firmam da VERDADE DO EVANGELHO e negam transparência. Então, alguém lá dentro do palácio da rainha desfigurada bateu na carapuça e conseguiram retirar o vídeo alegando direito de autoria; mas a fala de Gedelti está preservada neste vídeo maranata em ruínas pelo ódio

http://vimeo.com/62581146

5. No Fórum de Barra Funda (São Paulo, Capital) demandaram: Gedelti arrastando consigo Amadeu L. Lopes, Antônio Carlos Rodrigues e a Instituição Maranata (litisconsórcio) pleiteando a retirada de vídeos do Youtube alegando defesa de imagem e direitos autorais. Entendi: falam o besteirol de sempre: a quarta trombeta vai tocar… obra filho único… os que saíram são unhas encravadas… e correm ao Judiciário para defender a imagem deles. E que imagem, hein?! Piada!!! Que direitos autorais, hein?! E adiantou? Como garantia do DIREITO DE EXPRESSÃO esses e outros vídeos aparecem em outros sites

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/03/liberdade-de-expressao/comment-page-2/#comment-14221

6. Não duvide: passando o rolo compressor a empresa Maranata demandou em diversos Fóruns do interior do Estado, no Fórum Cível de Vila Velha – ES, no Fórum da Justiça Federal de Vitória – ES, no Fórum Cível de Barra Funda – SP – Capital, no Fórum do Distrito Federal, no Fórum Cível de Vitória – ES no Fórum Criminal de Vitória – ES, passando com diversos recursos pelo TJ-ES, STJ e STF.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2012/10/forcando-a-barra/

7. Novos processos em Vila Velha e Vitória nos quais a Maranata se diz ofendida pelos protestos de alguns do povo e quer ressarcimento de danos morais.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/02/fabrica-de-demandas-judiciais/

8. No início da ano de 2.013 a empresa religiosa entendeu de incrementar demandas no Judiciário. Estranhamente, através do advogado pastor Sérgio Carlos de Souza, procuração outorgada por Carlos Manoel de Souza Morais e Izaltino Atahydes Lima, sem levar em conta a matéria de 20.01.13 de A GAZETA, em 04.02.13 a ICM-PES ajuizou queixa-crime no Fórum de Santa Maria – RS, em desfavor do pr. Eduardo Gil Vasconcelos que, basicamente, denuncia o descalabro do enriquecimento ilícito da elite.

Bens de pastores da Maranata crescem 6 vezes. Foi a quanto chegou o aumento do patrimônio de alguns dos administradores da igreja, segundo investigação do Ministério Público

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/01/noticias/cidades/1390951-maranata-bens-de-pastores-crescem-6-vezes.html

9. O poder corrompe, especialmente o poder religioso. O maranatismo-monárquico-pseudocarismático entrou em um BECO SEM SAÍDA. Os fatos mostram que o monarca quadragenário imita o bispo de Roma.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/08/beco-sem-saida/

Por estas e por centenas de razões e milhares de postagens entendo gedeltismo como eclesiasticismo filosófico, manipulador, monárquico e pseudocarismático que, além de centralizar o dinheiro, o dogma e o poder religioso nas mãos do monarca quadragenário, instituiu o pior dos erros: destituiu a Cristo Jesus de Seu Messianato e Sumo Sacerdócio.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2010/03/o-desastre-da-heresia-icemita/

Quadra registrar que o rebanho come capim seco debaixo do sol de verão e não encontra água fresca para beber; mas aprendeu a gostar da incerteza gerada com a linguagem do não-pensamento que escora o falso profetismo.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2009/11/a-linguagem-do-nao-pensamento/

Registrei APELO ao líder Gedelti Gueiros a fim de que determine a DESISTÊNCIA da ação cível, até para preservar a imagem extremamente desgastada dele e dessa Instituição.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/decisao-judicial-acodada-gera-injustica/

Resta lembrar que o amado irmão deve examinar o que escrevo à luz das Escrituras Sagradas e a “doutrina dos apóstolos” coisas descartadas por esta empresa que se acha acima do Bem e do Mal enquanto amaldiçoa, discrimina, intimida e persegue os dissidentes.

“O SENHOR é minha justiça.”

CV.

 

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2013/01/judas-cade-o-dinheiro/#comment-8216

BlueRedPill

Adorei esse comentário:

“Faça um teste, coloque a mão na sua nuca…
Achou, sentiu?
A tomada, o conector, o plugue da Matrix?
Se não, sabe o que isso significa?
Que você não foi feito para receber comandos vindos de fora!
Nós fomos criados para sermos comandados por dentro, evangelho não se resume a coisas externas, mas uma contínua mudança de cabeça, de pensamento, de mentalidade (metanóia) Rm 12:1-2.
Quem envia comandos é quem governa e quem deveria nos governar é o Espírito Santo de Deus!
Pense nisso na próxima vez que algum “ungido” tentar entuchar qualquer doutrina na tua cabeça!
Qualquer pessoa que queira fazer isso, estará usurpando a autoridade que somente deveria ser de Cristo.
Só Jesus tem a “pílula vermelha” capaz de te mostrar a verdade, experimente.
Saia da Matrix religiosa!”

fonte: http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/03/liberdade-de-expressao/#comment-14458

oq-eh-matrix